Tudo aconteceu num dia de chuva forte aqui no Rio.Sabe como é no Rio de Janeiro quando chove é aquele caos.

Era por volta de 22 horas e eu estava vindo do trabalho, quando fui surpreendido pelo temporal, e naquele corre-corre acabei me molhando todo.

Depois de muito correr avistei uma cabine da PM que ficava num lugar mais ou menos deserto no centro da cidade, próximo a Avenida presidente Vargas, bem ao lado da prefeitura municipal, evitei pedir abrigo, pois temia uma negativa.

Quando olhei para mim encorajei-me, pois estava molhado da cabeça aos pés, e além de ensopado eu também sentia muito frio.

Aproximei-me e vi que lá dentro estavam 2 policiais, perguntei a eles se eles não se incomodariam em me deixar ficar lá até que a chuva passasse, e eles: Absolutamente, pode entrar e ficar o tempo que quiser, o que eu recusei entrar pois estava muito molhado e podia molhar a cabine deles que já era pequena, no que eles retrucaram: Deixa de bobagem garoto, entra que aí fora está chovendo muito forte, senão você vai acabar adoecendo, falou um dos PMs de nome Silva, e continuando disse: tira a camisa molhada para não se resfriar, o que fiz imediatamente e fique balançando ela a medida que conversava com eles.

Como o frio estava aumentando eu fiquei com os peitos todos arrepiados, no que o Silva falou: Entre pra cá rapaz pois aqui dentro da cabine está quentinho e vai te fazer bem, apesar de aqui ter dois marmanjos, mas pelo menos você se aquece.Aceitei e só aí eu vi que eles realmente tinham razão, pois lá estava bastante aconchegante, e nisso o Ruy, que era o outro policial me ofereceu um cafezinho que também ajudou bastante.

Continuamos a falar de todo aquele temporal e eis que percebi o Silva olhando para o bico do meu peito que ainda se encontrava durinho de frio e comentou: Puxa você não tem pêlo nenhum no corpo né?Aí o Ruy completou, olha só os braços dele não tem nada de pêlo. Eu disse que era de família, pois todos em casa eram também assim, e ele começou a coçar o saco e a apertar a rola olhando volta e meia pra mim, eu disfarçava, mas de vez em quando passava os olhos por ali, e também observei que o Silva também já se encontrava de pau duro, e então comentei que a chuva já estava parando e nisso já era 2 horas da manhã e eles falaram: é, mais parece que ainda vai chover muito.

O Ruy continuando a amassar a rola dentro da farda perguntou se o meu corpo era todo lisinho assim mesmo ou era eu quem raspava? Eu falei que era natural e ele atrevido: na bundinha também? E eu: é, também. E o Silva mais que depressa e já de rola bem dura afirmou. O cuzinho também, né.

Fiquei corado de vergonha, mas não pude resistir, estiquei minha mão e fui de encontro ao meio de suas pernas grossas e torneadas e enchi a mão e o soldado já estava doido de vontade de ser massageado e pude então sentir todo aquele volume quente nas minhas mãos trêmulas de medo e emoção, enquanto o Silva em pé ficou olhando para a rua para ver se não vinha ninguém , aproximava seu corpo da minha cara onde eu podia sentir o cheiro do macho e ver a rola pulando dentro da farda com muito tesão.Os dois pareciam que não transavam a dias.

Aí eu não resistindo mais, colei os meus lábios sobre as suas calças e ele apertou contra mim fazendo eu sentir mais ainda aquela pulsação de rola grande e grossa.Daí em diante foi tudo maravilhoso, abriu o feiche-eclair e botou pra fora toda aquela vara de veias azuis que já se encontrava babando de tanto tesão, arregaçou bem devagar para que eu percebesse o quanto era gostoso e me mostrou aquela cabeça rosada e muito bem feita, que eu não mais resistindo caí de boca e chupei a vontade, não me fiz de rogado, engolia toda a caceta daquele soldado, deixando louco de prazer ao ponto de lhe arrancar verdadeiros suspiro e gemidos de tesão. Ele dizia: Como você chupa bem cara, que boca gostosa que você tem, e continuou me socando a pica até a garganta, depois tirava e metia novamente.

O Ruy, já não resistindo mais, vendo aquela cena e já de rola dura também, começou a tirar a minha calça, e eu meio sem jeito disse: Pode passar alguém aí e ver.

Aí ele muito machão falou: Deixa de frescura viadinho a autoridade aqui somos nós, desse logo esta calça que eu vou comer teu cuzinho lisinho vai seu puto, tu vai agüentar a minha rola todinha até o saco encostar os pentelhos na tua bundinha, viu gostosinho, no que fiz rapidinho, pois não queria perder esta bôca. Desci a calça depressa e antes que ele me comesse dei-lhe uma gostosa chupada que também já estava toda babada a pica dele, que gostosa.Aí ele falou: Chupa viado gostoso, vou lhe encher o cu de porra, lubrifica bem esta vara que é pra entrar legal nesse rabinho sem dó nem piedade, vou te fuder legal, você vai ver.

Fica de quatro aí que eu vou te comer agora, e enquanto eu te fôdo você chupa a rôla do Silva, certo? E eu concordei imediatamente e a vara entrou legal, ele começou bem devagar e depois foi acelerando até não agüentar mais e gozou legal dentro do meu cu, eu podia sentir os jatos da porra entrando pra dentro de mim, e logo em seguida ele tirou o pau do meu rabo e o Silva não perdeu tempo já estava quase gozando também, e penetrou-me que com a porra do Ruy que estava na porta do meu rabo não teve dificuldade em entrar também todo dentro de mim e foi socando,socando e gozou também e mais uma vez eu podia sentir o meu cu todo cheio de porra, de porra daqueles dois PMs que numa madrugada só me fizeram tão feliz.



Autor:Zezinho
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FONTE - Conto Retirado da Internet