Olá pessoal! Sinto um enorme prazer em postar aqui mais um Conto, mais um fato que já me aconteceu...

Primeiro deixa eu me apresentar: Sou o Emerson, tenho hoje 30 anos, 1,67, 64kgs e sou tarado por coroas, todas as minhas relações sexuais são com coroas, nunca me sentir atraído por homens jovens. Já postei aqui outros contos.

No interior onde morei uma época, não vou citar o nome do município para manter a descrição já que o fato ocorrido chegou a ser do conhecimento de muitos naquela pequena cidade do interior.

Ali morava o Sr. V, mais ou menos 1,70, uns 75kgs, cabelos brancos, uma delicia de coroa, usava bigode e tinha fama de pegador, sempre teve fama de pegador, alem de ser casado. Cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo, enfim, sempre fui tarado pelo Sr. V que nem desconfiava que eu era tarado por ele, pois, na época eu também era casado.

Para me aproximar comecei a cumprimenta-lo todas as vezes que eu o via em algum lugar. Assim foi durante um bom tempo, mais ou menos uns 6 meses, já éramos amigos e claro, ter ele na cama não saia da minha cabeça em nenhum momento. Rsrs

Conversando com ele na rua, ele me falou de um problema com o telhado em sua casa. Era minha chance de me aproximar mais, claro, fui logo me oferecendo para ir a casa dele ajuda-lo a concertar a telha que estava quebrada.

Chegamos e a esposa dele logo veio dar opiniões, plano elaborado para o concerto e a esposa se despediu de mim dizendo que ia ao mercado. Quase morri meu coração quase pulou para fora só de pensar na possibilidade de ficar sozinho com o Sr. V.

Já estávamos sozinhos e meu nervoso e louco de vontade de avançar naquele coroa, não perdi tempo e bolei meu plano para saber se ele topava... Comei a falar em sexo, posições, etc... Ele sempre muito sério, só concordava com algumas safadezas que eu falava sobre sexo, claro, falava sempre safadezas sobre mulher.

Mais algumas tentativas e ele também começou a falar putaria também, do nada ele me perguntou se eu curtia comer c.... de mulher, pensei um pouco e o respondi com a mesma pergunta. E Sr? Ele de imediato respondeu: sim, adoro. Respondi para ele que também gostava. Olhamos-nos e rimos. Subir na escada para ir trocar a telha.

Telhado novinho. Daí sentaram-nos à mesa da cozinha para tomarmos água.

Perguntei para ele qual posição ele gostava de c. nas mulheres. Ele disse que gostava de todo jeito, mas, adorava de 4.

De imediato tomei coragem e perguntei para ele se ele já havia comido um outro h. Ele riu e falou: E você já? Ele louco de tesão e já excitado pelo papo e pela tensão, respondi que sim, daí comecei a conta para ele como tinha sido, inventei uma historia que havia comido um amigo quando era adolescente, ele ficou super empolgado e disse que quando era adolescente também havia transado com um amigo dele.

Daí para frente foi moleza, perguntei se ele gostou e se ele sentia vontade de fazer novamente. Ele respondeu que tinha sido gostoso, mas, era complicado. Insistir e perguntei, o Sr. Caso encontrasse alguém ou até esse amigo com que transou quando adolescente, toparia novamente, ele riu e respondeu que talvez... Neste momento, me aproximei dele, ele já todo sem graça e sem ação. Peguei no ombro dele e disse: Posso confessar algo para o Sr. Ele: Sim.

Sr. V. Eu sou tarado pelo Sr. Sempre tive muita tara por homens coroas e o Sr. Me deixa louco. Cheguei bem perto dele e coloquei as mãos em seu ombro e o abracei. Ele ainda sem ação disse. Não podemos fazer isso aqui, minha esposa pode voltar ou minha filha chegar.

Neste momento, me afastei dele e de costas para ele pedi desculpas, meio emocionado e excitado mais uma vez me desculpei e disse que o problema do telhado dele já estava resolvido e que já estava indo. Ele ainda meio sem graça respondeu, que não precisava eu pedi desculpas e me agradeceu por ter ajudado no concerto do telhado.

Fui embora, todo confuso, medo dele espalhar para todos que eu era gay, naquela cidade pequena, se isso acontecesse eu estava ferrado. Tinha um cargo o qual quase todos daquela cidade me conhecia.

Alguns dias depois, estava saindo da minha casa para ir trabalhar, quem eu encontro já chegando a minha casa? Ele. Sr. V. Ele disse: Olá, ainda bem que te encontrei em casa ainda. Queria conversar com você, quando ele falou isso, quase fui ao chão. Vi tudo escurecer. Ele disse, escuta, minha mulher vai viajar. Ela iria para casa de um dos filhos deles que morava em outra cidade.

Que hora você pode aparecer La para conversamos. Respondi meu eufórico, que horas você pode? Ele disse: Pode ser a noite, umas 21h, que acha? Sua mulher não vai achar ruim você sair a essa h? Respondi, não. Vou lá à noite e conversamos. Que dia demorado de passar. Nessas alturas já havia preparado o campo quanto a minha mulher. Disse que iria participar de um evento em um colégio estadual na cidade vizinha e iria voltar um pouco tarde.

As horas pareciam não querer passar, contava cada minuto, todos em meu trabalho não me reconheciam, estava ansioso e nervoso. Rsrs

Chegado enfim o final do expediente, fui para casa e tomei um banho, bom banho e já tudo certo com minha esposa, sair de casa um pouco mais cedo para ela não desconfiar sobre evento em colégio aquela hora. No centro da cidade fiquei em uma lanchonete esperando o horário certo.

Enfim chegou a hora de ir até a casa dele.

Toquei a Campânia e ele saiu e abriu o portão. Ele antes mesmo de me cumprimentar me perguntou se havia pessoas na rua e será que alguém havia me visto entrar, nem prestei atenção se existiam pessoas na rua e se alguém havia me visto entrar, so pensava em gozar com ele... rsrs

Entrei na casa dele e ele me cumprimentou pensando em minha mão. Ele como sempre, de sapato social, calça social e camisa polo. Pediu que eu sentasse, daí ele começou a me contar que a Mulher iria fazer compras com o filho. Pensei, quero saber de nós dois. Levante do sofá que estava sentado fui em sua direção e sentei ao seu lado, toquei seu rosto e tasquei um beijo na boca dele, ele correspondeu e que beijo, nos beijamos ambos respirando rápido e fortes, rolamos sobre o sofá nos beijando e sem parar de nos beijar levantamos e seguimos para o quarto sem parar de beijar.

No quarto ele ainda me beijando falava que sempre pensava em mim, que desde que eu me aproximei ele já havia percebido, mas, evitava e que ele batia punhetas e até transava com algumas mulheres e só gozava gostoso quando pensava em mim. Ouvindo aquilo fiquei louco... Tirei a roupa dele e logo em seguida tirei a minha. Mais beijos pegando na mala dele e ele na minha, começamos a chupar um ao outro. Como ele chupava gostoso. Cada chupada dele tinha que me segurar para não gozar...

Ele era gostoso demais, o pinto dele ainda sim ficava bastante duro. O meu, antes mesmo de entrar na casa já parecia pedra. Rsrs

Ele adorava ficar pegando e chupando, percebi que ele curtia muito mamar e pegar, pedi para comer ele, ele perguntou se eu também iria dar para ele. Respondi que sim mas queria comer ele, pois não aguentava mais de vontade. Ele ainda ficou chupando mais um pouco e depois disse que iria dar gostoso para mim, ficou de 4 na cama dele e disse, me come bem gostoso, falei, deixa eu colocar o preservativo, ele disse não, vou confiar em você, me come gostoso, quero sentir você.

Passei bastante cuspe e comei a comer ele, que delicia, confesso que essa foi a única vez que havia penetrado alguém sem preservativo. Perguntei para ele se não tinha creme, ele respondeu tem no banheiro, entrei no banheiro e peguei o primeiro frasco de creme que vi, no final quando fui ver, era creve pos barba. Kkkk

Passei bastante creme no meu pau e depois no c.... dele, deixei bem liso e comeicei a penetrar devagar, bem devagar, quando ele se acostumou, mentia gostoso e ele gemia muito e cada vez mais com a bundinha empinada, que loucura, quando ele anunciou que iria gozar, comecei a menter mais forte e queria gozar muito... Gemidos, gemidos fortes e enfim, gozei gostoso como poucas vezes gozei. Ele quase louco na hora de gozar só pedia para eu meter...

Gozamos, deitamos na casa e ficamos quietinhos quase meia hora. Já estávamos quase dormindo quando levantei e fui ao banheiro tomar banho, logo em seguida ele também foi tomar banho, nos banho mais beijos. Depois nos vestimos conversamos um pouco e eu fui embora.

Ele hoje tem 78 anos, ainda é casado com a mesma mulher, converso com ele apenas por telefone, já que depois que fui embora nunca mais voltei, o encontrei em outra ocasião, por que ele veio visitar uma das filhas que passou a morar aqui em Sampa, daí aproveitamos e passamos dois dias juntos, foi muito gostoso.

Adoro-o apesar da idade. Respeito a posição de casado dele, apesar dele já ter falado que deixaria tudo para ta comigo.

Grato pessoal. Mais uma vez peço desculpas pelos erros de Português.

Abraços a todos.

Autor: Emerson
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta