Numa tarde de inciando o outono, um grupo de uma escola do interior de São Paulo resolve excursionar pelo Rio de Janeiro. O professor que liderava o passeio, apesar de ser bem rigoroso com seus alunos, demonstrava muito afeto por eles, mas sem jamais perder aquele ar de superioridade. No entanto, algo o incomodava: como a mudança de tempo, suas alergias respiratórias se agravaram com o clima do litoral. Então, ao passar por uma rua enquanto seus alunos lanchavam, deparou-se com uma farmácia e decidiu consultar alguém sobre um anti-histamínico. Como em transe, ele dirigiu-se ao fundo do estabelecimento, sem respeitar a vez dos demais, e foi direto falar com o jovem farmacêutico atrás do balcão.

O professor estressado não conseguia parar de encarar o jovem e, em bom sinal de obediência e sem saber o que fazer com aquela situação tão diferente, o atendente abaixou a cabeça e passou a fitar o chão. Sem conseguir pronunciar bem as palavras de tão nervoso, o jovem perguntou ao professor o que ele desejava. Foi aí que o professor, acostumado com situações e estar no comando de muitas coisas, percebeu o ar submisso do jovem e que sua simples presença exercia grande influência sobre ele.

De pronto revidou orientando o farmacêutico a tratá-lo por Senhor, pois, obviamente, ele era o superior da situação. Como o jovem continuou calado, o professor gritou para que ele olhasse em seus olhos quando se dirigisse a ele. O trêmulo, porém excitado, farmacêutico relutou por alguns pouco segundos, mas levantou sua cabeça e deixou seu olhar se perder na figura daquele homem que sabia e desejava que controlasse sua vida. Então o professor tornou a falar que ele deveria tratá-lo por Senhor.

"Sim, senhor", continuou o jovem: "Como posso ajudá-lo?"

O professor, confirmando agora que o jovem estava sob seu comando, instruiu o farmacêutico que gostaria de um remédio de pronto efeito para sua alergia, já que sua garganta começava a arranhar e sua voz firme e viril tornava-se rouca e anasalada.

"Senhor, vamos até esta sala para que possa lhe examinar melhor", respondeu o jovem. Quando ambos entraram, o atendente pediu para que ele se sentasse e abrisse a boca. Então, após uma rápida olhada, disse que ele teria que aplicar uma injeção de benzetacil para que ele se recuperasse logo. Saindo e retornando imediatamente com o medicamento, com a voz mais trêmula e gaguejante, quase já manhosa e feminina, o atendente perguntou o local da aplicação: "O senhor deseja no braço ou nas pernas?" Sem nem responder, o professor levantou-se e rapidamente abaixou a calça indicando que seria na bunda. Ao ver aquele homem daquele jeito, o atendente esbarrou em uma mesa e deixou cair alguns objetos no chão.

Com ar superior, o Professor, olhou para o jovem atendente e percebeu que ele estava excitado, pois, como vestia branco, pode claramente ver os mamilos rijos dele.

Foi então que o professor falou: "Putinha, já ficou assim só em me ver de cuecas. Rápido! Tranque aquela porta." - o que foi prontamente atendido, e continuou abaixando sua cueca, deixando seu pênis duro exposto a ponto de uma linha de baba escorrer dele e cair no chão. "Limpe isso agora", ordenou ele, "Mas não com a mão. Abaixe-se e lamba esse néctar. Muito constrangido, porém enlouquecido pelo desejo, o jovem aceitou a ordem e começou a lamber aquele chão que tantos haviam pisado anteriormente.

Sem nem se importar com a voz, embora rouca, potente do professor lhe comandando, o jovem começou a servi-lo em seu ambiente de trabalho, sem ao menos preocupar-se com os demais clientes e funcionários que estavam a poucos metros dos dois.

A única coisa que ele conseguia fazer era agradar aquele homem de qualquer forma. Então, olhando para o professor do chão e com a língua de fora, o professor deu uma nova ordem: "ajoelhe-se". A fazer, o professor pegou-o pelos mamilos, causando muita dor e ardor, mas isso fazia com que o jovem ficasse grato e desejasse ainda mais seu Senhor.

O professor então deu beijo na boca do jovem e anunciou que, a partir daquele momento, ele seria sua escrava sexual. Orientou o jovem a tirar toda roupa e ficar novamente de 4. Para surpresa e delírio do professor, o jovem, ao retirar a cueca, usava uma minúscula calcinha preta que só era perceptível por trás, pois, pela frente, havia apenas um minúsculo cordão que fazia pressão em seu saco, como se estivesse amarrado.

Então o jovem falou: "sempre desejei esse dia... e é por isso que fico sempre preparado." O professor, puto de tanto tesão, pegou o farmacêutico pelo braço e o jogou contra a parede, encostou seu pau no cu do jovem para lubrificar um pouco e falou que aquele era seu dia de sorte. O atendente tentou argumentar e implorar para que o professor usasse os preservativos e o lubrificante que ele trouxera junto com a medicação, os mesmos que caíram no chão.

O professor, então, deu-lhe um tapa no rosto, que o deixou desconcertado e uma lágrima ameaçou escorrer de seu rosto, porém a única coisa que escorreu foi a baba de seu pau que pulsava de prazer por aquela situação. Bem brutalmente, o professor enfiou seu pau no cu do jovem, levando a gritar muito. Ele gemia, e gritava que seu cu estava doendo...

Mas parecia que a dor não o incomodava, pois, a cada gemido, o professor enlouquecia e o fodia com mais força, fazendo com que seu pau o penetrasse mais e mais. Como o cu daquele submisso era branco e havia uma linda marca de sunga, o professor grudou nos mamilos do jovem, que passou a gemer ainda mais forte, e anunciou que iria gozar. Com muitos urros de prazer, tanto ele como o jovem jorraram muita porra. Como a do jovem foi na parede, o professor olhou para ele e o farmacêutico entendeu que deveria comer tudo. E o fez com prazer e submissão.

Ainda com tesão, o professor jogou o jovem na maca e começou a chupar seu cu, pois é louco por cu de macho putinha. E isso fez com que o jovem tivesse uma nova ereção e recomeçasse a gemer. Foi então que foram interrompidos por uma atendente que perguntou o que acontecia e se estava tudo bem, já que ouvira gemidos de dor. O farmacêutico, atendendo as orientações passadas pelo olhar de seu macho, dispensou a moça. Porém a situação fora interrompida definitivamente.

O professor levantou-se, vestiu-se e ordenou que o jovem ficasse de joelhos e nu até que saísse. Antes dele sair, ele se virou e disse o nome do hotel que estava hospedado e disse que o aguardaria às 21h em seu quarto. O jovem tentou alegar que nesse horário iria buscar alguém no serviço, mas o professor não lhe deu atenção e lhe ordenou: "às 21h e pronto!

Agora sou eu quem controla sua vida." Saiu altivamente. O jovem voltava a si ainda no chão. Começou a retomar a consciência que estava no trabalho e começou a se vestir e arrumar aquela bagunça, porém o o cheiro de seu macho havia dominado seu corpo e o aquele local.

Ele saiu, mas não conseguiu continuar atendendo mais. Só olhava para o relógio, esperando os ponteiros marcar 9 da noite.


Autor: Ruy Senes
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