Meu nome é Guilherme, mas todos que me conhecem me chamam de Gui, minha aparência era de um menino bem delicado, moreno jambo, aparência indiana e tinha um corpo todo delicado, peitinhos parecendo de uma menina imberbe e uma bunda redondinha e protuberante que chamava atenção de muitas pessoas, as pessoas que mexiam comigo falavam que minha bunda era de dar inveja a muitas garotas, e eu gostava de usar shorts curtos e bem justos, e estes sempre entravam entre as minhas nádegas onde a destacava mais ainda, e eu andava com um rebolado disfarçado, onde chamava muito atenção dos moleques e dos homens mais velhos.

Bem eu sou o filho mais novo da família, minha família é muito considerada em minha cidade, por isso terei de mudar os nomes, mas se os participantes ler a minha história vai reconhecer, não estou preocupado que eles leiam e saibam que eu estou escrevendo sobre os acontecimentos de minha vida sexual, pois tudo o que aconteceu, na época foi muito bom, eu não omitirei e nem aumentarei nada, porque ela já é muito romanceada e picante ao meu ponto de vista.

Tenho um irmão mais velho que eu 07 anos, o no nome dele é Aguinaldo, ele é conhecido por Naldão, ele é fisiculturista, ele tem boa aparência, o corpo dele chama atenção, pois ele é todo modelado, ele é moreno com olhos esverdeados, ele tinha uma lábia infalível, tudo o que ele falava meus pais acreditavam nele, não posso dizer que ele era bem-dotado, o pau dele era do tamanho normal depois eu explicarei melhor; posso dizer que ele é mulherengo, ele ficava com várias meninas, minha mãe falava para ele ter cuidado, pois ela não queria ser avó cedo.

Minha vida sexual começou bem cedo, eu tinha por volta de 13 para 14 anos, não pode ser considerada pedofilia, porque para alguns, foi por meu consentimento.

Aconteceu que eu descobri algumas revistas pornôs de meu irmão onde eu as via escondido, e eu via as mulheres da revista de quatro levando aqueles paus monstruosos em seus rabos, isso muito me interessava, até que um dia meu irmão pareceu com uma revista de fotonovela erótica onde tinha um homem também sentando no pau de outro homem, e o homem falava que estava gostoso aquilo me deixou fogoso, comecei a pensar se aquele homem sentou no pau do outro homem e gostou, eu também poderia gostar, só que eu ficava só na imaginação no que poderia acontecer comigo, isso foi até que um dia meu irmão apareceu com uma fita cassete com um filme pornográfico nacional, onde tinha muitas mulheres fazendo relações sexuais, e nesse filme também tinha um homem que também dava o cu para outro e gozava muito, e eu escondido assistindo aquele filme comecei a me imaginar no lugar daquele homem, e eu nem sabendo direito comecei a me masturbar e com os dedos acariciava as pregas do meu cu.

Na escola eu sofria grande perseguição, pois todos os meninos viviam passando a mão em minha bunda e me enconchando, mas eu desvencilhava deles, o que eu gostava mesmo era de provocá-los e depois tirava o carro da chuva, os deixando cada vez mais furiosos comigo.

Minha casa é bem grande, tem 4 suítes, sendo 1 minha, a outra de meu irmão, a outra de meus pais e a outra de visitas, tem a sala de visita, o lavabo, a sala de jantar e a cozinha, no quintal tem uma churrasqueira, uma piscina de 50000 litros de água.

Meu irmão aproveitando que meus pais ao sábado saíam o dia inteiro, sempre levava amigos para nadar na piscina em casa, eu usava sunga bem apertadinha que ficava atolada entre as minhas nádegas, meu irmão pegava no meu pé, falando que eu parecia um bichinha, eu nem ligava para que o meu irmão falava que eu estava provocando seus amigos, eu percebia que os amigos de meu irmão não tirava os olhos de minha bunda e tinha até alguns que para o meu delírio ficavam de pau duro, e os mais afoitos disfarçadamente passavam a mão em minha bunda, ou me enconchavam e eu sentia o pau deles duro entre as minhas nádegas, eu sorrateiro sorria e saia rebolando, provocando-os ainda mais, pois eu gostava de sentir desejado. O meu delírio era espiá-los tomando banho para ir embora, onde quase todos se masturbavam.

Bem em frente de minha casa morava um garoto, o nome dele é Carlos, ele é muito bonito, loiro, olho azul, alto e com um corpo bem torneado, não era magro e nem gordo, ele fazia academia, e através dos shorts que ele usava dava para ver que era bem dotado, eu poderia considerá-lo meu melhor amigo, ele já tinha 17 anos e ele era o único que conversava comigo sem me aliciar, era com ele que comecei a ter as primeiras conversas sobre sexo, era tudo normal, era sempre sobre sexo heterossexual, conversava comigo sobre as meninas que ele estava a fim de namorar, ou até mesmo as desejava para transar com ele, ele falava que era diferente dos demais meninos, a maioria já tinham transado, e ele ainda não, ele esperava uma pessoa que ele amasse de verdade, não importava que demorasse, mas teria de ser assim, eu sorria e falava que comigo também seria assim, e eu falava que também queria perder a virgindade com a pessoa que realmente me amasse, e eu amasse ela também, sendo assim, então nós dois fizemos uma jura que contaria um para o outro quando perdesse a virgindade com a pessoa amada. Eu todo esperançoso sonhava ele seria o meu primeiro homem, pois eu o amava e o desejava mais que tudo em minha vida, mas tinha medo de me declarar e ele percebesse que eu era gay e perdesse a amizade comigo.

Em um dia nas conversas com o Carlos contei das revistas e do filme pornô que eu tinha encontrado de meu irmão, o Carlos todo aceso pediu para eu levar na casa dele para ele ver e assistir o filme, eu falei que eu levaria na casa dele, teria de ser muito discreto para que meu irmão não percebesse, teria de devolvê-las no mesmo lugar no mesmo dia.

Eu comecei levar uma revista por dia na casa do Carlos, e para o meu delírio, logo no primeiro dia, o Carlos folheando a revista, ele ficou de pau duro, e falou para mim se eu não ligava dele se masturbar na minha frente, pois ele estava com muita excitação, eu respondi que tudo bem, era normal, nós dois éramos homens e amigos, não tinha nada demais ele se masturbar na minha frente, ele falou para mim se você quiser também pode, eu falei que não pois eu já tinha até enjoado de ver as revistas e me masturbar, o Carlos abaixou o shorts junto com a cueca e começou a se masturbar, e vendo o pau dele senti um frenesi, como era bonito grande, nunca tinha visto um pau daquele tamanho assim na minha frente, somente nas revistas e no filme, como me deu vontade de segurar naquele pau, eu fiquei numa situação difícil, que para o Carlos não perceber eu falei que precisava ir beber água e ir ao banheiro, onde aproveitei me masturbar fazendo carícias em minhas pregas anal para me acalmar, sendo assim, não via a hora de eu ir na casa do Carlos para levar as revistas para o Carlos ver e eu poder me deliciar vendo ele se masturbando, no dia em que eu levei a revista da fotonovela pornográfica foi o dia em que o Carlos me pareceu mais excitado ainda, ele falou puta que pariu Gui, olhe só o cara sentando no pau desse cara e falando que esta gostoso, eu não teria coragem de fazer isso, do meu cu só sai bosta, nunca pensei em fazer entrar alguma coisa, puta que pariu, depois destas revistas que você me trouxe já pensei em comer o cu de algumas meninas, nunca imaginei em comer o cu de homem. Meu pai fala que isso é pecado, é sodomia e nós não podemos nem pensar em fazer isso. Pois a família do Carlos era muito católica.

No dia em que eu trouxe o filme foi pior ainda, ele discriminou de todas as maneiras na hora em que ele viu o homem transando com o outro e gozando.

Eu então me reprimia mais ainda com medo de perder a amizade dele, e ficava só na imaginação de ser possuído pelo Carlos.

Nesse período me aconteceu uma coisa meio drástica na minha família, meus tios por parte de mãe sofreram um acidente e estavam passando mal no hospital, esses meus tios moravam no Estado do Paraná, meus pais tiveram que viajar para lá, como não era tempo de férias, eu não poderia ir com eles, e meu irmão mais velho estava trabalhando também não poderia ir, sendo assim, meus pais recomendaram para a mãe do Carlos, se poderia cuidar de mim durante uma parte do dia, depois a tarde quando meu irmão chegasse do trabalho ele cuidaria, a mãe do Carlos prontamente aceitou, meu irmão meio contrariado também aceitou.

Meus pais foram viajar para o Paraná, visitar meus tios, eles ficariam por lá tempo indeterminado, pois aproveitariam que meu pai estava de férias e iriam visitar os demais parentes que moram naquele Estado.

Logo no primeiro dia em que meus pais saíram de casa e eu cheguei da escola eu fui para a casa do Carlos, lá eu fiquei conversando, jogando vídeo game, e comecei perceber meu amigo olhar para mim com uns olhares diferentes do que dos outros dias, e todas as vezes que eu passava na frente dele, ele disfarçadamente passava a mão em minha bunda, eu me arrepiava todo, mas não poderia dar bandeira que eu estava gostando do negócio.

Mais tarde meu irmão chegou me chamou e fui para casa, chegando a minha casa meu irmão falou para eu tomar banho que ele iria preparar algo para nós comer e depois assistiríamos um filme e depois iríamos dormir, porque ele teria de acordar no outro dia cedo para ir trabalhar, eu normalmente entrei no meu quarto e no meu banheiro para tomar banho. Depois do banho eu fui para a sala para assistir o filme que meu irmão tinha falado e também comer o que ele tinha preparado.

Meu irmão foi no quarto dele e veio com um filme e com um sorriso sarcástico falou, esse filme é diferente, você vai gostar, ele colocou o filme no videocassete e começou a rodar um filme pornográfico gay nacional, eu não percebendo as intenções de meu irmão eu perguntei, Naldão você gosta destas coisas?


Autor: jaimekinho
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