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Dei o Cu para um Desconhecido em Minha Casa

  • 10 de Janeiro de 2022
Olá, meu nome é lauro, moro no RJ, sou casado, um pouco tímido, dócil, submisso, branco, tenho 53 anos, 1,90m, 105kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, um pouco calvo, um pouco grisalho, bunda de média pra grande, com pelos nas pernas, na bunda e no tórax.
Eu sou bem discreto e não dou na pinta. Quem me vê andando na rua não desconfia que eu sou viado. Minha aparência é de um homem sério e até mesmo conservador, mas, entre 4 paredes (ou dentro de um carro), adoro chupar piru e dar bastante o meu cu para machos ativos.
Esta história que passo a contar agora aconteceu quando eu tinha 38 anos e foi a primeira que eu trouxe um macho pra dentro de minha casa pra me comer. Antes eu até já tinha feito algo assim, mas estava separado da esposa. Neste caso, porém, eu já estava reconciliado.
Na época eu morava na ZN do RJ, num bairro diferente do que moro hoje e aproveitava meu dia de folga semanal para chupar piru e dar o cu para os machos da região. Isso só era possível porque o restante de minha família ou trabalhava ou estudava, ficando eu com a parte da manhã e da tarde livre para me divertir.
Sendo assim, logo que todos saiam eu já entrava numa página de bate-papo da internet procurando pica. Normalmente eu ia ao encontro do macho, mas nesse dia em questão eu estava com muita dificuldade de encontrar um macho com local ou carro. Pra piorar a situação eu estava com muita vontade de dar.
Foi aí que a seguinte ideia me veio à mente: Por que não aproveitar e dar o cu aqui em casa? Depois de muito pensar consigo mesmo sobre os prós e os contras resolvi mudar o meu apelido na sala para “pass c/local 38 zn” (passivo com local, 38 anos, Zona Norte). Daí pra frente vários machos me contataram e eu acabei escolhendo um que morava no bairro vizinho ao meu. Não me lembro do seu nome, mas ele era branco, devia ter uns 30 anos, 1,90m (altura igual a minha), uns 120kg (adoro macho acima do peso) e barriguinha de Chopp.
Pois bem, depois de teclarmos na sala por cerca de 15 minutos passei meu endereço pra ele e fiquei esperando o macho chegar. Eu estava vestindo um short preto (sem cueca embaixo), camiseta branca e sandálias tipos havaianas preta. Durante os 20 minutos que ele demorou pra chegar eu quase enlouqueci de vontade de dar o cu. Meu alívio só veio quando ouvi o som da campainha.
Nisso eu desci as escadas da minha casa e fui até o portão pra receber o macho. Minha casa ficava no segundo andar de uma outra casa, num prédio de dois andares. Na frente do meu prédio havia outro, também com dois andares, mas a parte de baixo era uma garagem enorme e acima ficava os dois andares.
Desci até a garagem e abri o portão, dando passagem ao macho. Ele estava vestindo uma bermuda jeans, camiseta azul e sandálias tipo Rider também azul. Assim que ele entrou nós nos cumprimentamos e eu indiquei a ele o caminho, indo na frente. Na casa embaixo da minha a vizinha fofoqueira nos viu e eu a cumprimentei. Como um álibi para a visita, eu e o macho havíamos combinado que ele estava indo a minha casa para ver meu computador, que havia dado um problema. Sendo assim, subimos as escadas conversando sobre o suposto problema, pra disfarçar.
Ao termino da escada entramos em minha casa, que tinha um pequeno corredor de entrada e depois um corredor a direita, onde eu combinei com o macho que iríamos transar. Assim que chegamos a esse corredor ele já quis logo agir no botão e no zíper da sua bermuda para baixa-la, mas eu o impedi, dizendo:
- Espera, deixa que eu faço isso!
- Tá! – Respondeu ele.
Nisso eu enfiei a mão por dentro da sua bermuda e cueca e segurei na sua rola semidura, ao mesmo tempo que falava com ele com a voz embargada de tesão:
- A gente só não pode fazer muito barulho, por causa dos vizinhos, tá?
- Tranquilo, pode deixar!
- Por ser casado eu não posso ter problemas, então tudo tem que ser com muito sigilo! – Falei, ao mesmo tempo que punhetava a rola do macho, ainda dentro da bermuda.
- Sim, claro, eu sei como é. Já comi muito viado casado! – Respondeu ele, enquanto sua rola crescia na minha mão.
- Ótimo, bom saber disso! – Falei, ao mesmo tempo que tirava a rola dele pra fora da bermuda e abaixava a mesma, junto com sua cueca.
A rola dele era grande, medindo uns 19 cm e era um pouco grossa. Sem tirar a mão e os olhos da rola do macho eu também tirei meu short, ficando pelado da cintura para baixo.
- Se você for discreto a gente pode repetir a brincadeira sempre que pudermos! – Disse, ao mesmo tempo que ficava de costas para ele e encostava o meu burrão na sua rola.
- Claro, eu vou querer sim! – Falou o macho, ao mesmo tempo que me abraçava por trás e ficava sarrando o pau na minha bunda.
- Ah, eu estou cheio de vontade dar o cu! – Falei, com a voz carregada de desejo, enquanto esfregava meu burrão na pica dura do macho.
- Delícia de rabo, viado! – Retornou ele, esfregando a rola na minha bunda.
Em determinado momento coincidiu da cabecinha da sua pica ficar bem na minha entradinha. Nessa hora eu fiquei com tanto tesão que comecei a forçar meu corpo pra trás, como se quisesse engolir aquele objeto de prazer.
- Mmm, você gosta assim na pele, é viado? – Perguntou ele.
- Gosto, mas é perigoso. A gente nem se conhece direito! – Falei, fazendo cu-doce, mas torcendo pra ele insistir em me penetrar assim na pele.
- Que nada. Eu sou saudável! – Falou ele.
- Não sei. É perigoso! – Respondi.
Daí pra frente ele, sem afastar a cabeça da pica da minha entrada, continuou a insistir e eu a fazer cu-doce, mas acabei cedendo quando ele fez uso da velha e conhecida frase mentirosa:
- Eu vou botar só a cabecinha só pra você sentir e depois eu tiro tá?
- Tá, mas é só a cabecinha mesmo, ouviu? – Topei, já sabendo que a coisa não iria parar por ali, pois eu sabia (e ainda sei) que homem é foda... Depois que passa a cabecinha, já era... Kkkkkk...
Eu então me posicionei em pé de frente para uma das paredes do corredor, apoiei minhas mãos nelas, abrir as pernas na largura dos ombros, dobrei os joelhos levemente e arrebitei o burrão. O macho então se posicionou atrás de mim, entre as minhas pernas e começou a tentar enfiar sua rola em mim, mas como estávamos bem secos a penetração estava ficando complicada e dolorida.
- Ai, tá doendo. Espera um pouco! – Falei, ao mesmo tempo que me ajoelhava no chão na frente do macho e abocanhava a cabeçona da sua piroca.
Paguei então um boquete bem gostoso e molhado na pica do macho e deixando ela bem lubrificada para se introduzir em mim. Quando vi que a vara já estava no ponto me levantei e me posicionei novamente para dar o cu. Porém, ao contrário do que eu imaginava, o macho não quis se enfiar de imediato em meu burrão, mas, se agachando atrás de mim, me deu uma gostosa chupada no cu. Sentir a língua áspera e molhada dele invadindo meu buraco me deu um tesão enorme.
Após um tempo assim ele se levantou e tentou novamente introduzir a cabeçona em mim. Dessa vez, com o cu e a pica devidamente lubrificados, sua ação teve pleno sucesso. Aos poucos senti a cabeçona me alargando e me invadindo, ganhando espaço dentro de mim. Quando, enfim, ela entrou toda, meu anel de couro a envolveu e eu dei um suspiro de alívio e prazer.
- Ai, que piroca gostosa! – Gemi de prazer, ao mesmo tempo que dava leves reboladas no pau do macho.
- Ah, que cu gostoso você tem, viado! – Gemeu ele, ao mesmo tempo que dava tapas na minha bunda.
Ficamos assim engatados por pouco tempo até que notei que ele estava se enfiando mais para dentro de mim.
- Ah, safado, é só a cabecinha! – Fingi reclamar.
- Ah, deixa só mais um pouquinho? Tá gostoso, não tá? – Insistiu ele.
- Tá gostoso, mas é perigoso!
- Que nada. Vou botar só até a metade, tá?
- A metade é muito. Seu pau é muito grande! – Fingi novamente reclamar, ao mesmo tempo que sentia a rola do macho se introduzindo aos poucos dentro de mim.
- Grande nada. É normal. Deixa eu botar tudo, deixa? – Pediu ele, com a voz cheia de desejo.
- Não, é perigoso. Melhor tirar agora! – Respondi, rebolando o cu na vara.
- Não é perigoso, não... É gostoso! – Falou o macho enquanto se introduzia todo dentro de mim.
- Aaaaaah! – Suspirei de prazer quando os 19 cm de rola grossa se alojou todo dentro do meu cu.
- Pronto, estou todinho dentro de você! - Anunciou orgulhoso o macho.
- Ah, safado, nem me conhece direito e já tá botando no meu cu, na pele! – Falei, sorridente, enquanto rebolava gostoso na pica.
- É, e agora eu vou comer esse seu cuzão gostoso! – Disse o macho, ao mesmo tempo que me segurava forte pela cintura e começava a socar rola em mim.
- Ah, seu safado... Cachorro...! – Gemi na pica do macho.
- Safado é você, viado filho-da-puta... E eu vou arregaçar esse seu cu pra você se lembrar de mim, vadia! – Gemeu ele.
Daí pra frente o macho me deu uma verdadeira surra de pica. Sua rola entrava toda dentro do meu cu e saía quase escapulindo de dentro de mim.
- Ai, meu cu, caralho, tá doendo... Vai devagar, porra... Tá doendo, caralho...! – Gemia eu.
- Cala a boca, filho-da-puta... Viado que se preza tem que aguentar rola sem reclamar... Vou arregaçar esse seu cu e te deixar bem arrombado, bichona safada...! – Falou o macho.
Vendo que não havia nenhuma possibilidade do macho sair de dentro de mim antes de se saciar plenamente, resolvi aguentar calado a surra de pica que estava levando, sentindo o vai-e-vem da rola dura entrando e saindo de dentro do meu cu. Depois de um bom tempo assim o macho anunciou que ia gozar:
- Ah, viado, eu vou gozar... Vou encher esse seu cu de leite... Você quer?
- Ai, quero... Goza no meu cu, goza... Enche meu cu de leite, vai... Me faz um filho pelo cu, vai...!
Ao ouvir minha resposta o macho se enfiou todo dentro de mim, me abraçou forte pela cintura e começou a urrar de prazer:
- AH, CARALHO, EU VOU GOZAR... AAAAAAH, FILHO-DA-PUTA... CARALHO... AAAAAAAAH... AAAAAAAAAAH... AAAAAAAAAAAH... PUTA-QUE-PARIU... AAAAAAAAAAAAAAAH!
- Goza, goza tudo, goza... Assim... Enche meu cu de porra... Isso, goza tudinho, goza! – Fiquei gemendo e rebolando devagar com a rola do macho toda enterrada dentro de mim e sentindo seu leite enchendo meu cu e escorrendo para fora do meu buraco-do-prazer.
Após gozar tudo ele ainda ficou um tempo abraçado comigo, com a piroca dentro do meu cu, até que ela amoleceu e escapuliu de dentro de mim.
Ele então me largou e eu, me ajoelhando na frente dele, abocanhei a sua pica e chupei todo o leitinho que ainda havia ali.
Após isso nós nos vestimos, conversamos um pouco e ele foi embora. Nunca mais nos vemos depois desse dia.


Autor: Mauro
E-mail - Não Divulgado
Skype - Não Divulgado
FONTE - Conto Encontrado no WhatsApp.


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