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Sempre Tem um Primo Ensinando

  • 24/03/2026
Tudo começa quando ainda somos crianças e a curiosidade nos leva a caminhos que vão nos levam a escolhas para nossa vida.
Foi assim que me tornei o que sou. Hoje tenho 26 anos e não me arrependo de nada que tenha feito. Devo até agradecer meu primo pois foi ele que me levou a conhecer os caminhos da sexualidade que tenho dentro de mim.
Tudo começou quando eu tinha 13 anos e meu primo 15. Estávamos em uma reunião de fim de ano na casa de minha avó. Minha tia pediu a meu primo que cuidasse de mim enquanto todas se envolviam nos preparativos.
Então disse a ela que iriamos até a cachoeira tomar um banho e depois voltávamos. E lá fomos nós. Eu ainda era um pouco inocente, mas extremamente curioso. Tinha uma afeição pelo sexo masculino, mas não conseguia identificar o motivo.
Sempre ficava excitado ao ver meus amigos da escola tomando banho depois das aulas de educação física e aquilo me deixava intrigado.
Quando chegamos na Cachoeira, tiramos nossas roupas ficando somente de calção de banho. Estávamos somente nós naquele lugar. Meu primo me olhou e percebi em seu olhar um desejo de me comer ali mesmo. Ele soltou a seguinte frase: Primo que bunda gostosinha você tem. Eu sorri ficando um pouco lisonjeado com aquelas palavras. Então entramos na água e brincamos bastante. Saímos para ir embora e meu primo tirou seu calção deixando a mostra seu pau que era bem maior que o meu e estava ficando duro de tesão.
Ele olhou pra mim e disse que ele estava ficando duro por minha causa e que era necessário tirar o leitinho para ele acalmar. Eu dei risada e ele me ofereceu aquela pica que estava na minha frente. Eu não sabia o que fazer então comecei a massageá-lo, a bater uma punheta pra ele enquanto meu primo gemia. Então ele pediu para que eu chupasse aquele pau. Eu disse que nunca tinha feito aquelas coisas e ele falou que eu devia chupar como se fosse um sorvete. No começo senti um pouco de nojo, mas ao ver a reação dele, os gemidos, passei a gostar e fui lambendo aquele pau como se fosse um sorvete, então de repente aquele pau começou a jorrar esperma por todos os lados e ele enfiou aquele pau na minha boca fazendo com que eu enchesse minha boca de esperma, e olha era muita porra.
Depois disso ele me agradeceu e disse que eu era muito gostoso e que na próxima vez ele iria me comer porque meu cuzinho não saia da cabeça dele. Sorri assustado e disse que eu nunca tinha feito aquilo e que deveria doer muito e ele me falou que no começo até podia, mas que depois que tivesse entrado tudo eu iria gozar como nunca.
Fiquei com aquilo na cabeça, martelando, com vontade de experimentar, mas fomos embora para nossas casas sem que eu tivesse essa oportunidade.
Nós estudávamos na mesma escola, apesar de em turmas diferentes, mas quase nunca nos encontrávamos no recreio, porem depois daquele dia ele me procurou e disse que tinha ouvido minha tia falar pra mãe dele que eu não estava indo muito bem na Matemática. Ele me disse para ir passar as tardes com ele que ele me ensinava matemática e a gente podia continuar aquela nossa conversa que tínhamos feito na casa de nossa avó. Achei boa ideia e assim fizemos. A tarde eu ia para a casa dele aprender Matemática. Será?
Minha tia e meu tio trabalhavam, então ele ficava sozinho a tarde. Quando cheguei ele me levou para o quarto dele, trancou a porta, olhou pra mim e disse que batia punheta todos os dias pensando em mim. Então ele arrancou minha roupa me deixando nu, e começou a alisar minha bunda dizendo que iriamos tirar minha virgindade naquela tarde.
Eu estava excitadíssimo e me deixei levar pelo meu professor. Ele tirou a roupa e apontou aquela pica em minha direção. Eu ajoelhei e coloquei o que cabia dentro da boca. Depois disse ele me levantou e disse para que eu ficasse de joelhos em cima da cama dele. Assim eu fiz e ele veio com sua língua e ficou lambendo minha bunda e passando a língua no meu cu. Nem preciso dizer o quanto aquilo era gostoso.
Então ele se virou, abri a gaveta de seu criado mudo e tirou um creme e me disse que aquele creme além de lubrificar e facilitar a entrada era também anestésico o que iria tirar a dor daquele momento. Passou em torno do meu cu, depois enfiou o dedo cheio de pomada no meu cu, indo cada vez mais fundo e o desconforto do inicio não sentia mais. Depois ele segurou aquele enorme e colocou na borda do meu cu forçando a entrada.
Ele colocava e tirava. Assim ele agiu até que de repente tinha entrado tudo. Eu sentia um misto de dor, apesar de ser pequena, e de tesão por sentir aquele cacete dentro de mim.
Ele fazia movimento de vai e vem com força o que deixava a sensação de penetração mais intensa e de repente parou e eu senti aquele pau pulsando dentro de mim soltando toda a porra contida dentro dele. Era tanto que até começou a vazar. Eu estava de pau duro com aquela minha primeira vez e eu me assustei quando meu primo pegou meu pau na mão e começou a bater uma punheta. Como eu estava excitadíssimo não demorou muito e comecei a gozar em sua mão.
Não preciso dizer que precisei de aulas de reforços pelo menos 3 vezes por semana. Matemática sempre foi meu problema.


Autor: Nelson
E-mail - Não Divulgado
FONTE - Conto Enviado Pelo Internauta.


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