Lembrando, já tenho 37 anos, e este conto aconteceu a bastante tempo atrás.

Depois que o irmão do meu coleguinha de escola começou a me comer, comecei a freqüentar o prédio deles e ia pra escada ou no play pra me masturbar, sempre usando uma calcinha por baixo de uma calça de lycra que eu pegava da minha irmã.

Tinha 13 pra 14 anos e às vezes eu ia de dia mesmo, os porteiros já me conheciam e como eu procurava por qualquer dos dois irmãos não tinha problema pra entrar.

Eu ficava excitado cada vez mais ao me exibir com ousadia, principalmente a noite, uma luz ficava acesa no play e iluminava um pouco o lugar que eu gostava de ficar, dava de frente pra rua e tinham 3 prédios grandes na frente.

Eu tirava minha calça e ficava só de calcinha, rebolava e me masturbava fingia estar fazendo tudo escondido, algumas pessoas passavam na rua e me viam, eu ficava de costas e deixava minha bundinha quase de fora da grade de proteção, tinha um cara no prédio da frente que me viu um dia, acho que levou um susto, ficou um pouco na janela e depois apagou a luz, mas dava pra ver seu vulto ainda olhando pra mim, ficava imaginando ele tocando uma punheta me vendo rebolar e abrir a bundinha mostrando o cuzinho na sua direção.

Uma vez eu deitei no chão, fiquei de quatro, metia o dedo no cuzinho e rebolava, procurei algum objeto que fosse bom pra brincar, achei uma vassoura e comecei colocar o cabo devagarzinho, gozei muito e acho que o cara que me espiava também.

Uma vez estava na minha sessão de exibicionismo, começava a tirar a calça de lycra quando ouvi um barulho, quando olhei pra trás era o vigia da noite, seu Arnaldo, um coroa de uns 45 anos, mas bem conservado, ele estava rindo de mim, “eu bem que desconfiava, um viadinho, essa coisa de todo dia visitar o Carlinhos, quando ele não estava dizia que era com o André, hoje eles não estão, viajaram, aí te segui pra ver aonde você ia....” vesti rápido a calça e ele veio na minha direção, eu fiquei branco de susto e com medo dele contar pra todo mundo ou me bater ali mesmo, mas ele chegou perto e falou no meu ouvido apertando minha bunda “carninha gostosa essa!

Deixa o papai ver, vem comigo, sabe que tenho a chave do quartinho da despensa? Vem seu putinho” e me levou pros fundos do play, abriu uma porta com a chave e entramos, ele trancou e acendeu a luz, era bem apertado, com cheiro de umidade, tinha material de limpeza e umas ferramentas.

Fiquei morrendo de medo, mas meu pauzinho começou a ficar duro de tesão, ele me segurou por trás apertando com força o pau contra minha bunda, ele era forte e cabeludo, arriou as calças e começou a esfregar o pau na minha bunda, sentia ele cada vez mais duro e quente por cima da minha calça, pegou meu braço e puxou pra trás guiando minha mão pro seu mastro duro, mandou eu segurar com força, o que fiz, então ele ficou forçando num vai-e-vem , deu pra sentir o tamanho e a grossura, “segura meu viadinho, segura a pica do teu papai, quero que você mame ele agora”, me colocou de joelhos e começou a esfregar o pau na minha cara, metia na minha boca, tirava, batia com ela na minha cara e resolveu enfiar tudo de uma vez, quase engasguei, mamava com força porque ele pedia, segurava o saco peludo dele com as mãos e ele a minha cabeça.

Ele pediu pra eu tirar a roupa, quando viu que estava de calcinha começou a rir e falava pra eu rebolar que parecia uma menininha, toda lisinha, “quero ver seu cuzinho tira a calcinha criança”, tirei e fique de costas pra ele, ele cuspiu no meu cuzinho e começou a meter o dedo, como era gostoso, só havia transado com os dois irmãos e o mais velho tinha 17 anos, estava totalmente entregue para um coroa, um homem formado e maduro, com um corpo cheio de músculos, as mãos grossas do trabalho, de repente ouvimos um barulho, que devia ser da garagem lá embaixo, “você ta com sorte hoje, estou trabalhando e não vou poder arrombar esse cuzinho agora, mas vem cá, mama minha pica até eu gozar” então ele encostou na parede e eu ajoelhei de novo na sua frente, ele meteu a pica na minha boca e começou a fuder ela com força, tocando uma punheta junto, ajudando com uma das mãos, a outra forçava minha cabeça, ficou assim pouco tempo porque senti logo um jato quente na minha garganta, tirei um pouco a boca mas ele mando eu engolir tudo e ainda lamber seu pau até ficar sequinho.

Me vesti rápido, notei que havia molhado um pouco a malha da minha irmã com um líquido que escorreu do meu pintinho, peguei um pano pra limpar, ele destrancou a porta dizendo “amanhã é minha folga, quero te arrombar, vem as nove horas, se você não aparecer vai ser pior, mas você vem né seu viadinho? Gostou do leitinho do papai, né? Você dá o cú pro André também? E o irmãozinho dele? É um putinho mesmo........

Fui embora e quando cheguei em casa fui pro quarto e bati uma punheta com um consolo no cuzinho pensando no seu Arnaldo.

Autor: DedeiaCross
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