A minha primeira transa foi a mais traumática, eu era bem bobinho e e eu sempre colecionei uns carrinhos de metal que se chamava matchbox, tinha um vizinho que morava no andar de cima que sabendo que eu tinha também esses carrinhos, me convidou a ir no seu apartamento para conhecer sua coleção. Fui sem nenhuma má intenção. Depois de ver todos seus carrinhos, notei que ele tinha alguns que faltavam pra minha coleção. Sentindo então meu desespero, me disse que me daria alguns carrinhos, se eu realizasse algumas brincadeiras. Então ele tirou o pau pra fora e pediu pra que desse alguns beijinhos nele. Antes que eu respondesse, ele me prometeu que não contaria nada a ninguém.

Concordei, aqueles carrinhos eram muito difíceis de conseguir. Me aproximei do seu pênis e comecei a dar beijinhos naquela cabecinha, em seguida ele me disse que era pra colocar dentro da boca e chupar igual picolé. Senti que estava todo melado, que tinha um gosto salgadinho, fui chupando até que ele começou a mexer, metendo seu pau todo na minha boca, começou sussurrar dizendo que estava gostoso e logo gozou inundando toda minha boca de porra. Cheguei a engolir um pouquinho e o resto deixei que escorresse pra fora.

Depois que ele acabou de gozar, ele me deu um carrinho e logo me ofereceu 5 que faltava pra minha coleção, se eu deixasse que ele botasse na minha bundinha. Neguei, alegando que podia doer muito. Me disse que seria só um minuto e que podia até olhar no relógio. Me deu um relógio despertador para que eu avisasse a ele quando chegasse a 1 minuto. A oferta era irrecusável, então permiti que ele me comesse durante apenas um minuto.

Ele me levou pro quarto da mãe dele, me deitou na cama, colocou um travesseiro debaixo de mim deixando minha bundinha bem arreganhada, abaixou minha bermuda, lambuzou meu cuzinho com vaselina, segurei o relógio na minha frente e esperei a penetração. Senti ele encostar cabecinha no meu cuzinho virgem e começou a tentar enfiar. No principio não conseguiu, me pediu então que eu forçasse meu cu pra fora pra ajudar. Forcei e logo senti seu pau entrar. Soltei um grito de dor, implorava que ele tirasse tudo, mas ele fez o contrário, continuava mexendo enfiando cada vez mais fundo.

A dor estava insuportável ele metia cada vez mais forte , com as mãos tampou minha boca para que eu parasse de gritar e logo senti meu cuzinho encher de gozo. Apesar da dor diminuir um pouco, pedi pra que ele tirasse logo. Assim que saiu corri pro banheiro , sentindo a porra que ele tinha jorrado dentro de mim escorrendo nas pernas. Agora o que me assustou foi quando me limpei, sentia meu cu todo aberto, e o papel estava sujo de sangue. Fiquei muito preocupado, peguei meus carrinhos e fui embora com o cu arrombado e ardido. Demorou quase uma semana para parar de arder, evitava me encontrar com ele. Tive sorte e logo ele foi estudar na Inglaterra.

Passados 2 anos ele voltou e como morávamos no mesmo prédio, não teve como evitar, dias depois, eu estava indo para o colégio, e encontrei ele no elevador. Me pediu desculpas, disse que estava arrependido e para me compensar, me contou que trouxe os últimos carrinhos da coleção e se eu quisesse, ele me esperaria no apartamento dele depois do colégio. A princípio fiquei desconfiado, mas a curiosidade de ver o que ele tinha trazido foi muito maior. Sai do colégio e fui direto para o seu apartamento. Ele ficou muito contente e novamente me pediu desculpas e me garantiu que nunca mais iria acontecer aquilo de novo.

Me mostrou todos os novos carrinhos e claro, fiquei maravilhado com as novidades que ele trouxe. Notando meu deslumbramento, me fez uma proposta tentadora. Cada vez que eu desse uma chupada no seu pau, ele me daria 2 carrinhos e sentindo minha preocupação, acrescentou, era só chupar gostoso até ele gozar que eu ganharia os brinquedos. Aceitei na hora e ele vendo minha empolgação, incluiu apenas uma exigência, eu tinha que engolir toda a porrinha que ele soltasse, nas palavras dele seu pau tinha que ficar limpinho. Eu queria muito completar minha coleção aceitei na hora, ele abaixou suas calças, tirou a cueca e se sentou na poltrona com aquele pauzão durinho e me disse:

- Vem meu garotão vem beber meu leitinho quentinho, vem fazer um boquete bem gostoso.

Como eu já tinha chupado ele antes, não foi difícil, me ajoelhei e comecei a lamber aquele pênis todinho. Não era tão ruim assim, só os suspiros de prazer dele, me realizava de alguma forma. Acho que estava despertando em mim um lado feminino, um lado de ser dominado que eu não conhecia. Depois de algumas lambidas e chupadas rápidas, ele gozou forte e quente, e conforme o combinado, fui engolindo tudinho. É claro que o esperma tem um gosto estranho, mas a sacanagem desfaz qualquer paladar, e o prazer de satisfazer outra pessoa é muito maior. Ele mandou escolher qualquer carrinho e me disse que me chamaria de novo. No dia seguinte ele me chamou e na primeira semana, chupei ele todos os dias. Durou uns seis meses eram 2 vezes certas, por semana.

Um dia ele me chamou, dizendo que tinha uma coisa muito importante para me falar. Me disse então que iria se mudar e morar no exterior, queria fazer outra proposta pra mim. Como já tínhamos muitas intimidades, foi direto ao assunto. Ele queria me comer de novo, e mostrar que seria muito gostoso pra mim também, confessou que da primeira vez ele era inexperiente e que sabia o que eu tinha sentido, mas que desta vez seria bem diferente. Notando meu interesse também, me ofereceu todos carrinhos da sua coleção por uma vez só.

Ele nem deixou eu falar e me explicou que era só eu sentar no seu colo e depois que entrasse todo seu pau no meu cuzinho, era rebolar e mexer bem gostoso até ele gozar no meu cuzinho, completou dizendo que eu iria controlar a forma que iria me penetrar, se doesse, era só eu parar e pronto. Aceitei e impus uma condição, se eu não aquentasse, não insistiria mais. Ele concordou e me pediu pra que aceitasse umas brincadeirinhas antes.

Aceitei, ele então ficou em pé atrás de mim, apertou e elogiou a minha bundinha dizendo que era arrebitada, começou a tirar um sarro gostoso dela e foi tirando a minha roupa, me deixando pelado, tirou sua roupa também, encaixou seu pau e voltou a esfregar ele de novo no meu rabo. Confesso que gostei, mas o nervosismo não me deixava relaxar e ele sentindo isso começou a acariciar meu pênis, como eu suspirei de prazer, ele lubrificou seu dedo e foi enfiando ele bem devagar no meu buraquinho. Achei gostoso, e como não reclamei, ele enfiou outro dedo dizendo que era para alargar meu cuzinho para não senti nenhuma dor. Ele parou se sentou na poltrona e me pediu pra sentar e controlar a penetração do seu pênis.

Me coloquei entre as suas pernas ele lambuzou minha bunda com lubrificante, fui me abaixando, com ele guiando sua pica e encaixou bem na minha portinha. Com as mãos me apoiei nos braços da poltrona, e fui me sentando em cima daquele mastro. Senti ele forçando meu cuzinho que foi abrindo bem devagar e logo engoliu toda a cabecinha. Doeu muito e eu logo tirei ela do meu rabo. Eu estava preocupado, mas como ele começou a acariciar meu pau de novo, me deu tesão e relaxei, me pediu que tentasse de novo pois não iria doer mais, pois meu cuzinho já tinha sido aberto pela sua cabecinha. Eu como babaca acreditei e tentei de novo. Como eu me apoiava nos braços da cadeira, fiquei tranquilo e fui deixando aquela pica tentar entrar de novo. Forcei e novamente senti dor quando entrou.

Ele me segurou pela cintura e implorou pra que esperasse um pouquinho ate meu cu acostumar e parar de doer. Como não parou disse que iria me levantar e ele malandramente abriu seus braços e empurrou minhas mãos pra fora dos braços da cadeira que perdeu o apoio, deixando meu corpo cair e logico seu mastro entrou me arregaçando todo de uma só vez. Gritei de dor e ele me abraçou me impedindo de sair dali. Quando me acalmei, ele apenas me fez lembrar da coleção completa que iria ganhar com os carrinhos dele. Como a dor tinha diminuído um pouco, concordei em continuar e me pediu pra rebolar e me mexer pra frente e pra trás.

Comecei a rebolar como ele tinha pedido, era um misto de dor e prazer, me pediu pra que fosse mais rápido e depois mais forte. Fui mexendo cada vez mais rápido e no auge ele começou a me masturbar dizendo que eu era um viadinho gostoso demais, que meu cuzinho apertava o pau dele inteirinho e que ele não estava aguentando mais com vontade de gozar.

Senti meu cu, se encher de porra quente, era diferente e apesar da dor gozei bem gostoso também. Depois que acabamos, fui no banheiro me lavar e deixar aquela porra toda sair do meu rabo. Estava todo dolorido, mas valeu a pena, eu ganhei uns 30 carrinhos inéditos e perdi definitivamente o cabaço do meu cuzinho. Por sorte minha ele logo se mudou e nunca mais o vi...



Autor:Fernando
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta