Como eu suspeitava que aconteceria, eu não encontrei o Marquinhos nos dois dias depois do ocorrido, nem parecia que ele morava ali na casa vizinha.

Já estava começando a pensar em uma forma de conseguir me encontrar com ele, quando na tarde de terça-feira, como sempre estava de bobeira no quintal de casa e escuto uma voz me chamar, perto do muro do quintal.

Era o Marquinhos. Percebi que ele estava muito sério e nem respondeu o cumprimento que lhe fiz. Esperou eu me aproximar para começar a falar:

— Você num tem nada, né?

Pego de supetão, fiquei sem resposta, não sabia direito o que ele queria que eu respondesse. Ele percebendo minha dúvida, reformulou a pergunta.

— Sabe, nenhuma doença ou outra coisa. Sabe, cara, tu num tem nada não, né?

Só respondi um não seco. Ele quis confirmar:

- Então, num preciso me preocupar com nada não. Cê num tem nada mesmo, né?

Voltei a responder um não seco, sem saber o que falar para ele. Ele nem esperou, apenas se virou e muito rápido foi para dentro de casa, deixando-me sozinho e muito puto ali ao pé do muro.

Estava bem chateado, o cara só tinha quebrado o silêncio para vir conferir se eu num era um viado doente. Por outro lado, pelo menos ele não viria com com a desculpinha de que não se lembrava de nada por causa da bebida.

Mesmo assim estava fulo com o Marquinhos, mas também continuava tesudo por ele, louquinho para pintar alguma oportunidade de transarmos de novo.

O resto da semana passou normal como se nada tivesse acontecido, o Marquinhos não me evitava, mas também não dava a mínima chance de ficarmos a sós ou de puxar papo com ele.

No sábado, a turma se juntou em um clube da cidade e passamos a tarde toda na piscina. Combinamos de nos encontra à noite em uma festa na cidade. Quando cheguei em casa estava meio indisposto, percebi que estava começando a ficar resfriado.

Então liguei para um dos meus amigos e disse que não iria mais. Fiquei em casa sozinho, pois meus pais também foram a festa, avisando-me que provavelmente esticassem até a casa de uns amigos e passassem a noite lá.

Recomendaram-me descansar, desejaram-me melhoras e saíram para festa.

Tomei um analgésico e tirei um cochilo. Fui despertado pela campainha. Levantei-me meio tonto de sono ainda, mas percebi que o remédio tinha tido efeito, pois já não sentia o mal-estar de início de resfriado. Olhei o relógio e eram 11:15.

Fui atender a campainha que tocava novamente, curioso por saber quem era. Chegando à porta, percebi o Marquinhos junto ao portão de casa. Eu, é claro, sem demora fui abrir o portão.

Ele estava sério, mas me cumprimentou de forma animada. Notei que havia bebido, mas não chegava a estar bêbado. Logo me explicou que a festa estava chata e que decidiu vir embora sozinho.

Como encontrou com meus pais e eles contaram que eu não estava me sentindo muito bem, ele resolveu passar e ver se eu já estava melhor. Fiz questão de demonstrar o contentamento que senti de ele ter se preocupado e agradeci pela gentileza de sua parte. Também fiz questão de explicar que tinha tomado um remedinho e já estava muito bem, apressando-me, é claro, a convidá-lo a entrar.

Ele não fez cerimônia, aceitando de cara o convite. Entramos e o convidei a se sentar, sem saber ao certo como puxar assunto.

Ele quebrou o silêncio, perguntando-me como quem não quer nada, se eu ficaria sozinho durante a noite. Percebi de cara que meus pais tinham comentado isso com ele.

Confirmei que ficaria sozinho, ainda sem saber como engatar alguma conversa.

Ele, de novo, teve a iniciativa, comentando de forma descontraída:

— Sabe aquela menina da semana passada? Encontrei com ela, lá na festa.

Eu continuei em silêncio, ainda meio sem assunto.

— Então, ela veio conversar comigo... sabe como é, né? Fiquei animadão....

Quis cortar todo o papo furado e apressar logo a conversa, afinal sabia que nós dois queríamos, então fui direto:

—Tá a fim de comer meu cuzinho de novo?

Ele se mostrou meio surpreso com minha forma tão direta, mas tentou continuar com seu discurso:

—Então... Eu bebi um pouco... Dei uns pegas com ela...

Cortei novamente seu papinho furado e deixei clara a situação, sendo mais uma vez bem direto:

— Olha, cara, vamos parar com desculpinhas. Tá a fim de me comer, pode falar na boa. A gente fica na boa. Ninguém fica sabendo. Num tem estresse com nossa amizade.

Transa é transa, ok? Sem nóia depois, né? Então, brother, tá a fim, bora fazer, depois vida pra frente, que isso num pega nada.

Ele ficou em silêncio, meio pensativo, mas logo abriu um sorrisinho safado:

— Na boa mesmo, véio? Na parceria... No miudinho?

— Claro, cara. Como falei: transa é transa, certo?

— E como a gente faz? — Perguntou-me já alisando sua mala, com a cara mais safada. Fui até ele e puxei-o pela mão levando-o pelo corredor até meu quarto.

Acendi a luz, mas ele logo tratou de apagá-la. Não questionei, era melhor deixá-lo mais à vontade possível.

Fechei a porta e me coloquei a sua frente, estendendo a mão alcancei sua mala. Ele suspirou fundo, já me pedindo entre gemidos:

— Vai cara, me faz gozar!

Aos poucos fui massageando seu pau, que por baixo de sua bermuda já estava trincando de tão duro. Abri a bermuda e fui puxando-a para baixo. Ele segurou as laterais, dando sinal que ainda estava meio receoso. Fui taxativo:

— Relaxa! Se é pra gozar, vamos gozar gostoso. Fica tranquilo que vou ser sua putinha, num vou tentar nada não.

Ele soltou as laterais da bermuda, deixando-me agir. Tirei sua bermuda junto com a cueca, deixando à mostra seu pau duro, cercado de pentelhos fartos e suas pernas muito peludas. Ele mesmo retirou sua camiseta, ficando completamente nu. Achei uma pena a luz apagada, mas mesmo assim pude vislumbrar aquele corpo macho, forte e viril, fazendo meu tesão ir às alturas.

Agarrei seu pau, iniciando uma leve punheta. Ele pegou-me pela nuca, forçando-me para baixo. Atendi seu desejo e cai de joelhos a sua frente, já abocanhando seu mastro.

— Aaiii delícia! — Foi o que ele quase gritou em resposta.

Não perdi tempo, comecei a chupá-lo avidamente, engolindo o máximo que conseguia, sentido-o alcançar minha garganta. Logo ele segurou-me pelos cabelos e começou a foder minha boquinha, de forma frenética, mal dando oportunidade para respirar.

Senti seu pau pulsar, ao mesmo tempo que escutei seu gemido acompanhado de alguns palavrões. Mina boca encheu-se. Ele gozava tesudo. Engoli tudo, sem desperdiçar nada.

Ainda chupando-o por um bom tempo deixando seu pau limpinho, já meio mole.

Ele se sentou em minha cama.

— Cara uma delícia gozar assim. Boquetão do caralho.

Ela já ia pegando suas roupas no chão, quando o interrompi:

— Que isso cara... Relaxa.... Vou ficar sozinho aqui a noite toda. Ainda tem muito pra gente aproveitar.

— Nossa, meu pau já ficou duro de novo!

- Isso! Macho tesudo assim que eu gosto! … Quer me fazer de putinha, quer?

Ele me puxou junto dele, deixando-me de pé e de costas para ele. Puxou o shorts que eu usava, deixando minha bunda a mostra, que ele fez questão de começar a mordiscar.

Ele me pediu para tirar a roupa de uma vez. Não perdi tempo e tirei tudo ficando peladinho para ele.

Ele voltou a agarrar minhas ancas e puxa-me contra sua cara, que ele afundou em meu rego, já metendo a linguinha em meu cuzinho que piscava. Sua língua percorria toda a extensão de minha bunda, mas principalmente ia fundo em meu anelzinho. Suas mãos percorriam meu corpo, ora arranhando levemente minha pele, ora dando leves tapas em minha bunda, fazendo-me sentir toda a volúpia do Marquinhos por uma bunda e um rabinho guloso.

Ele então agarrou-me por trás e me jogou de bruços na cama. Rápido como um raio, se jogou por cima de mim, colando nossos corpos. Seu pau encontrou o caminho e com o meu cuzinho todo molhadinho com a saliva do Marquinhos, não teve dificuldade para me arrombar. Num movimento rápido e forte, entrou todinho, fazendo-me gemer de dor e tesão.

Marquinhos gemeu junto, logo tomando sua posição de macho fodedor:

— Vai viado, geme na minha vara... Vai quero ouvir você gemer, todo atoladinho com meu pau... Geme viado...

Eu atendi meu macho e gemia, quase gritava com cada estocada que vinha vigorosa, levando-me a delirar de tesão. Sentia seu corpo todo colado em mim. Seu peito peludo roçava minhas costas, arrepiando-me todo. Suas pernas peludas, entre as minhas, forçavam-nas para que elas se abrissem cada vez mais, deixando-me todo arreganhado para ele. Ele metia freneticamente, sempre com estocadas fortes, obrigando-me a gemer histericamente.

Então ele puxou o pau de uma vez, fazendo com que eu sentisse um vazio. Pegou-me e, com toda facilidade, arrastou-me para o chão, colocando-me de quatro. Montou em mim, cravando seu pau novamente, sem qualquer piedade. Voltou as suas bombadas fortes e vigorosas, sempre me chamando de viadinho e mandando que eu gemesse em sua vara.

Eu não acreditava que estava sendo literalmente fodido por aquele garanhão, sentindo todo o tesão e desejo daquele homem por mim.

Não demorou, senti seu corpo tremer, seu pau pulsar e meu cu logo estava sendo inundado de porra, enquanto ele me xingava do tudo que era palavrão.

Ele jogou todo o peso de seu corpo sobre o meu, fazendo-me cair deitado no chão, com ele ainda todo atoladinho em meu rabo. Ele mordiscava minha nuca e suas mãos percorriam toda a lateral do meu corpo, às vezes dando-me leves tapas nas bandas de minha bunda, que ele fazia questão de arreganhar ainda mais e forçar seu pau ainda duro como pedra em meu cuzinho laceado.

Ficamos assim um bom tempo. Ele então se levantou e me ajudou a levantar, logo puxando-me pela mão, conduzindo-me ao banheiro.

Arrastou-me para dentro do boxe e abraçou-me enquanto abria o chuveiro. Senti o contraste de seu peito muito quente colado ao meu e a água fria que jorrava sobre nós. Ele não perdeu tempo, agarrou-me, fazendo-me ficar em seu colo.

Seu pau sabia o caminho e quase automaticamente, encontrou meu cuzinho, entrando de uma vez. Suas mãos fortes grudaram em meu corpo, forçando-me a subir e descer em seu pau. Sentia-me um joguete nos braços fortes daquele homem.

Agarrava-me a ele, chupava e mordiscava seus ombros e pescoço, enquanto ele fazia o que queria de mim. O tesão dominava, não sei quanto tempo ainda ficamos assim, até que senti seu pau jorrar mais uma vez dentro de mim.

Ficamos mais um tempo ainda assim, comigo montado em seu colo, sentindo seus braços fortes me segurando. Aos poucos fomos nos desgrudando e em carinhos mútuos banhamos um ao outro.

Saímos aina molhados do banheiro e fomos direto a cama, onde caímos exaustos e saciados e adormecemos abraçadinhos.

Era de madrugada, quando acordei com ele se levantando. Não disse nada, nem ele. Ele se arrumou e foi embora. Não havia nada a ser dito. Aquilo, como eu já havia falado era só transa.

E por um bom tempo foi assim. Transávamos alucinados, cheios de tesão. Um curtindo o outro.

Depois cada um para seu lado. Ele continuava com seu casos e namoros com as mulheres do bairro e eu com meus casos com outros caras.

Sem interferir em nossa amizade, uma das melhores amizades coloridas que já tive.


Autor: Franios
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