O que vou narrar agora aconteceu há 17 anos, quando eu tinha 14 para 15 anos, hoje tenho 32 anos. Nessa época costumava visitar a fazenda do meu avô, e adorava a vida que levava por lá.

Tinha um amigo da minha idade, filho da empregada da casa. Ailton era o nome dele, um mulato bem safadinho.

A gente não se desgrudava um do outro, e o que mais a gente curtia era nadar pelados numa cachoeirinha escondida.

Ailton, sempre safado vivia com umas brincadeiras bem sacanas. Um dia , nós dois pelados nadando ele propos fazer troca-troca. Fingi que não queria, mas na verdade tava doidinho para experimentar.

Falei que queria comer primeiro, mas ele falou que seria no par ou impar.Ele trapaceou , mas eu nem me importeiPedindo pra ele colocar devagar, me apoiei numa pedra. Logo ele tava colocando o dedo, falou que era pra me alargar e entrar mais fácil.

Brincou. Brincou um pouco com um dedo, e logo colocou mais um. Eu fingia que tava doendo, mas no fundo adorando.Trocou o dedo por uma rola comprida e fina. Ele se segurava pra não gozar e eu querendo que não acabasse.

O safadinho gozou, mas quando eu falei que era minha vez ele pulou ba agua e fugiu.

No outro dia fingindo que tava bravo falei que ia ser o primeiro.Fomos nadar de novo, comi ele rapidinho porque eu queria dar de novo.

E se assim foi indo, eu acabava dando mais do que comendo, mas eu adorava assim.

Depois de uns dias de muita sacanagem acabamos sendo surpreendidos por Silvio, outro empregado da fazenda, de uns 20 poucos anos.Ele nos chantageou falando que se agente não desse o cuzinho pra ele , ia contar pra todo mundo.

O Ailton até brigou, mas não teve jeito, o Silvio acabou comendo nós dois. O Ailton reclamou do tamanho , mas eu gostei muito da rola do Silvio.

As férias estavam acabando, mas eu dei mais duas vezes pro Silvio.

Infelizmente por uma série de motivos , não consegui mais passar férias na fazenda, e meu avô foi vendendo pedaços da fazenda até sobrar só uma chácara , que acabou ficando para uma prima minha.

Ela me pediu para fazer a reforma, pois o que tinha sobrado nem era a sede , mas sim uma casa mais simples.Eu iria num fim de semana, mas como ela não poderia ir eu pegaria a chave com o caseiro.

Chegando lá fui procurar o caseiro, que para minha surpresa era o Silvio. Eu percebi que el tinha se lembrado de mim , mas não disse nada.Ele estava me esperando e me ajudou nas medidas e na avaliação da casa.

Fomos conversando e relembrando como era a fazenda antes.

Sacanamente ele lembrou que a cachoeira ainda pertencia a chácara e ainda era boa pra nadar. Eu falei que queria nadar mais tarde , pois estava muito quente. Ele deu um sorriso sacana e falou que era bom nadar pelado , porque era escondido.

Terminamos o trabalho e eu falei que ia na cidade comprar umas cervejas pra levar na cachoeira. Ele gostou e falou que ia ficar esperando.

Fui a cidade, comprei as cervejas, mas o que eu precisava era de uma farmácia para comprar o gel.

Chegando lá , ele me esperava , e fomos pra cachoeira. Tirei a roupa e pulei, porque não queria mostrar que tava com muito tesão.

Ele demorou um pouco , mas como estava só de c alça , sem cuecas logo expôs uma rola grossa com muitos pelos pretos ao redor.

Nadamos um pouco e tomamos cerveja, e ele perguntou se eu tinha muitas lembranças daquela cachoeira. Eu disse que sim, mas minhas melhores lembranças era dele.

Ele encostou numa pedra e me chamou. Fui até ele hipnotizado por aquela rola rija. Caí de boca, perdi a noção do tempo enquanto lambia, chupava , engolia, passava no rosto.Lambi as bolas , cheirei os pelos.

Ele me puxou e me apoiou na pedra, peguei o gel e dei pra ele passar. Meu cuzinho piscava enquanto ele me lambuzava com o gel.

Sem aguentar mais pedi : Silvio me come, come meu cuzinho.Ele encostou a cabeça na entrada e foi empurrando devagar até eu sentir os pelos dele encostando na minha bunda.Gozou bastante me fazendo gozar também.

A noite fui para casa dele onde dei mais duas vezes pra ele , sempre chupando a rola dele antes.No dia seguinte fui embora.

Mas não pensem que acabou. A reforma acabou durando mais tempo que o esperado, porque ue precisava ficar fiscalizando a obra. Minha prima até reclamou da demora.

Quando a reforma acabou, eu estava triste porque não teria mais motivos para voltar para satisfazer sexualmente o delicioso caseiro. Por sorte a minha prima viajou para o exterior e deixou a chácara aos meus cuidados por mais seis meses.

Seis meses que todos os finais de semana de sexta a domingo eu era devidamente comido pelo Sílvio, o delicioso e tesudo caseiro.



Autor: Vinicius
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