Sou o Rafael mais conhecido como Rafão pela minha altura e estrutura larga. Tenho 27 anos, 1,85m, 89kg, cabelos e olhos castanhos, corpo forte peludo porém bem aparado, bundão redondo e branquinho com marca de sunga e cu peludinho de homem.

Ja vivi algumas histórias reais bem eróticas onde conheci o prazer de me relacionar com machos.

Sou bem esportivo e uma das minhas atividades favoritas é correr. Sempre corro no parque perto de casa após o serviço, e foi nessas corridas que conheci mais um cara para entrar na parada do prazer.

Sou dicreto, e transo com homens em sigilo total, então a missão era descobrir se aquele cara que estava correndo todas as noites no parque era discreto também, e é claro, se ele curtia um bom cu de macho.

Primeiro passo: agir bem hetero como eu sempre agi e dar umas indiretas com olhares. Comecei a correr o caminho contrario, e começamos a cruzar de frente durante a corrida. Reparei que quando eu olhava para ele, ele retribuia o olhar me encarando.

Então resolvi olhar pro chão e esbarrar nele propositalmente. Nos trombamos, e ele sem graça se desculpou, e eu retribui com um sorriso dizendo que estava bem, e finalizei a desculpa com uma piscada. Ele sorriu e continou correndo.

Comecei a perceber que ele era simpático, mas não aparentava sinais de que queria se relacionar comigo, muito menos com homens.

Sentei em um banco do lado da saida do parque e comecei a fuçar no meu celular, quando fui surpreendido por uma sombra que me cobriu. Era o cara que tinha trombado e já estava de olho há um tempo.

Ele sentou do meu lado, se desculpou novamente e trocamos uma idéia. Conheci ele melhor nesse papo... Henrique, 28 anos, alto, corpo bem definido e musculos grandes, coxas peludas e grossas, moreno bem bronzeado do sol, de barba rala que adorava correr e surfar.

Detalhe: solteiro! Isso era tudo o que eu conhecia dele até aquele momento.

Voltei pra casa com uma leve esperança de rolar alguma coisa. E na noite seguinte lá estava ele novamente, correndo no parque com uma bermuda branca do Santos, e uma rola bem marcada naquela transparencia toda.

Comprimentei ele e começamos a correr juntos. Não conseguia me concentrar no meu caminho, meu olhar só ficava direcionado para aquela rola saltitante naquela bermuda branca. E nada de ele dar um sinal de interesse. Corremos durante uma hora, e acabei conhecendo ele mais.

Viramos bons colegas em apenas 2 dias. E então algo que me excitou completamente aconteceu... ele me chamou para alongar na área de alongamentos do parque, e ao invés de ele usar os ferros que tinham lá, ele pediu minha ajuda e nos alongamos juntos.

Ele deitou, esticou a perna e pediu para eu esticar o joelho dele e flexionar o pé, e então vi o que eu não esperava ver, e entendi o tamanho volume e perfeita forma naquela bermuda. Entre o vão da bermuda que desceu naquelas coxas grossas e suada, conseguia ver as bolas dele:

- Cara, você está sem cueca?

- Tô, por que?

- Nada não. É que da pra ver suas bolas.

Ele trocou a perna, levantando a outra, o que me fez ver a virilha do outro lado e coisas a mais. Então ele disse:

- E agora, está vendo minha bolas ainda?

Dei risada e respondi:

- Na verdade to vendo seu pau, que a propósito é um tanto grande comparado ao meu. Você não usa cueca?

- Não quando estou de bermuda. Só uso com jeans, e você?

- Eu não. Uso cueca sempre.

- Uma pena.

- Por que?

- Porque na sua hora de alongar eu iria te chamar a atenção.

- Por que? Iria reparar como eu reparei.

- E porque nao?!

Dei risada e vi que aquela hora era a oportunidade de jogar um verde...

- Ok, amanhã eu venho e ai você chama a minha atenção dizendo que esta vendo o que não deve.

- Quem disse que não deve? Quem disse que não quero ver?

Ele sorriu e percebeu que eu estava afim de algo além do que aquela corrida e alongamento. Então puxei ele para ele levantar e segui meus impulsos dizendo algo arriscado que poderia fuder minha reputação e meu sigilo...

- Ok, se tiver afim de ver, podemos fazer a minha parte do alongamento em outro lugar que eu possa exibir o que minha cueca empede de mostrar.

Devo ter ficado vermelho na hora, com meu coração disparado. E ele respondeu:

- Beleza. Vamos se conhecer melhor em outro lugar então. Só tô sem grana. Rola sua casa?

- Não posso. Moro com meus pais. To com cartão aqui, vamos num lugar resevado que eu banco.

- Caralho, quer mesmo que eu te conheça.

- Hahaha, quero muito é mais, cara.

Cochichando em meu ouvido:

- Seu putinho safado.

Dei uma piscadinha e um sorriso, olhamos ao redor pra ver se a área estava livre e fomos pro carro dele. Seguimos e entramos no primeiro motel que apareceu...

Autor: Marcello
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta