Quando eu tinha cerca de 18 anos, minha mãe e eu mudamos para a casa da vovó. Era uma casa de dois andares, embaixo morávamos eu, minha mãe, vovó e uma irmã de minha mãe.

A outra irmã morava com o marido na parte de cima. Minha mãe é a irmã mais velha e a irmã casada ainda era novinha, meu tio tinha 30 anos, então.

Desde que mudamos senti muitos olhares dele pra mim.

Eu namorava uma menina, na época. Contudo, já tinha ficado com um amigo, onde tinha rolado amassos e umas chupadas e eu tentava fugir desse desejo.

Sou moreno claro, 1,80m, 65kg, sem pelos e sempre tive uma bundinha redondinha.

No aniversario do Tio Beto fui dar-lhe os parabéns e quando o abracei ele passou sua mão com firmeza em minha bunda. Pensei que fosse brincadeira e nem liguei.

Contudo, ao final da noite ele veio direto e me disse que o presente de aniversário que queria era meu cuzinho.

Eu disse que jamais, que sou homem (mais tarde eu soube que o que eu tinha dito em segredo pra minha mãe, sobre meus desejos, tinha chegado aos ouvidos dele).

No dia seguinte, ele me chamou de novo e me disse que sua esposa havia engordado e que não liberava o rabinho, e que eu tinha uma aparência que o excitava e despertava muitos desejos. Dessa vez, fui com a desculpa que sou evangélico, que isso não é certo...

Mas é claro que aquilo mexeu demais comigo. Comecei a reparar mais nele, um pouco mais baixo que eu, bem forte, mulato.

Mais ou menos um mês depois, minha mãe, tias e avó combinaram de fazer compras e sair juntas um sábado inteiro. Minha mãe ainda disse quando estávamos todos reunidos: “quem sabe os homens também não inventam algo pra fazer juntos no sábado”.

Tio Beto me olhou firme e pela primeira vez, eu sorri, mostrando que estava a fim. Na noite anterior, me bateu um medo e perguntei o que minha mãe achava de eu ir junto com elas, mas ela disse que ia ficar muito apertado no carro, que era melhor eu ficar.

No sábado de manhã, num misto de medo e tesão, decidi tomar um banho e me lavar bem logo que elas saíram. Como eu imaginei, o Tio Beto estava me esperando quando saí. Usava apenas um calção e já me esperava excitado. Eu estava nervoso, ninguém de nós falou nada.

Ele chegou por trás de mim, me abraçou, me beijou a nuca. A toalha caiu, eu peguei a mão dele e o conduzi para meu quarto.

Lá, ele tirou um gel do bolso, umas camisinhas, me aproximou dele e disse: “Fica calmo, você vai gostar”, e me beijou na boca.

Ele sentiu meu nervosismo, me colocou na cama e começou a me massagear com calma. Foi pelas costas e descendo. Quando chegou na bunda, começou a acariciar, beijar e ficava elogiando, me chamando de gostosa, de delícia.

Claro que fui me excitando e quando ele viu que eu estava bem “amaciado”, tirou o calção e deixou o pau pertinho do meu rosto. Tio Beto tem um cacetão lindo: uns 18cm, grosso, cabeçudo. Fui lambendo e beijando com muito tesão. Ele gemia de prazer.

Senti seus dedos, melados com gel no meu cuzinho. Quando ele colocou dois dedos, eu beijei ele com gosto e disse: “mete com carinho pra eu querer sempre”.

Ele me deitou de ladinho e posicionou o pauzão. Fui sentindo a pressão. Ia entrando devagar e senti desconforto e um pouco de dor. Mas ele me pegava firme e me beijava, sem dar chance de eu reclamar.

De repente, ele deu uma estocada firme, enfiando todo o pau. Gritei, ele me agarrou com firmeza, disse pra mim ficar quieto. A dor foi passando e eu vi que ele mantinha o pau bem lá dentro, esperando meu cuzinho se acostumar.

Eu fui ficando de pau muito duro e ele começou a comer, com carinho e com firmeza. Eu gozei primeiro, mas logo em seguida, senti ele gozar em minha bundinha. Que delícia!

Fomos para o chuveiro. Logo, comecei a chupá-lo até sentir ele bem duro de novo. Ele me mandou ir para a cama e ficar de 4. Empinei a bundinha, todo oferecido e recebi uma chupada no cuzinho que me fez delirar.

Implorei pra ele me comer de novo e logo senti seus dedos cheios de gel, me preparando de novo. Dessa vez ele enfiou com força. Fui me acostumando e logo estava gozando de novo sendo enrabado.

Ele se deitou de frente e pediu pra eu montar. Foi uma delícia sentar naquele pau delicioso e olhar nos olhos do tio Beto. Meu pintinho estava murcho depois de duas gozadas, e ele pela primeira vez, tocou nele.

Fiquei montado, dizendo besteiras, gemendo, beijando meu tio por um tempão. Então, ele disse que queria gozar em minha boca.

O gosto salgadinho de porra não era inédito pra mim, mas é claro que ia ser diferente. Chupei com gosto, absorvendo todo aquele gozo.

Acabamos cochilando. Senti ele sair, tempo depois, me dando um beijinho no rosto. Quando as mulheres chegaram eu fingi estar indisposto.

Depois disso, ele me comeu mais algumas vezes. Tínhamos muito desejo, mas também medo de desfazer a aparência familiar.

Autor: Luizito Andrade
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta