Sou branco, cabelo castanhos, altura média, magro, sem músculos e meio delicado. Sempre tive consciência que era gay, mas nunca dei bandeira. Saia para as baladas com os amigos. Um deles era o Marquinhos.

Ele era meu vizinho, um morenão alto e corpulento. Tinha esse apelido, por sarro, porque desde novinho era muito maior que o resto da turma. Com um pouco mais de 1,90m de altura, sorriso cativante e corpo muito peludo, logo se tornou o garanhão da rua, papava todas e não perdoava nenhuma. Comia novinha, quarentona, bonita, feinha, solteira, casada, rica, pobre, magra, gorda. Se tinha buceta e dava mole, ele comia mesmo.

Eu é claro babava por ele, mas como ele num dava nem um sinal de curtir viado, eu ficava na minha. Na verdade ele era até meio homofóbico, então eu ficava ainda mais retraído, disfarçando ao máximo.

A turma toda foi a uma festa junina perto daqui do meu bairro. Fomos a pé mesmo, já que num era muito longe. Logo a turma se dispersou, cada um pro seu lado. Percebi que alguns se deram bem, outros nem tanto.

Eu mesmo consegui puxar assunto com um moreninho que logo arrastei pra um matagal e fizemos um sarro legal. Mas ficou só no sarro, ele chegou até a gozar, mas só se esfregando em mim, por cima da roupa mesmo. Uma brincadeira legal, mas que fez com que eu ficasse pra lá de aceso.

Quando voltei pra festa já num tinha muita gente. Fiquei meio puto, pois estava com o cu piscando e sem muitas alternativas. Ainda dei uma voltinha e acabei decidindo beber alguma coisa. Na barraquinha de bebidas encontrei o Marquinhos tomando cerveja.

Como achei que num teria como conseguir um macho pra me fuder, puxei conversa com ele, para ver se me distraía, já gostava bastante do papo dele. Ele muito falante, logo foi destrinchando a conversa, enquanto bebíamos.

Logo engatamos no assunto putaria e ele me contou que tinha pego uma gatinha logo no começo da festa. Falou que tinha tentado comer o cu dela mas ela não aguentou mais que a cabecinha e ele teve que tirar. Ele tinha gozado, mas tinha ficado tesudo por um cuzinho.

Claro que meus devaneios foram longe imaginando ele matando seu tesão no meu rabinho, mas sabia que ficaria só no sonho. Como nós dois estávamos meio altos pela bebida, fui instigando e cada vez mais ele falava de putaria. O tempo passou e logo fomos convidados pelo dono da barraquinha a ir embora, pois ele precisava fechar.

Na verdade eu estava até bem inteirão, mas o Marquinhos estava literalmente trançando as pernas. No entanto a sua mala estava bem marcada nas calças. O cara estava tesudo pra burro. A ideia me surgiu, de repente e acho que foi pela bebida, que decidi pô-la em prática, mesmo sendo arriscado levar uma boa sova.

Comecei a fingir que estava para lá de bêbado. E falei para o Marquinhos para irmos embora juntos, para um ajudar o outro. Ele aceitou, pois num conseguia dar um passo sem tropeçar. Saímos dali apoiados um no outro. Pegamos o caminho de casa, pelo acostamento da rodovia escura. Eu praticamente carregava o Marquinhos que estava travadão.

Fomos andando devagar até que passamos perto do matagal. Num perdi tempo e falei que estava mijando nas calças, que precisava aliviar. Ele falou que eu podia ir mijar que ele esperava. Fiquei meio chateado porque achei que ele fosse falar que também queria mijar. Achei que seria uma boa oportunidade para poder ver de perto a ferramenta dele, mas num colou.

Quando sai do abraço, ele tontinho do jeito que estava, quase foi de boca no chão. Segurei-o e falei que ele num ia conseguir ficar em pé sem apoio. Ele disse para eu ajudar ele sentar no chão que ele esperava eu ir mijar. Comecei toda uma ladainha que ele ia sujar a roupa, que se ele se sentasse no chão, eu num ia conseguir levantá-lo depois e mais mil e uma desculpas para ele ter que continuar abraçado comigo. Por fim ele falou para eu tirar o pau para fora de uma vez e mijar logo.

Comecei uma nova ladainha dizendo que ia pegar mal nós dois abraçados com o pinto de fora, coisa e tal. Acabei convencendo-o a entrar comigo por um trilho no matagal. Chegando a um ponto onde não dava para ninguém da pista ver alguma coisa. Abri minha bermuda e comecei a mijar, pois realmente a cerveja tinha feito efeito e eu estava apertado.

Fui segurando para o mijo sair bem devagar e demorar bastante. Enquanto isso fui instigando o cara a mijar também. Ele desconversou um pouco, mas acabou por confidenciar:

— Cara, tô de pau duro. Num vô conseguir mijar.... Bem que tô apertado.... Mas num tem meio de o pau baixar.... Desde lá da festa que ele tá durão.

Num perdi tempo e mandei ele tirar para fora, bater uma e se aliviar. Ele foi negando, mas com a boa lábia que tenho, convenci que o melhor era ele bater uma ali mesmo, que num tinha nada demais, pois nós dois éramos parceiros.

Ele meio sem jeito acabou tirando o pau para fora. Quase desmaio com a imagem. Um pauzão de 22cm, grosso e durão mesmo. Ele começou a punheta meio acanhado, mas logo estava descascando aquela banana!

Bem que eu tentei me segurar, mas mesmo com o risco que tinha, num resisti e agarrei aquele pauzão. Ele na hora segurou minha mão, tentando tirá-la dali. Mas eu tinha pego firme e num soltei. Ficamos um tempo assim, até que ele num fez mais força comigo e acabou soltando minha mão, que automaticamente começou a punhetá-lo.

Ele num falava nada. Ficava me olhando com cara de espantado, mas também num fazia mais nada para me impedir. Mais um tempinho e ele fechou os olhos e começou a gemer baixinho. O cara estava gostando.

Já tinha chegado até ali mesmo, quis arriscar mais.

Cheguei perto de seu ouvido e perguntei:

— Tudo isso é tesão de vontade de comer um cu?

Ele arregalou os olhos me encarando. Não confirmou, mas também num negou. Então eu agi. Abaixei a parte de trás de minha bermuda e aos poucos fui me posicionando a sua frente.

Ele ainda estava tonto pela bebida, então tive que tomar cuidado para ele num cair. Posicionei minha bundinha bem na frente de sua vara e fui empurrando meu rabinho para trás.

Até que seu pau encostou na minha regada. Ele continuou imóvel, mas seu pau pulsou, ainda mais duro.

Até pensei em dar uma chupada, para lubrificar aquele pauzão, mas fiquei com medo dele desistir. Então só encaixei a cabecinha na portinha e forcei meu rabinho para trás, decidido.

Gemi alto, sentindo o pau entrar a seco, arrebentando minhas preguinhas. Meu olhos até lacrimejaram pela dorzinha aguda no meu cu, mas me contive, num queria dar a mínima chance para que ele desistisse.

Então nem pensei na dor e forcei mais uma vez meu quadril para trás. Mais uma pontada aguda e mais um gemido sofrido meu. Chegou a escurecer minha vista, mas resisti bravamente a dor de já ter mais da metade daquele caralhão no meu rabo.

A recompensa veio rápido. Senti as mãos de Marquinhos agarrrarem minhas ancas, enquanto ele falava um “ai caralho” mais tesudo que já escutei na minha vida.

Ele me puxou contra seu corpo, enquanto forçava seu próprio corpo contra o meu. Senti o que faltava de seu pau entrar de uma vez. Mais uma pontada de dor, mas agora o tesão já me dominava, então gemi adorando aquilo, estava sendo enrabado por aquele macho autêntico.

Senti o peso do Marquinhos sobre minhas costas. Ele ainda muito bêbado, então num se equilibrava direito, jogando seu peso sobre mim. Tive que me segurar em uma árvore que estava ali perto pra num cair.

Foi até melhor, porque assim consegui arquear um pouco o corpo e empinar mais minha bundinha, que já começou a sentir os movimentos de vai e vem, em umas bombadas fortes e vigorosas.

Ainda tinha um pouco de dor, mas eu nem ligava, estava alucinado com o tesão de ser possuído pelo Marquinhos. Nossos gemidos se misturavam e podiam ser escutados a distância, mas eu não estava nem aí só queria aproveitar aquele momento.

O Marquinhos também parecia nem se preocupar, pois gemia alto, ora acelerava as estocadas, ora fazia um vai e vem muito lento e compassado. O cara estava curtindo comer meu cuzinho e aproveitando o máximo que podia.

Tentei falar para ele para mudarmos de posição, mas ele não me entendeu, apenas respondendo:

- Aguenta só mais um pouquinho, vai.... tô quase gozando, cara.... vai cara, só mais um pouquinho, aguenta vai....

Ele acelerou as estocadas, ouvi os estalos de seu corpo batendo contra minha bundinha. Logo depois ele jogou seu corpo todo contra o meu, enquanto puxava meu quadril com força para trás. Ele soltou um urro forte, seguido de vários palavrões.

Ele estava gozando como um cavalo, inundando minha bundinha. Sentia seu pau pulsar e seu corpo todo tremer. Ele continuou assim, agarradinho em mim e gemendo por um bom tempo.

Depois rapidamente, puxou seu pau ainda muito duro de dentro de mim e soltou suas mãos de meu quadril. Virando-me ainda, pude vê-lo, todo suado, cambaleando pela trilha e arrumando suas roupas.

Num olhou para trás e seguiu em frente, logo alcançando a pista e indo embora o mais rápido que suas pernas permitiam, ainda meio bambas pela bebida e pela gozada, é claro.

Num tive pressa, agarrei meu pau e ainda sentindo meu cuzinho aberto e escorrendo porra, mal me punhetei e jorrei numa gozada deliciosa em homenagem ao Marquinhos. Me recompus e tranquilamente tomei o caminho de casa.

Não consegui alcançar o Marquinhos, mas sabia que teria oportunidade de falar com ele, afinal, ele morava do lado de casa.

E pela quantia de que ele havia gozado, tinha certeza que aquela não seria a única vez que transaríamos.

Autor: Franios
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