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O Guerreiro [Da Gruta] Rei Do Mato Quer Rola

  • 13/01/2026
Entre lendas, contos e das grutas rupestres perdidas pelos descaminhos de Lagoa Santa, Sete Lagoas, Santa Luzia e o Marzagão, pelas imediações da bacia do Rio Das Velhas (o rio das lavras de ouro), ecoa o mito de um guerreiro aborígene — símbolo de força, desejo e mistério — esperando, entre sombras e história, por quem tiver coragem de se perder no sertão do prazer.
Era uma noite sertaneja por demais abafada, no firmamento brilhava distante da nebulosa púrpura do Cinturão De Orion ("As Três Marias"), aquando do nosso protagonista enfrentou o azar: o pneu do carro estourou na estrada deserta e, sem estepe de reserva, não lhe restou escolha. O calor sufocante e o silêncio, só quebrados pelo som de cigarras e batimento do coração, fizeram ele decidir seguir a pé pela beira da estrada à procura de um posto ou borracharia. A vontade inadiável de mijar o levou a adentrar o mato – e foi ali que o destino tocou seu corpo.
Mal abaixou o zíper, galhos estalaram. Surgiu, das sombras, uma figura colossal: peludo, musculoso, com olhos selvagens, parecia mais um Ogro canibal que um humano. Mas antes de entender o que acontecia, o gigante o agarrou e, sem falar uma palavra, o levou consigo para dentro de uma gruta misteriosa, profunda e isolada.
A noite caiu, e com ela, o clarão do luar inundou a entrada da caverna. Foi então que o sequestrado finalmente percebeu a beleza facial do guerreiro: não havia ali de um Ogro canibal como na penumbra da selva, mas sim traços fortes e másculos, um olhar sedutor e selvagem. E, sob a claridade, notou que a pele verde do guerreiro não era natural — ele se recobria de um tintol feito com as ervas da floresta, um truque para se camuflar no matagal e surpreender suas presas. Impressionado, do nosso sequestrado resolvera por apelidar, mas pensando consigo mesmo, daquele guerreiro aborígene de 'Hulk', tamanha era a similutude com o personagem da Marvel.
Alí dentro da gruta, luz filtrada e o cheiro de terra e pele quente faziam tudo parecer um ritual. O sequestrado fora conduzido até da lagoa azul-esverdeada secreta, com a água iluminada por fendas nas rochas. Primeiro, o guerreiro mergulhou, exibindo seu corpo forte e peludo, banhado numa aura quase sagrada. Logo depois, o sequestrado, embriagado de desejo e medo, entrou na água, sentindo todos os olhos do guerreiro sobre si.
Numa quase-conversa por mímicas, descobrira que o agora Hulk era um guerreiro em busca da tribo perdida, destruída por Bandeirantes; sua força era marcada por um desejo profundo de vingança... e de sedução. A tensão cresceu até que, sob a lua azul, o guerreiro deitou-se numa pedra inclinada, abriu o sorriso mais sacana do sertão e oferendou do seu enorme traseiro torneado, carnudo e esverdeado de "butico" rosado piscante, que euforicamente implorava por daquela sodomia prazerosa e de pura dominação.
O sequestrado, tomado pelo instinto selvagem, escalou da tal pedra invlinada, subiu pelas costas de aborígene e recobriu parcialmente daquelas nádegas grandes e musculosas de guerreiro-puto.
Instantaneamente encaixou-lhe com de muita gana e rigidez; sentiu-lhe das carnes quentes, os urros de prazer começaRAM a ecoar... corpos colidindo num ritmo ancestral, frenéticos, com mordidas e unhas cravadas, do suor escorrendo sem piedade. Era um ritual de posse, gozo e libertação – as paredes da caverna ecoavam cada gemido, cada palavra obscena.
Depois de tanto prazer e selvageria, adormeceram aconchegados, colados num só corpo, tendo a lua azul e a nebulosa por testemunha e a gruta como abrigo seguro.
Na manhã seguinte, do nosso homem acordou em sua própria cama, suado, com a cueca melada e o cheiro do mato ainda impregnado. Questionara se acaso de tudo não passara de um sonho herege. Tomou banho e com do copo de café em mãos, pela janela, arregalou dos próprios olhos ao constatar que o carro não estava na garagem!


Autor: Ronan
E-mail - Não Divulgado
FONTE - Conto Enviado Pelo Internauta.


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