Continuação do Conto: Iniciante no Sexo - Cap II

O meu era pouco mais que a cabeça de um grande dedo polegar. Se o pênis era minúsculo, o saco era grande e ele sopesou-o com a mão sob meu olhar admirado. Mas eu não tinha qualquer complexo, minha bunda era grande e o satisfizera plenamente, recebendo depois muitos beijos e mordidas enquanto ele me rolava na folhagem.

Saindo da água, depois de vestidos para ir embora, ele reteve minhas mãos entre as suas, olhou em meus olhos, abaixei a cabeça encabulado, enquanto me perguntava:

- Quer ser minha mulher?

Quase chorei comovido com a candura de seu pedido. Era expontâneo e verdadeiro, como eu ele estava realmente envolvido. Senti-o plenamente macho durante nosso amor e eu absolutamente fêmea.

A prova maior de que cada um entendia o seu papel pelos sentimentos envolvidos na relação era o seu pedido. O sim que dei como resposta deixou-me com a sensação de sentir-me mais menina que menino.

Caniço riu, afagou meu rosto abaixado, porque a vergonha me corava ainda, abaixou seu rosto também, procurando roubar-me um beijo dos lábios cerrados.

- Então já é minha mulher, não precisa envergonhar-se. Esse é um segredo nosso.

Autor: Paulo Afonso
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta