A rola do cara pulsava dentro da minha boca. A glande parecia inchar mais e mais.

Eu segurava firme a base daquele cacete gostoso, movia lentamente a pontinha dos dedos mindinho e anular pelas bolas dele, e trazia minha boca para cima, para baixo, alternando com movimentos em espiral e lambidas do saco à glande.

O cara urrava, rosnava, repetia "delícia" sem parar, apoiava as mãos em minha cabeça e tentava meter mais fundo. Em determinado momento, a ponta do pau duro dele tocou minha amídala, e eu quase vomitei.

Apesar do meu mau estar, o cara adorou, parando para dizer que ele tinha sentido o meu "grelinho do céu da boca" tremer com aquele toque. Era minha amídala, lutando bravamente com o invasor delicioso.

Eu parei para respirar, sorri com o comentário, olhei novamente para aquela pica na minha mão, bem torneada, cheia de veias, com uma glande avantajada, como um cogumelo pontudo, e já toda molhada com a minha saliva.

Não pude deixar de sentir uma enorme felicidade pelo fato inesperado que me levava para aquela nova situação. Dois homens?? Eu deveria estar louco mesmo.

Mal pensei nisso tudo e senti alguns dedos em minha cintura, abrindo espaço pelo elástico do meu short, na tentativa de abaixá-lo. Era o motorista, com o braço esticado para trás enquanto dirigia com apenas uma mão, querendo sua parte da conquista.

Soltei minhas mãos, sem tirar a boca daquele pau que esticava meus lábios, e avançava mais profundamente em minha garganta, e desamarrei meu short para facilitar o trabalho.

Meu amigo de banco traseiro então deu uma bronca no motorista, dizendo para ele cuidar da direção e evitar bater o carro.

Mas o motorista tinha sido rápido, e, já tendo arriado o meu short até as coxas, eu senti sua mão grande, de dedos longos, apalpar meus glúteos, amassá-los, apertá-los, a seguir um tapa bem encaixado e uma dedada leve em meu cuzinho que piscava sem parar.

Subitamente ele parou e voltou a mão para a direção. O cara do banco de trás procurava uma posição melhor para se sentar, colocou as costas mais pro alto e puxou minha cabeça de volta para o contato com aquela delícia de cacelete.

Eu fechei os olhos e caí de boca novamente, já empurrando minha cabeça para deixar seu pênis ereto tocar mais fundo em minha gartanta que perdera um pouco da sensibilidade. Uma loucura.

Então ele perguntou para o motorista se faltava muito para chegar na casa...antes que o motorista respondesse, ele mesmo exclamou: nossa, já aqui?!

Eu parei, me levantei para olhar pela janela, e vi um grande portão de ferro se abrindo automaticamente, de forma lenta e pesada, entre dois muros altos, cobertos de trepadeira.

O cara do banco de trás puxou novamente minha cabeça, nossos olhos se cruzaram, e ele me disse que eu ficasse tranquilo, pois estávamos chegando na casa dos patrões deles que estavam em viagem ao exterior.

Disse que a casa era só nossa. Eu disse que não poderia me demorar. Ele respondeu "relaxa"! Além do horário, eu me preocupava se aguentaria dois homens.

Já havia visto filmes pornôs com dupla penetração, e sempre achei aquilo uma coisa de outro mundo. Mas eu desejava aquela situação profundamente.

O carro avançou e eu ouvi o barulho do portão de ferro se fechando, um som estridente de ferro raspando em ferro, seguido de uma pancada mais forte sinalizando o cerramento total, e eu me senti entregue ao meu destino.

O carro se movia, avançava lentamente por um chão irregular, provocando balanços em nossos corpos no banco de trás. Eu simplesmente não parava de mamar aquele cacete maravilhoso.

De repente, o carro parou, foi desligado e eu finalmente saí da posição de joelhos e me sentei no banco, ao lado do meu tesão do sexo oral.

A porta dianteira se abriu e uma bela mão ofereceu apoio para eu sair.



Autor: Oscar
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