Conheci Carlos Manoel quando eu tinha 16 anos e ele 32. Era uma tarde de um domingo de dezembro de 1974.

Foi mais ou menos por volta das 15 horas quando eu me dirigi para uma para de ônibus, pois iria no centro da cidade deixar uma encomenda na casa de um cliente do meu tio.

Ao chegar na parada do ônibus me deparei com um rapaz um pouco mais velho que eu, bem interessante; corpo esguio e bem arrumado. Me pareceu atraente e insinuante.

Logo desconfiei que ele gostava de um cuzinho, então comecei a lançar-lhe alguns olhares seguidos; o que ele correspondeu.

Assim que o ônibus parou, entrei e sentei bem ao lado dele e passei a viagem inteira, de 35 minutos a olhar-lhe continuadamente, sentindo que havia correspondência no olhar.

No meio do percurso ele passou a puxar conversa comigo e a procurar saber quem eu era, o que fazia e das coisas que eu gostava.

Fui lhe dando espaços para a conquista, pois queria saber aonde isso ia dar, ou seja, queria que ele tocasse no assunto para eu dizer ?sim?.

Quando se aproximou do centro da cidade ele disse que ia descer e me pediu que descesse com ele para contnuarmos a conversa. Como estava perto do endereço que eu iria, então aceitei e lhe pedi que me esperasse após cumprir meu compromisso naquela tarde.

Foi, então por volta das 18 horas que concluí o que iria fazer e fui ao encontro dele no local onde morava. Lá ele já estava a minha espera.

Assim que cheguei já o encontrei de banho tomado e todo à vontade com uma bermuda azul jeans e uma camiseta branca que destacava seu corpo meio sarado. Fiquei mais interessado ainda.

Ele, então me convidou para sentar na frente do prédio onde morava para podermos conversar melhor, pois naquele dia a rua ficava um pouco deserta no inicio da noite e pouca gente passava por lá; o que me fez imaginar o que iria acontecer em seguida.

Sentamos nos degraus da escada de um comércio em frente ao prédio e começamos a conversar. Nesse momento ele começou a pegar no seu pênis e a me olhar seguidamente. Eu, então comecei a corresponder.

Desse momento em diante não tive mais dúvidas: ele me queria. Fiquei a pensar como iria fazer, pois até aquela data eu só havia transado com meus colegas da rua: o Zeca (meu garanhão; o Afonso com sua jibóia maravilhosa e com o Aprígio, um rapaz discreto, mas um fudendor de cú da melhor qualidade. Não sabia qual seria minha reação nessa experiência nova.

No meio das conversas ele me perguntou se eu já havia transado com algum rapaz e eu então lhe respondi que sim, que já havia conhecido três rapazes da minha rua e que transava quase sempre com um deles (o Zeca), que morava na minha rua.

Ele, então me perguntou se eu toparia experimentar com ele uma foda nova. De imediato respondi que sim, que estava louco para saber como seria foder com ele, pois era bem mais velho que eu (o dobro da minha idade).

Nesse momento ele me convidou para entrar, mas me alertou que morava com outro colega e que ele poderia chegar a qualquer momento, mas que não teria problema, uma vez que cada um tinha seu quarto no apartamento.Topei assim mesmo.

Entramos no prédio e eu, nervoso, mas cheio de desejos e imaginações mil.

Ao entrar no quarto ele já foi tirando a camiseta e abrindo o fecho da bermuda para me mostrar sua rola linda, graúda e bem lisinha. Peguntou-me então: você chupa? Logo lhe respondi que não tinha muita experiência, mas que toparia fazer com ele.

Ele, então me perguntou, você aguenta? Eu disse: vou tentar, só depende de você colocar suavemente.

Ele, então me pegou no braço, lançou-me um beijo caprichado e sussurou no meu ouvido: quero meter todo o meu pau nesse cuzinho, bem devargar para você sentir tudo dentro e gozar junto comigo para nunca mais esquecer.

Quero lhe amar muito até você gemer de prazer. Eu então entrei em êxtase e disse: estou com um desejo grande por você que topo tudo.

Tiramos toda a roupa e começamos a nos enrolar de desejos e prazeres, que nem nos demos conta que a porta do quarto havia ficado encontada.

Quando estávamos no auge da primeira sessão de prazer escutei os passos do amigo dele ? o João Cláudio, que havia chegado e foi entrando no quarto.

'Fiquei estático de susto por dois motivos: o primeiro porque fui pego naquele estado e o segundo porque se tratava de um homem enorme, gostoso e super másculo.

João Cláudio tinha 27 anos um corpo saradão nos seus 1,92m e uns 85 quilos. Era branco avermelhado e cabelos castanhos claros. Uma pernas bem alongadas e as mãos enormes. Tudo indicava um tesão gigante em mim.

Carlos. Então me tranquilizou: não se assuste, pois o João também gosta de um cuzinho. Se você topar ele também pode lhe foder. Fiquei mais perplexo ainda. Não sabia o que pensar.

Parecia uma mistura de desejo duplo e um medo ao mesmo tempo. João saiu imediatamente dizendo que não queria atrapalhar mas que poderia voltar depois se eu aceitasse. Carlos então continuou a me foder gostoso.

Gozei muito com a rola dele toda dentro de mim e não sabia se sentia dor ou prazer ou se os dois ao mesmo tempo. O certo é que ele me chupava todo e me enfiava divinamente bem a rola de 20cm no meu cú.

Quando teminamos de gozar (ele gozou dentro de mim) fomos para o banheiro. Lá tomamos banho e saímos renovados. Fomos para a cozinha tomar um café e depois relaxar um pouco após aquela sessão inesquecível.

Quando estava tudo bem calmo aparece o João Claudio só de cueca, com o caralhão duro dizendo que agora poderia ser a vez dele. Carlos então perguntou: você quer experimentar? Pode ser só com ele ou pode ser com nós dois se você quiser. O que acha?

Eu não sabia o que dizer, pois nunca havia me imaginado naquela situação e, principalmente porque era a primeira vez que eu dava para alguém,para além da rua que eu morava. Parecia tudo muito maravilhoso, mas me causava pânico.

Foi então que o João Claúdio disse: não fique agoniado e pense no prazer que vai ter com dois homens te amando e de dando prazer. Fiquei excitado com a proposta e disse: eu topo experimentar, mas peço que seja bem suave e gostoso para eu não me arrepender.

Joao Cláudio imediatamente disse: eu garanto a suavidade e o prazer; e você ainda vai voltar para querer de novo. Dito e feito; foi assim que aconteceu. Seguimos então para o quarto do João, que fez questão de me foder lá.

Quando entrei no quarto fui carregado pelos dois que começaram logo a chupar meu peito e meu cú. Comecei a gemer de tanto prazer que esqueci o medo.

Os dois colocaram a rola para eu chupar e disserarm para eu sabeorear bem e sentir o cheiro de rola de macho que eles tinham para me ofertar. Fiz isso então.

No meio daquele episódio extremamente excitante fui sendo invadido por eles até que senti o momento em que o caralhão do João começou a penetrar no meu cuzinho. Comecei a gemer e sentir o vaivém gostoso daquela rola em mim enquanto chupava a rola do Carlos.

O João tinha um rola maior que a do Carlos; acho que uns 21 a 22cm. Eu pensei que não ia aguentar, mas como ele passou muita saliva, toda a dor foi aliviada.

Quando me dei conta já estava tudo dentro e os dois continuavam me chupando e me enrabando. Daí em diante começaram a revesar o vaivém de rola no meu cú e na minha boca.

De repende o João pediu que eu sentase no pau dele de frente para o Carlos e aí o Carlos foi colocando lentamente a rola dentro de mim junto com a do João. Eu então urrei de tanta dor e eles pararam.

Voltamos a nos chupar até que eu decidi enfrentar a dupla penetração e eles lubrificaram bastante meu cú e começaram novamente a tentar me enfiar as rolas.

Nesse momento entrou tudo e eu fiquei gemendo de tanto prazer e dor, pois o Carlos me beijava pela frente enquanto me enrabava e o João levantava meu braço para chupar meu peito por trás enquanto eu sentava no pau dele.

Nesse momento fui ao céu e gritava que nunca mais queria deixar de sentir aquele êxtase que me causava uma sensação plena de prazer.

Bati uma punheta extraordinariamente gostosa e gozamos todos juntos e nos lambuzamos todos. Em seguida fomos tomar banho e fudemos novamente no banheiro. Saí de lá quase meia noite e eles me convidaram para voltar novamente.

Fiquei viciado nas duas rolas GGG e dei meu cú para eles por três anos até quando foram de volta para Minas Gerais, de onde tinha vindo para estudar na minha cidade.

Hoje só sinto saudades daqueles momentos e bato muita punheta lembrando desse momentos maravilhosos.



Autor: Ruan
E-mail - Não Divulgado
Skype - Não Divulgado
Conto Enviado pelo Internauta.