oi,essa é a última parte do conto,aconteceu no colégio agrícola,eu sou o Lucio.

Eu e Marcos estávamos muito amigos,depois que Henrique e Julio foram embora,as coisas mudaram pra mim,Marcos era o único rapaz do colégio que eu me interessava,por ser mais velho um pouco e por me sentir atraído por ele,o inspetor Carlos foi demitido depois de ter ido trabalhar embriagado...

Então não tínhamos mais o inspetor de turmas,por isso tínhamos que cuidar de nossas roupas e materiais,a direção da escola queria que todos os alunos voltassem a usar cueca, mas nós nos reunimos e fizemos um boicote,criamos um grupo de alunos e mandávamos em tudo,decidimos que o uso definitivo de cueca era proibido.

Marcos e eu podíamos fazer o que queríamos,pois eramos quem mandava no colégio, então tudo mudou de novo,veio para o colégio vários alunos novos,e todos sem saber do que ocorria fazíamos que pagassem um preço por algo que precisávamos, então foi repassado as regras a cada um,e os que não cumprissem teriam que pagar um boquete e dar o rabo um para o outro...

Marcos e eu fazíamos sexo, toda a noite,agora nosso quarto era onde antes era o de inspetor Carlos,o alojamento ficou para os outros alunos,as tarefas eram as mesmas,horta,roça e lenha,um novo grupo foi feito para cada atividade,e eu coordenava cada 1,com o passar dos meses,Marcos foi se abrindo comigo,a noite no quarto,ele me falou de sua vida,que os seus pais eram mortos e ele era filho único, que ele veio para o colégio para esquecer tudo o que aconteceu em sua vida,e que eu era sua única companhia,seu amigo e agora namorado,então eu lhe falei de minha vida,que meus pais não sabiam que eu sou gay,que não tenho irmãos, me sentia infeliz por não ter com quem desabafar,que gostava de homem desde pequeno,e que ele foi o homem por quem eu me interessei...

Nos beijamos e nos despimos,ele me penetrou com seu pau roludo e pontudo, e grosso, as suas bolas eram enormes e batiam em minha bunda,trepamos até não aguentar e dormimos agarrados e nus,assim na manhã seguinte era aula de educação física,o professor só deixava a gente fazer se usássemos calção, o problema era que os nossos calções não tinham forro pra usar sem cueca,fomos para o vestiário e coloquei o meu calção, Marcos não havia levado calção,então eu lhe emprestei um que eu tinha sobrando, mas ficou muito folgado para ele,eu vi que ele reparou que o calção era folgado, e sorriu, e que sempre usava as calças folgadas, como suas bolas e pau eram grandes, ficavam tudo pendurados e pulavam e confesso que aquilo me excitava de um jeito, fomos fazer aula e descobrimos que eram só nós na aula, estávamos sem os outros alunos,eles haviam ido a um passeio do colégio,e como eu e Marcos estávamos no quarto conversando nós dois não fomos,o professor nos deu a bola pra jogar vôlei e saiu da quadra,jogamos e a cada pulo para rebater a bola...

O cacete de Marcos pulava junto,eu fingi que nem reparei,mas não dava para não reparar,fizemos a aula e fomos ao vestiário e lhe falei que vi seu pau pulando no calção,ele me pediu se eu havia gostado de ter visto,eu lhe respondi que sim e então eu dei meu rabo para ele de novo,ele me comia feito um louco,eu gemia de prazer e queria mais,eu nunca comi o rabo de Marcos porque ele não queria,embora eu sempre desejasse,era ele quem sempre me comia,e gostava de me comer,e eu gostava de ser enrabado por ele,seu cacete me arregaçava.

Nenhum dos outros alunos reclamou pelo fato de não poder usar cueca,ou das tarefas, só que eu percebi com o tempo que Marcos era infeliz, pois nas reuniões de pais no colégio, ninguém de sua família comparecia,eu achei estranho, afinal ele não tinha tios, primos, irmãos, ninguém.

o tempo passou...

Então chegou o grande dia das últimas semanas de aula, nós pra variar ficamos em recuperação em 4 matérias cada um,podíamos fazer as provas em dupla,sentamos um do lado do outro e começamos a fazer,a professora Ana,sentou na carteira e leu seu jornal, as vezes ela olhava para ver se não estávamos colando, pelo fato de estarmos sentados pertinho um do outro, começamos a ficar de pau duro, Marcos me disse que depois das provas eu ganharia o que eu queria, seu cacete, aquelas eram as provas definitivas para saber se nós passaríamos ou não e se teríamos formatura, me concentrei e meu cacete baixou, fiz a prova e fomos de volta ao quarto,ao chegar lá e deitarmos na cama, falei para Marcos o que estava pensando,o que seria de nós depois da formatura, para onde ele iria,o que faria, eu estava gostando dele e não conseguiria viver longe dele, ele passou a mão em meu peito e disse que não sabia, então parece que tudo o que é pra acontecer sempre acontece...

Meus pais me ligaram e eu fui atender,meu pai me falou que precisava de mais um funcionário em sua empresa,ele me disse que depois da formatura,ele resolveria isso, ai estava a chance de eu ficar perto de Marcos,falei para meu pai que tinha uma pessoa para o emprego,ele queria saber quem era,e eu lhe disse que era um colega de colégio,então ele mandou falar com ele depois da formatura,desliguei e fui de volta ao quarto,Marcos me pediu o que meu pai queria,e eu lhe contei o que havia pensado,eu achei que ele iria ficar bravo comigo,mas que nada,deu pulos de alegria,assim poderíamos ficar juntos,e trepar como sempre fazíamos.

Passamos nas provas que havíamos pegado recuperação,e então veio o grande dia.

No dia de preparação para a formatura,fomos dispensados do colégio e eu fui pra casa,Marcos foi comigo,para falar com meu pai, ele e meu pai foram ao escritório conversar,eu tava numa angustia tremenda,se meu pai descobrisse o que eu e Marcos aprontávamos no colégio ia fechar o tempo...

Tentei não pensar naquilo e fui me arrumar pois teríamos que experimentar a beca pra tirar foto,eles saíram do escritório e vieram a sala,eu já estava voltando quando meu pai falou que Marcos era o seu mais novo funcionário e que ele podia começar a trabalhar logo, sorri de felicidade, e pedi ao meu pai se Marcos podia ir junto ao estúdio experimentar a beca,ele disse que sim,e fomos lá,ao chegar ao estúdio, Marcos foi levado ao provador e eu fui ao banheiro...

Quando entrei na sala do provador, Marcos estava nu atrás da porta,eu abri e vi ele,que se virou achando que era outra pessoa,quando eu vi que estava nu,entrei no provador e trepamos mais uma vez, ali bem rápido para ninguém chegar e cada aluno colocava a beca e ia sozinho tirar a foto,Fernando foi primeiro e assim foram os outros alunos, ficando só nós dois, então eu disse a Marcos que ele fosse antes de mim, quando o Lucas chegou com a beca, eu estava fora do provador e Marcos lá dentro ainda nu, então depois que Lucas saiu, eu bati na porta e Marcos abriu, eu entrei e lhe ajudei a se vestir,até achei que ele iria por alguma coisa por baixo da beca,mas ele disse que iria assim mesmo sem nada,pois aquela era uma data muito importante para ele,como nós havíamos nos acostumado no colégio a andar com as partes sempre soltas e balançando...

Resolvi que iria pelado por debaixo da beca também,só torcendo para que ninguém percebesse,eu na verdade queria que Marcos fosse primeiro para poder ajudar ele a se vestir e ver ele tirar a beca depois para mim usar ela,então ele colocou a beca,pelado por baixo e foi caminhando devagar lá na sala das fotos, o fotógrafo mandou marcos segurar um papel e fazer uma cara de feliz, e então ele bateu varias fotos...

Quando chegou a minha vez, eu estava no provador e Marcos chegou, entrou e eu estava tirando a camisa quando ele chegou, tirei a calça e coloquei a beca,e pedi para Marcos me esperar ali,fui devagar,sentindo o ar entrando nas minhas partes,e cheguei lá na sala de fotos,torcendo para que não fosse preciso sentar,e tudo aconteceu normalmente, voltei para o provador e me despi da beca e coloquei a calça de volta e fomos esperar meu pai voltar,naquela noite Marcos dormiu lá em casa e trepamos de novo.

Marcos ficou morando conosco.

No dia da formatura,Marcos não tinha roupa para ir, fomos a loja fazer compras,eu fui com ele,ao chegar na loja, fomos ver um terno para Marcos,ele falou para a balconista que queria um terno com a calça bem folgada, ela não perguntou o porque mas atendeu prontamente,mas voce sabe o porque né.

Hoje Marcos trabalha com meu pai e mora conosco, e sempre que pode nós trepamos sem que os velhos vejam ou saibam, e continuamos a andar com as coisas balançando e soltas nas calças.

FIM.


Autor: Lucio
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta