Havia há algum tempo que uma dúvida me atormentava. Um dia minha mulher resolveu me excitar de uma forma diferente, com certeza ela deve ter recebido conselhos de alguma amiga mais liberal, e resolveu experimentar comigo.

Uma noite estávamos de sacanagem, ela chupava meu saco, estava tão bom que resolveu arriscar e foi descendo até chegar no meu rego. Que delicia que foi a sensação que tive, eu abri bem minhas pernas, para que ela alcançasse com a língua o mais profundo do meu cuzinho, era um sinal de aprovação, principalmente pelos meus suspiros de desejos.

Ela voltou a chupar meu pau deliciosamente e quando sentiu que meu gozo se aproximava, lubrificou seus dedos com a boca e carinhosamente começou a enfia-los no meu anus. Que sensação maravilhosa, mal acabou de encaixar 2 dedinhos totalmente la dentro, eu não aguentei e gozei feito um louco. Havia muito tempo que eu não sentia tanto prazer.

Confesso que no princípio fiquei preocupado, principalmente pelo fato de ela imaginar que eu poderia gostar da dar o rabo ou seja de eu ter desejos gays. Ela inteligentemente me convenceu que isso era normal que ela apenas tinha excitado a minha próstata. Que todos os homens esclarecidos faziam e gostavam de sentir essa sensação.

A partir daquele dia , toda nossa vida sexual mudou, eram raras as vezes em que ela não excitava a minha próstata, sempre enfiando seus dedinhos, pensamos inclusive comprar um excitador vendido nas casas de objetos sexuais. Eu não falava, mais cada vez eu gostava que enfiasse mais fundo com vários dedinhos. Comecei então a me masturbar escondido dela, enfiava cenouras no meu rabo para me satisfazer, e eram cada vez maiores.

Isso estava me deixando confuso, principalmente porque comecei a imaginar que era um pau de verdade cada vez que gozava. Já estava desejando uma transa real com outro homem.

Um dia , tínhamos bebido um pouco a mais, e resolvi pedir pra ela que enfiasse alguma coisa mais grossa pois queria sentir outro prazer, pois os dedos não me davam tanto tesão . Ela ficou empolgada, foi na cozinha e trouxe uma linguiça calabresa. Levei um puta susto, era do tamanho do meu pau, fiquei com medo, mais a vontade de provar foi muito maior, ela ainda me incentivou dizendo que se ela aguentava fácil a minha, com jeitinho eu ia gostar também. Aprovei a ideia, mas disse que eu teria que enfiar pois não queria sentir dor, só prazer. Ela colocou uma camisinha, passou lubrificante na minha bunda e me deu a linguiça bem melada de lubrificante.

Me deitei de barriga pra cima, encaixei ela bem na minha portinha e forcei a entrada. Não sei se foi devido as minhas punhetas com as cenouras que facilitou, mas na segunda estocada meu cu abriu e entrou um pouco e foi bem fácil. Não doeu nada e eu disse sussurrando que aquilo foi gostoso demais. Comecei então a me mexer deixando ela ir entrando aos poucos bem gostoso. Minha mulher vendo que eu praticamente rebolava naquela tora, aproveitou e começou a chupar meu pau deliciosamente. Confesso que fiquei louco e esqueci da minha esposa, fui enfiando cada vez mais fundo aquela tora dizendo que era uma pica me arrombando, que queria um homem pra me fuder e me arrombar todo, não aguentando mais de prazer gozei alucinadamente.

Depois que acabei de gozar, não acreditei pois tinha enfiado mais da metade da linguiça no meu cu, ela vendo a minha felicidade, aproveitou e me beijou deixando entrar todo meu esperma, na estava na sua boca me fazendo engolir com maior prazer aquele liquido quente e salgado. Ficamos assim parados curtindo aquele momento até que resolvi falar.

Comecei dizendo que aquilo tinha sido um dos maiores prazeres da minha vida e perguntei se ela toparia transar com outro homem. Me disse que não e se soubesse que eu teria transado com outra pessoa, pra ela seria traição seja com homem ou mulher. Afirmou que aquilo era pra me satisfazer, mas seria somente isso e mais nada. Fui dormir desapontado, mas realizado e com um pouco de medo, eu teria descoberto um novo desejo secreto e proibido?

Passados alguns anos, esse desejo estava adormecido apesar de continuar transando com ela experimentando outras loucuras, eu continuava as vezes me masturbando com as minhas cenoura e linguiças, esperando aparecer alguma oportunidade segura.

Sem planejar ela apareceu naturalmente, e foi a loucura mais desejada da minha vida. Um dia levei minha mulher numa cidade vizinha pra ela visitar sua mãe que internada no Hospital e resolvi beber uma cerveja e encontrei um barzinho com chopp, tocando uma música de mpb na tv, duas coisas que eu adoro e resolvi entrar.

O bar estava bem vazio, me sentei num canto e o garçom veio logo me atender. Notei que ele era muito educado e bem inteligente, elogiei o ambiente, a decoração e o gosto musical. Ele agradeceu e disse que era o dono junto com o amigo que estava no balcão. Após beber alguns chopes, ele perguntou se queria conversar pois como não tinha mais ninguém no bar, ele tinham um horário de funcionamento e que como eu estava sozinho, perguntou se queria bater um papo.

Conversamos sobre vários assuntos e notei que tínhamos a mesma opinião sobre vários deles, mas quando começamos a falar sobre família, ele me perguntou se eu era totalmente esclarecido. Disse lhe que sim, então me contou que ele era casado com seu sócio. Aprovei seu relacionamento e fiquei feliz por ele. Ele aproveitou e me apresentou seu sócio e companheiro. Após rimos da situação, e vendo que eles eram pessoas esclarecidas, decidi arriscar a confessar esse meu desejo reprimido. Comecei a contar desde o inicio , das minhas experiências da linguiça com minha esposa, da cenoura, enfim desse meu desejo secreto . Nisso chegaram clientes e seu sócio disse que os atenderia para que ficássemos mais a vontade.

O Mario me disse que era normal o homem ter tesão no rabo, mas que era difícil aceitar, pois a sociedade não permitia. Continuamos nosso papo sendo que agora de uma forma bem picante, com ele me contando quando começou a ter desejos homossexuais, me dando dicas de como gozar gostoso e outras dicas. Nisso meu telefone toca.

Era minha mulher dizendo que não poderia mais ficar com sua mãe e me pediu para busca-la em 1 hora pra voltarmos pra casa. Mario escutando meu papo, me pediu licença e disse que já voltava.

Quando voltou, me chamou, pegou na minha mão e me levou para o fundo da loja, entramos numa espécie de deposito, ele trancou a porta e me disse que estava cheio de tesão, com muita vontade de tirar meu cabaço e que iria realizar meu desejo.

Me abraçou, me deu um beijão na boca e começou a tirar sua calça. Tirei seu pau pra fora da cueca e senti que estava todo molhadinho de porra, então não aguentei, me ajoelhei e pela primeira vez senti uma pica de verdade na boca. A sensação de chupar aquele mastro durinho, bem quente e todo melado com gostinho salgado, me deixou alucinado e lhe implorei para que gozasse na minha boca. Aumentei o ritmo da chupada e logo senti ele gritando de tesão, apertou minha cabeça deu metida forte e parou. Senti seu pau inchar e logo um jato forte e melado inundou minha boca. Engoli tudo com maior prazer, voltei a chupar e ele continuou jorrando muito esperma quente e melado.

Quando acabou, cuspi na minha mão todo esperma que sobrou e espalhei ele todo na minha bunda, deixando meu cuzinho bem lubrificado. Ele me levantou, encaixou seu pau que continuava duro entre as minhas coxas e nos beijamos loucamente com ele tentando chupar todo o gozo que ainda estava na minha boca. Fiquei roçando aquela pica quente entre as minhas coxas . Ele sentindo o meu tesão, ficou com o dedo fazendo carinho no meu buraquinho e sentindo meu desejo foi enfiando bem devagarinho. Suspirei de prazer, ele aproveitou enfiou outro e logo um terceiro. Senti um desejo louco de provar aquele mastro me possuindo, me virei, encostei minha bunda no seu pau e lhe implorei que me comesse bem gostoso.

Ele me levou para trás de um armário, me fez dobrar sobre uma mesa e logo senti o pau dele fazendo carinho circulares no meu cuzinho. Ele então encaixou bem na portinha e foi empurrando. Eu como estava com muito tesão, ajudei abrindo meu buraquinho que engoliu fácil e gostoso toda a cabecinha. Senti um misto de dor e prazer e disse isso a ele. Ele esperou um pouco e meteu mais um pouquinho.

Nossa que coisa deliciosa, gritei de prazer dizendo que queria aquela pica me arrombando todo. Ele concordou me chamou de gostoso, de cuzinho apertadinho e que iria me dar uma surra de pica, e foi empurrando bem devagarzinho deixando seu pau ir entrando todinho. Aquilo foi demais pra mim, comecei a rebolar naquele pau, dizendo que eu queria mais e mais, que me fodesse gostoso, que eu era uma putinha, um viadinho. Dizia já gritando que eu queria gozar naquele pau durinho.

Senti que ele aumentou os movimentos dizendo que meu era cu era muito gostoso, apertadinho. Nisso ele me levantou, me abraçou bem forte, começou a meter de baixo para cima de uma forma plena, sentia seu pau entrar bem fundo e completo, uma delícia. Nisso pegou no meu pau que estava todo melado de gozo e começou a me masturbar. De repente, ele me apertou mais forte e gritou de prazer dizendo que estava gozando gostoso demais, senti meu cu se encher de porra e eu não aguentando mais gozei muito junto com ele.

Após acabarmos, ele lambuzou minha boca com o meu esperma e me beijou loucamente na boca. Uma delícia, eu estava sonhando, tinha sido um dos maiores prazeres que eu tinha sentido. Ele saiu dizendo que ia pegar um papel higiênico e já voltava.

Quem voltou com o papel foi o Roberto, seu sócio, ele aproximou já me abraçando, me deu um beijo na boca e foi perguntando se eu tinha gostado. Amei, lhe respondi, a melhor coisa que tinha me acontecido. Ele foi me empurrando contra mesa e disse: Quer mais. Eu afirmei com a cabeça.

Ele me deitou, levantou bem minhas pernas em volta do seu pescoço, deixando meu cuzinho bem aberto, deitou sobre mim, encaixou seu mastro bem no meu buraquinho e começou a tirar um sarro bem gostoso.

Sentia sua pica quentinha toda melada de tesão na minha bunda. Aquilo estava sendo uma delicia mas quando comecei a sentir sua cabecinha encostando e forçando a entrada no meu cuzinho, me deu um calafrio de desejo e sem pensar em mais nada, liberei toda aquela tara reprimida e lhe implorei pra que enfiasse gostoso de uma vez.

Ele me abraçou forte e me perguntou se era isso que realmente eu queria. Eu sentindo aquela cabecinha quentinha forçando meu cuzinho, lhe disse que queria sentir aquele mastro grande gostoso entrando e me arrombando todinho. Ele então forçou a entrada e meu cuzinho logo abriu, deixando entrar aquela piroca grossa e quente. Eu gritei de prazer dizendo que aquilo era uma loucura, lhe implorei para que enfiasse logo tudo que eu queria sentir ele me rasgando por dentro.

Eu estava adorando sentia seu pau sair quase todo e em seguida penetrar bem forte e ficar todo enterrado dentro de mim. Eu gritava cada vez que ele enfiava tudo, falando pra ele me comer gostoso, meter com força, que eu era sua putinha agora e que ele jorrasse aquele leitinho dentro mim.

O prazer e a sensação daquele mastro me penetrando me fez gozar de novo como nunca, só sentindo sua barriga e minha mão, gritando feito um louco, eu estava totalmente fora de mim. Ele continuou a socar meu rabo cada vez mais rápido com aquele mastro delicioso dizendo que meu cuzinho era muito apertadinho e que não aguentava mais , que iria gozar. Ele deu um grito e me apertando forte, disse que estava gozando muito gostoso. Senti então meu cu cheio de porra novamente, sua pica entrava e saia do meu buraquinho toda molhada, deixando meu rabo cada vez mais melado, seu mastro me penetrava mais fácil e gostoso, fazendo um barulho de sacanagem.

Quando acabou, deixou seu pau encaixadinho dentro de mim esperando que amolecesse, me beijou e disse que queria de novo. Nisso toca o telefone de novo, com a minha mulher preocupada pela minha demora. Me limpei rapidamente agradecendo e dizendo que iriamos nos encontrar novamente em breve e que faríamos tudo de novo e melhor juntos.

Peguei minha mulher e voltamos pra casa, eu totalmente realizado sentindo meu cuzinho aberto e cheio de esperma de gozadas maravilhosas, claro que voltei outras vezes e foi melhor ainda, inclusive com a minha mulher.

Isso eu conto em outra oportunidade.



Autor:Fernando
E-mail - f-silva-filho2016@bol.com.br
Skype - Não Divulgado
FONTE - Conto Enviado pelo Internauta