Continuação do Conto: O Cara do Parque - Parte 1

... chegamos no motel e ele tirou a camiseta ainda na garagem. Jogou no carro pela janela e em seguida tirou a bermuda, e como estava sem cueca, já consegui ver do outro lado do carro um macho delicioso.

Corpo trincado, pau grosso meio duro e bem peludo, com um saco tão grande quanto a vara. Meu pau não se aguentou e ficou duro na hora. Não consegui tirar a roupa e a primeira coisa que fiz foi cair de joelho com a boca naquela rola. Bastou umas mamadas pra aquilo triplicar o tamanho e ficar durasso. Ele era além de grosso, muito grande.

- Caralho, quanto mede esse pauzão?

- Tem uns 23cm. Vai continuar a brincadeira ou vai arregar?

Olhei para cara dele e respondi com uma cara bem de safado:

- A brincadeira é: quem vai arregar primeiro. Já confesso que sou bom nesse jogo.

- Assim que eu gosto. Você é um putinho né viado!

- Me chame de putinho, rabudo e do que você quiser, menos de viado. Prefiro ser o macho safado do cu arrombado.

- E ainda é passivo?! É! Dei sorte no cara heim.

Cai novamente com a boca naquela rola e chupei até deixar o cara todinho babado. Ele me levantou, me jogou no capo do carro e começou a chupar meu pescoço e arrancar minha roupa. Quando me vi, estava nu, deixando o capo do carro dele lambuzado de suor.

Ele me mamou do pescoço ao saco, engolia minha bolas e descia com a boca lentamente na minha rola. Como tenho uns 15 cm de pau, ele enfiava todinho na boca, mas a dele, era impossivel. Aguentava só até a metade.

Me virei e arrebitei minha bunda, e o cara não resistiu e caiu de língua. Minha vara pulsava e batia no capo do carro, minha mão não conseguia se apoiar e esorregava no suor que estava no capo.

Abri mais minha bunda colocando meu joelho apoiado no parachoque e então, além de da língua ele começou a meter o dedo. Parou por um segundo, entrou no carro, tirou uma camisinha do porta luva e abriu com os dentes me encarando com uma cara de puto pelo vidro.

Colocou no pau e foi deslizando lentamente, enquanto mordia os lábios e me encarava. Me joguei de quatro no capo e ele saiu rapidamente, subiu no parachoque, me puxou pela cintura e começou a enfiar aquela vara gigante em mim. Juro que vi estrelas e nunca tinha sentido um pau daquele tamanho em mim.

Meu cu estava meio arrombado de outras transas, então não foi dificil de enfiar tudo em mim, mas mesmo assim, senti uma leve dor. Começou a me fuder fortemente e comecei a gemer alto. Ele tampou minha boca, mas logo em seguida parou me fuder. Entrou no carro, pegou sua camiseta e voltou. Me virou e me deixou de frango assado. Enfiou com tudo a vara em mim, e quando fui gemer de prazer, ele me amordaçou com a camiseta dele.

Chegou perto do meu ouvido e disse:

- Agora quero ver você gemer seu putinho. Que cu peludo gostoso de fuder. Todo arrombadinho já. Você é uma vadia né seu puto arrombado!

Quando ele disse aquilo, não me aguentei! Abri mais minas pernas, puxei ele pela cintura fazendo ele me fuder e penetrar completamente aquela vara gigante em mim.

Parei de me mastrubar e segurei o tesão por uns 10 minutos, e ele me fudendo com gosto. Até que mesmo só levando vara no rabo, acabei gozando na barriga dele.

- Já gozou seu safado? A não! Vai ter que gozar muito ainda!

Mesmo todo lambuzado pela minha porra e eu gemendo por debaixo daquela camiseta enrolada na minha boca, ele me fudeu até tirar o pau, arrancar a camisinha, me virar de quatro e me dar um banho de porra, lambuzando toda a carne arrombada do meu cu.

Pensei que aquilo era tudo, e que subiriamos para tomar um banho. Mas estava enganado. O pau dele se manteve duro, e lá em cima, ele se jogou na cama de quatro e me surpreendeu dizendo:

- Agora é você cara. Me fode seu puto!

Não estava acreditando que aquele cara era todo macho e perfeito a ponto de pedir rola no cú. Como não resisto um cuzinho de macho peludo cai de boca. Ele gemia e dizia:

- Quer desvirgindar meu cuzinho seu puto? Vou experimentar só porque seu pau é pequeno. Então me fode devagar vai.

Não acreditava que iria desvirgindar um cu de macho.

Coloquei uma camisinha e meti meu humilde pau naquele cuzinho apertado. Ele gemia de dor. Não acreditava que ele estava sentindo dor com meu pau de 15cm. Imagine se fosse uma vara igual a dele? O bicho ia morrer ali.

Consegui comer ele de quatro e em seguida deitei na cama e ele cavalgou em mim. Vendo aquela rola gigante pulando em cima de mim não consegui resistir e gozei dentro dele.

Exausto de ter corrido uma hora e transado duas vezes, tirei minha camisinha e fui pro banheiro. Ele me puxou de volta e me fudeu novamente. Estava exausto, mas quanto mais ele me fudia, mas eu queria ser fudido.

Trepamos que nem machos na seca, e ele acabou gozando mais duas vezes, e eu, mais três só com penetração.

Com o rabo e a cara lavada de porra branquinha e quente, tomei um banho, e ele entrou logo atras e não paramos. Nos chupamos por mais uma meia hora.

Após 4 horas transando, nos secamos, descemos pelados, pegamos as roupas no carro e nos trocamos. Meu cu estava um estrago. Totalmente estourado. Após a transa comecei a sentir uma puta dor. Mesmo assim, sentia vontade de tirar a roupa e voltar a trepar. E o pau do cara nem se fala... roxo de tanto que ele tinha fudido.

Viramos colegas de corrida, alongamento e é claro... transa. Não trocamos email, nem telefones nem nada. Queriamos apenas se encontrar no parque por acaso, correr e desejar uma bela transa pra complementar o exercicio. Transamos várias vezes, inclusive uma das vezes rolou no banheiro do parque.

Até que ele parou de frequentar o parque e nunca mais o vi. Mas rolou do jeito que eu queria... nada de afeto, apenas colegas com o objetivo de alimentar nossos desejos sexuais e cair fora, sem compromisso algum.

Agora é esperar outra ocasião pra conhecer mais um macho discreto que curta fuder pra vale!

Autor: Marcello
E-mail - Não Divulgado
MSN - Não Divulgado
FONTE - Conto Enviado pelo Internauta