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Saudades da Jibóia do Afonso Toda Dentro de Mim

  • 31 de Dezembro de 2016
Essa história aconteceu quando eu tinha 16 anos, hoje tenho 57 anos.
Eu morava em uma pequena rua cujos moradores todos se conheciam. Num determinado dia mudou-se para lá uma família grande cujo casal tinha cinco filhos homens, todos rapazes com faixa etária entre 18 e 25 anos, dentre eles o Afonso; o astro dessa narrativa, que tinha 21 anos. Com o passar dos meses os rapazes começaram a se entrosar com os moradores e passaram a frequentar nossas casas e a participar das várias atividades na vizinhança.
Naquela ocasião eu costumava brincar em uma casa de propriedade de meus país, que era sempre alugada para gerar rendas para a família. A casa se localizava ao lado da minha residência e que naquele periodo (em setembro) estava desocupada.
Um determinado dia de setembro eu escutei uma conversa mencionada por meu tio, de que na noite anterior, o Afonso e seus irmãos se reuniram com outros rapazes da rua e fizeram um concurso para ver quem tinha o pênis maior e o afonso ganhou disparado de todos e por esse motivo ganhou o apelido de jiboinha, devido ao tamanho da sua rola.
Ao saber disso fiquei muito curioso e excitado para ver a rola do Afonso e, quem sabe, fuder com ele. O cara não era tão bonito, mas dava para o gasto.
Daque dia em diante passei a observá-lo melhor e encará-lo sempre que me encontrava com ele. Nesse movimento notei que ele já começava a sacar que eu queria algo, uma vez que rolavam comentários de que eu gostava de dar o cú.
Como todas as tardes as casas da rua ficavam quase fechadas, pois as famílias costumavam dormir após o almoço, eu aproveitada para passear um pouco pela vizinhança e logo tentava ver se localizava o Afonso. Nesse movimento houve um dia em que ao sair passei em frente à casa dele e nos encaramos.
Começamos uma espécie de flerte, uma conversa; e eu descobri que ele adorava revistas em quadrinhos. Então lhe informei que tinha várias e que poderia lhe emprestar. Ele aceitou e eu fui buscar algumas para lhe entregar. Nesse momento ele então me disse:
- eu vou para a casa da minha irmã, aqui próximo, pois a casa está sem nuinguém lá e você leva as revistas para mim lá, popis vou deitar um pouco para ler.
De imediato já imaginei que naquele momento poderia ser a minha grande chance. E foi!
Peguei as revistas e parti para casa da irmã dele. Ao chegar bati na porta e ele rapidamente me recebeu. Estava com uma bermuda branca e uma camiseta azul. Naquele momento meu olho foi direto na rola dele que se destacava na roupe e, então falei:
Tudo isso é seu? É por isso que lhe apelidam de jiboinha?
Ele imediatamente respondeu:
-sim. é por isso. Outro me chamam também de Zé pimbudo.
Eu, então lhe falei discaradaente:
-Eu não acredito. Só vou acreditar se ver e provar.
Ele então me respondeu:
- Você é que sabe se aguenta.
Eu lhe respondi:
Depende de você, pois eu só acredito se for vendo e provando.
Ele então me fez entrar na casa e disse:
Veja se é verdade ou não.
Botou pra fora da bermuda aquela monstruosidade linda. Devia ter uns 20cm de comprimento. Não era muito grossa, mas era suficiente para arrombar meu cúzinho que ainda estava acostumado com a rola do Zeca, meu colega que me comia desde quando eu tinha uns 12 anos.
Ao botar a rola pra fora da bermuda ele me perguntou se eu chupava. Lhe respondi que sim. Ele então disse.
- Mete a boca então.
Mas que rápido passei a cheirar a rola e sentir aquele cheiro gostoso de rola macho e passei então a chupá-lo lenta e avidamente. Colocava a rola até o fim dentro da minha boca e sentia tudo dentro de mim. O Afonso gemia de prazer e dizia:
- Você chupa uma rola como ninguém. Se eu soubesse disso já teria lhe enrabado há muito tempo. Hoje quero lhe fuder muito para recuperar o tempo perdido. Quero ser seu comedor hoje e depois. Você aceita?
Eu então lhe respondi afirmativamente e continuei a chupá-lo. De repente senti seu gemido quando sussurrou:
- Pára senão eu vou gozar na sua boca e ainda quero meter tudo nesse seu cuzinho que parece ser gostoso.
Eu imediatmente tirei a rola da boca e ele disse vamos para a cama da minha irmã. Fomos para cama e eu mais do que rápido tirei o short e passei saliva no cú e me abri todo para ele. Nesse momento ele mirou meu cuzinho cuspiu na boquinha do cú e colocou a rola bem devagar.
Foi metendo lentamente e penetrando gostoso. Naquele momento eu gemia de tanto prazer que nem me dava conta que estava tudo dento. Quando me dei conta ele estava me bombando o direto e aí eu comecei a sentir um misto de prazer e dor e comecei a gemer muito dizendo para ele:
- Ai Afonso, ai Afonso, me fode, me arromba, me mete tudo e goza dentro de mim.
Ele então respondeu:
- Vou lhe deixar arrombado de tanto prazer que você vai querer de novo amanhã.
Eu então lhe pedi para me avisar quando estivesse perto de gozar para eu gozar junto. Ele me respondeu:
- Fique tranquilo que vamos gozar juntos na mesma hora.
Eu então fiquei me requebrando na rola dele até que de repente ele gritou:
- Tô quase gozando.
Eu então tratei de me masturbar mais rápido até que ele griotu: - Gozando

e passou a urrar forte no meu ouvido:
- Seu cú é mais gostoso que uma buceta. Quero te comer todo dia. Você deixa.
Eu estava em êxtase e dizia:
- Meu cú será todo teu, basta um sinal que eu virei para de dar meu cú para sentir essa rola gigante dentro de mim.
Assim gozamos profundamente.
A foda foi muito gostosa, mas o Afonso só me comeu naquele dia, pois nos dias seguntes ele foi embora para a casa de uma irmã dele e nunca mais voltou.
Um ano depois fui a casa dele, já em outro endereço e o que consegui foi só uma gozada na minha boca. Nunca mais senti a jibóia do Afonso dentro de mim. Fiquei só na saudade.

Autor: Ruan
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