Acordei e estava pelado em minha cama ao lado do Ricardo que também estava nu. Aí caiu minha ficha. Realmente tinha acontecido, eu tinha comido meu primo.

Fiquei meio desnorteado, não sabia se o acordava e conversava, se deixava ele acordar sozinho e via no que dava, se fingia que nada tinha acontecido.

Tomei a decisão mais covarde. Levantei sorrateiro, vesti-me, peguei a moto e sai. Cheguei na casa de minha vó logo de manhãzinha com a desculpa de ajudar em algum preparativo para cerimônia da tarde.

Era já quase meio dia quando minha mãe pediu para que eu fosse buscar o Ricardo para almoçar conosco. Novamente dei uma de covarde... Cheguei no portão e só buzinei, esperando que ele viesse até a moto.

Assim num teríamos como conversar. Ele discreto, apenas trancou a casa (tinha deixado uma chave reserva com ele no dia anterior) e subiu na garupa em silêncio. Também em silêncio fui dirigindo.

Meus pensamentos me incomodavam: Será que vão pensar que eu sou gay?

Minhas atitudes me incomodavam: Nunca tinha sido cafajeste com nenhuma mina e logo com o meu primo estava tomando aquela postura.

O pior é que meu pau me incomodava: Ele estava durão na bermuda e não tinha jeito de abaixar.

Mais uma atitude inesperada. Quase chegando à casa de minha vó, entrei numa ruazinha de terra e logo depois entrei com moto e tudo em uma trilha entre as árvores.

Parei a moto no meio da trilha. O Ricardo perguntou de pronto e percebi um nervosismo em sua voz:

—O que aconteceu?

Só respondi:

—Nada... Tô de pau duro!

Não sabia o que realmente queria. Nem mesmo se realmente queria alguma coisa. Apenas meu pau mandava em mim. Tanto é que, apesar da surpresa, vibrei com a atitude do Ricardo.

Ele saltou da garupa, tirou o capacete, se pôs ao meu lado e agarrou minha mala. Estávamos meio desajeitados, mas o tesão tomou conta, quando percebi, estava ainda em cima da moto, com o Ricardo curvado a minha frente, engolindo meu cacete. Ele mamava meio sem jeito, mas era o melhor boquete que eu já recebera, pois era feito com tesão e eu estava pra lá de tesudo com aquilo.

Agarrei seus cabelos com uma das mãos e comecei forçar sua cabeça contra meu pau, forçando minha rola até sua garganta. Com a outra mão alcancei sua bundinha e comecei apertar.

Queria ele ainda mais submisso, então desatei a xingá-lo:

- Vai viado... Chupa esse pau... Puta sem vergonha... Chupa sua cadela... Toma meu pau sua piranha... Baitola do caralho, engole tudo... Vai sua bicha arrombada... Viado...

Ele me atendia sem reclamar e chupava cada vez com mais sofreguidão, até que não aguentei mais, segurei sua cabeça com as duas mãos e meti fundo em sua garganta, onde soltei o primeiro jato de porra. Continuei bombando meu caralho naquela boquinha, sem dó, até meu pau parar de pulsar e soltar gala.

Quando soltei sua cabeça, ele se levantou desesperado, recuperando o fôlego. Sua boca toda melada de porra. Ele me surpreendeu mais uma vez. Mal recuperou a respiração, se curvou novamente e voltou a chupar minha pica, só soltando quando não havia mais nenhum resquício de meu leite.

Sem falar nada, ele pôs novamente o capacete e montou na garupa. Arrumei minha bermuda e dei partida na moto, com ele agarrado em mim. Não me incomodava mais seu jeito fresco de me agarrar na cintura em cada movimento da moto. Eu até gostava. Era o sinal que eu era o macho e ele a puta.

Chegamos a casa de minha vó, almoçamos e ajudamos nos últimos enfeites para a festa que aconteceria ali, mas não trocamos uma palavra, na verdade mal vi o Ricardo. Já era quase hora da cerimônia quando um outro primo meu me avisou que já tinha levado o Ricardo até em casa para ele se arrumar.

Quando cheguei em casa o Ricardo não estava. Arrumei-me e chamei um táxi, pois sabia que beberia na festa, então não iria dirigindo.

A festa foi animada. Muita comida. Muita bebida. Muitos amigos que há um tempo não via. Umas ficantes. Não deu outra, arrastei uma delas para um dos banheiros e papei ela ali mesmo. Uma delícia, mas mesmo assim meu pau continuou como passou o dia inteiro, duro e tesudo dentro da cueca.

Já era umas duas da manhã quando tomei um táxi e fui para casa. Entrei e já fui tirando a roupa. Não chegava a estar bêbado, mas estava bem alegre.

Não sei como o Ricardo voltou para casa, mas ele estava ali, deitado na cama, só de cueca.

Percebi suas roupas jogadas pelo caminho, assim como as minhas foram ficando. Certamente ele também tinha bebido um pouco a mais e chegara morrendo de vontade de arrancar a roupa e ir para cama. Mas eu queria mais que isso. Tanto é que arranquei também a cueca e deitei de costas na cama, já com o pau apontando para cima.

Não perdi tempo e acordei o Ricardo com um tapa ardido naquela bundinha sob a cueca.

Ele meio confuso, se levantou rápido, mas cambaleando, sem saber ao certo o que acontecia. Mas tão logo me percebeu ali na cama com o pau em punho, deu um sorrisinho safado e foi tirando a cueca. Devagar, subiu em pé na cama, se posicionou, ficando de costas para mim, abriu as pernas, me deixando no meio delas e foi abaixando ficando de cócoras bem em cima de meu pau.

Quando o cuzinho encostou bem na cabecinha de minha pica, segurei firme em sua cintura e puxei com força para baixo, sentindo meu pau entrar com tudo naquele buraquinho e ouvindo o gritinho sofrido do Ricardo. Quase gozei de tesão. Achei que o Ricardo fosse tentar escapar, mas ele apenas ficou ali gemendo e se contorcendo, obediente aos caprichos de seu macho.

Aos poucos fui forçando seu corpo para cima e para baixo, fazendo-o quicar em meu pau. Logo ele fazia o movimento sozinho, dando uma senhora cavalgada em meu pau. Eu também ajudava, estocando meu quadril para cima, cada vez mais tesudo com o som de sua bunda estalando em meu corpo.

O meu pau entrava forte e todinho naquela bundinha sedenta, nos levando ao delírio.

Já havia gozado duas vezes naquele dia, então eu ia demorar a gozar e embora alucinado com aquela posição, percebi que o Ricardo já estava ficando exausto com o movimento forte. Agarrei sua bunda mais uma vez e com cuidado para meu pau não sair daquele cuzinho, fui tombando seu corpo e ajeitando-o na cama até que consegui deixá-lo de quatro, enquanto de joelhos metia forte naquele viadinho.

O Ricardo gemia, às vezes com alguns gritinhos agudos e aquilo me deixava ainda mais tarado. Mudei mais uma vez de posição, agora estava literalmente montado naquela bundinha e socava ainda mais forte, ouvindo os gritos dele a cada estocada que eu dava sem dó, que até faziam o corpo dele todo tremer com o impacto. Eu tirava o pau inteirinho e afundava de novo até o talo, não queria nem saber se ele aguentaria, só queria era comer aquele cu. Estava faminto pelo cu do Ricardo.

Eu suava e meu suor pingava no corpo dele. Agora era eu que já estava quase em exaustão, mas eu queria aquele cu, mesmo com as pernas bambas, continuava a socar ainda mais forte, até que joguei meu corpo sobre o dele, fazendo-o desabar na cama de bruços, com meu corpo coladinho ao dele, enquanto meu pau todinho dentro pulsava em um gozo frenético. Eu urrava e tremia, a voz nem saia. Puta que pariu, acho que cheguei a perder os sentidos com tanto tesão e prazer.

Assim como Ricardo, não conseguia mexer um músculo, totalmente exausto. Ficamos bem uns dez minutos assim, imóveis, sentindo a respiração descompassada ir se normalizando. Meu pau foi murchando e aos poucos saiu naturalmente daquele cuzinho.

Devagar fomos nos colocando de lado e adormecemos juntinhos de conchinha, depois da maior gozada de minha vida.


Autor: Franios Santos
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