Ele já de pau duro me respondeu o importante é gozar, não importa como.

Eu sem reação, ele tirou a roupa e ficou nu na minha frente e falou para mim, Gui tira as tuas também, eu todo sem jeito para disfarçar falei, Cara você me desculpa, mas eu não curto isso, e fui me levantando e saindo da sala e não conseguia tirar os olhos do pau dele, como eu já falei que não era muito grande, mas era grosso, ele media 14 cm de comprimento por uns 6,5 cm de largura e era duro como uma pedra.

Ele foi ao meu encontro, me deu um tapa no rosto, e falou, não adianta você querer fugir hoje você será meu.

Eu me senti amedrontado, eu imaginava, e desejava que um dia algum cara me possuísse, mas não conseguia pensar que meu irmão seria o primeiro, eu desejava o Carlos, como eu gostaria que fosse ele ali naquela hora e não meu irmão.

Eu tremendo tentando disfarçar de tudo falei para ele, mano, eu não sou bicha, eu não gosto de homem, eu sou uma pessoa normal igual a você, só estou esperando o momento certo para eu começar a namorar uma menina lá da escola, ele sorrindo me falou, não adianta você mentir, você na verdade você esta sendo disputado entre os meninos da rua e até meus amigos falam quem será o primeiro a te comer.

Já que um dia isso vai acontecer com você eu serei o primeiro, depois você pode dar para quem quiser te comer, só uma coisa te peço, não quero que você fique falado, vai ser uma decepção para os nossos pais saber que tem um filho bicha, não sei qual será a reação do papai.

Eu todo amedrontado falei, Naldo eu posso fazer o que você quiser, mas não me coma cara, eu não sou o que você está pensando, ele sorrindo falou, não adianta você querer me enganar, até parece que não vejo os meus amigos te enconcharem na piscina e você sair sorrindo provocando-os, ele nu em minha frente com o pau em riste e falou, vai comece chupá-lo, não é isso que você quer, eu abri a boca para responder não, ele veio e atolou o pau em minha boca e ele introduziu todo seu pau em minha boca, no começo eu senti engasgado, eu sentia o pau dele tocando o fundo de minha garganta, e meu irmão começou a gemer e falar que não era para mordê-lo era para eu chupar o pau dele como se fosse um pirulito, eu engasgava, mas ele nem ligava, até que em um momento meu irmão tirou o pau de minha boca, me pegou as forças, me colocou de quatro no sofá e começou com o pau pincelar o meu rego, eu implorei para ele não fazer aquilo comigo, tentando me esquivar, mas ele me segurou pela cintura, apontou o pau no meu cu e forçou e eu dei um urro de dor, e eu senti o meu cu se abrindo e o pau do meu irmão começou a entrar, eu chorando pedia para ele parar, mas ele incandescido, falou calma daqui a pouco essa dor vai virar prazer, aquilo para mim, foi tornando cada vez pior, mas meu irmão não me dava mais ouvidos e me bombeava com toda a força, eu sentia o pau do meu irmão me rasgando e tocando no fundo, passando uns 10 minutos, eu senti o pau dele intumescer e despejar dentro de mim algo.

Eu estava todo mole e sentindo algo escorrer pelas minhas pernas, onde passei minha mão eu vi uma gosma suja de fezes e sangue.

Eu chorando falei que ele tinha me machucado, nunca mais queria fazer aquilo, eu tinha odiado fazer aquilo, eu não era bicha, meu irmão sorrindo falou, que é isso maninho é que foi sua primeira vez, das próximas você vai gostar. Agora você já está marcado você é meu.

Eu cambaleante fui para meu quarto, entrei no meu banheiro e tomei banho chorando copiosamente, eu sentia um oco por dentro, sentia como se meu interior todo se queimar, parecia que estava querendo sair para fora pelo meu cu, e estava todo estropiado, no outro dia acordei queimando de febre, nem consegui ir à escola.

Meu irmão, me fez jurar que eu não contaria para ninguém o que tinha acontecido, se eu contasse ele contaria algumas histórias minha de provocação para meus pais e falaria era que eu o tinha provocado e ele tinha bebido algo e nem percebera o que fizera comigo, ele percebeu só no outro dia, seria a minha história com a dele, iríamos ver em quem eles acreditariam,eu falei para ele não ficar preocupado, que eu não contaria nada a ninguém.

Sendo assim eu logo cedo fui para casa da vizinha, chegando lá, a minha vizinha me falou, que naquele dia ela precisaria ir ao centro da cidade e eu ficaria com o Carlos, e assim aconteceu.

Pelo acontecido do dia anterior eu estava sentindo dificuldades para sentar o Carlos percebeu e ele começou a perguntar o que tinha acontecido, eu amedrontado, eu desconversava, até que em um momento eu precisei ir ao banheiro evacuar, era a primeira vez que iria evacuar depois do acontecido entre eu e meu irmão, quando comecei a defecar eu senti uma dor muito grande, senti que minhas entranhas estavam saindo, e sem querer eu gemi alto, e no meio de minhas fezes saiu muito sangue, eu assustei-me com o acontecido, eu comecei a chorar, o meu amigo do lado de fora batia na porta e perguntava o que estava acontecendo, eu não sabendo o que fazer, abri a porta e ele viu aquilo, também assustado falou que iria ligar no trabalho de meu irmão porque eu teria de ir ao médico.

Eu amedrontado e assustado falei não, não precisa disso, isso está acontecendo à culpa é do meu irmão, eu não quero que ele saiba, antes de eu acabar de falar, o Carlos perguntou, como assim a culpa é de seu irmão, eu me senti encurralado com a situação, eu frágil, não tinha mais como esconder, eu falei para o Carlos, deixe eu me limpar, depois explicarei tudo, só peço a você a sua compreensão, eu tenho só você de amigo e isso será um segredo nosso.

Eu saindo do banheiro, o Carlos estava ali na sala me esperando, logo foi me perguntando, vai cara me explique o que aconteceu?!

Então eu falei e contei tudo nos pormenores do que tinha acontecido entre eu e meu irmão na noite anterior, e envergonhado comecei a chorar.

O Carlos, raivosamente, começou a xingar meu irmão, e falava seu irmão é um tarado, é um desgraçado, só pensa nele, então é verdade que as meninas e os carinhas gays que saem com ele falam dele.

O Carlos falou Gui, como você foi acontecer isso com você, eu não me controlando chorei novamente falei cara, eu nem sei o que te falar, o que o Naldo fez comigo, não tem volta, então esse meu amigo falou bem Gui, vai tomar um banho e veremos o que poderemos fazer para melhorar a sua situação.

Eu fale deixa isso para lá, com o tempo isso sara, só de uma coisa sei, nunca mais quero saber de fazer isso, nos filmes isso é tudo diferente.

O meu amigo falou, o problema é que você fez forçado e com a pessoa errada, se tivesse feito com desejo e com a pessoa certa você iria gostar e repetir.

Eu falei cara, mas você mesmo falou que isso era pecado, que não tinha coragem de fazer!!!

O Carlos me conduziu ao quarto dele, Gui tem coisas que para nos disfarçar que gostou, temos de falar totalmente ao contrário para não espantar a pessoa que está com a gente.

Ele com um sorriso cativante me falou Gui você foi sempre o meu objeto de desejo, eu sempre te desejei, mas para não perder a tua amizade, eu sempre escondi disfarçando com bobagens, contando histórias de meninas e algumas até inventadas, você lembra da promessa que fizemos que perderíamos a virgindade somente com a pessoa que amasse, eu falei aquilo desejando que eu iria perder a minha virgindade com você, agora não sei o que vai ser porque você falou que nunca mais vai fazer, por causa de teu irmão.

Naquele momento eu me senti apaixonado pelas declarações que o Carlos me fez, eu não consegui falar nada, somente me acheguei perto dele segurei em sua mãos e fui ao encontro de sua boca e ali foi o meu primeiro beijo, quando dei por mim eu já estava nu e o Carlos também, e eu numa sincronia, chupava o seu desejado pau, e no momento em que eu estava deitado em sua cama de barrigas para cima o Carlos estava entre as minha pernas o Carlos me perguntou, é isso mesmo que você quer?

Eu respondi, é o que mais sempre desejei.

O Carlos começou a pincelar o pau em minhas nádegas fazendo eu o desejar cada vez mais, até que ele falou eu vou te penetrar, deu uma cuspida em sua mão, lubrificou o meu cu colocou o seu pau na porta de meu cu e forçou, na verdade senti dor, mas não foi nada comparada a dor que tinha sentido com meu irmão, foi uma dor prazerosa em saber que a pessoa que eu amava estava me possuindo, logo eu senti o pau do Carlos todinho dentro de mim, ele vagarosamente começou a fazer o vai-e-vem, logo eu sentia o pau do Carlos sair totalmente de dentro de mim e entrar com todo vigor me levando ao ápice do prazer, em uns 10 minutos que eu desejava que nunca se acabasse eu senti o pau do Carlos intumescer e despejar dentro de mim a semente do prazer e me fazendo gozar sem tocar em meu pau.

Eu me sentindo arrebatado com o prazer que tinha sentido falei, Carlos eu também te desejei a tanto tempo, se soubesse que seria tão bom, eu já teria me declarado a você a mais tempo, não posso dizer outra coisa, eu te amo.

Ele sorrindo veio ao meu encontro dando um beijo em meus lábios falou tudo bem Gui, isso será um segredo nosso, de hoje em diante você será minha namoradinha.

Chegando a noite eu com medo de meu irmão, eu pedi ao Carlos para que ele pedisse à mãe dele para que ela deixasse eu dormir na casa dele, ele com um sorriso nos lábios me falou, pode deixar benzinho que pedirei, e você dormirá juntinho de mim, e teremos uma noite cheia de prazer, e ele me beijou novamente.

Sendo assim, quando a mãe dele chegou e pediu, ela falou que tudo bem, só que eu teria de informar o meu irmão.

A noite na hora em que meu irmão chegou eu fui falar com ele, ele ainda amedrontado pelo que ele tinha feito no dia anterior deixou, e naquela noite para mim foi uma noite de amor e sexo.

De lá para cá aconteceram tantas coisas que em outra oportunidade conto...


Autor: jaimekinho
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