Sempre que chove a frangada falta à academia. Se passar das 22h e for sábado, ai que não vem nenhum. Então nós, os monstrões que pegam pesada, tomamos conta da academia.

Os equipamentos e os pesos são todos nossos, andamos sem camisa e só de shortinho ou sunga, berramos e falamos alto, afinal ninguém tá lá para se incomodar.

Nesta último final de semana estávamos só eu e o Fernando, personal trainer e dono da academia.

Já tínhamos malhado peito no dia anterior, mesmo assim resolvemos fazer mais umas séries de crucifixo enquanto uma garota terminava de correr na esteira.

Eu sentei atrás do banco que Fernando está deitado enquanto ele pegava dois alteres de 35Kg. Ele deitou e começou a fazer os movimentos enquanto eu contava.

1...2...3...4...

Dali em diante reparei como o peito dele se contraia todo, um peitoral com o outro. Era tão grande que dava para fazer uma espanhola sem dificuldades.

Provável que o suor salgado daquele corpo pudesse ser usado como um lubrificante para o meu membro...

De repente fui acordado do meu devaneio. “Me ajuda, porra!”. Coloco minhas mãos sobre os bíceps de Fernando e dou pequenos empurrões para que ele complete a série.

Assim que ele chega a 14 repetições ele joga os pesos no chão, salta do banco e posa na frente do espelho. Ele tinha um corpo lindo, todo bombadão, sequinho, os músculos brilhavam com o suor e pareciam ficar ainda maiores. Sabia que eu não era gay, mas quando ficava só com aquele cara passava a duvidar que eu fosse hetero.

Se um dia eu fosse dar meu rabo seria apena para como o Fernando. Depois do devaneio foi minha vez de sofrer. Pego os mesmos 35Kg, ia fazer 16 repetições. Comecei. Ele contava bem de vagar, no ritmo que fazia os movimentos. Mas aquela voz grossa, berrando como um general para um soldado só me deixavam mais excitado.

De repente percebi que estava para ficar de pau duro. Meu membro apareceria sobre o short de lycra e com certeza o treinador notaria. Segurei aquela ereção violenta com a mesma força que segurava os alteres.

Mas a medida que meus braços enfraqueciam com o esforço meu pau se fortalecia.

De repente um alívio. A esteira parou, terminei a série e Fernando se levantou rapidamente para descer as portas de ferro da academia. Neste curto espaço de tempo ajeitei meu pinto na cueca e acalmei daquela ereção.

Fernando termina de fechar a academia e desliga a música.

- Cara, que rabão tem aquela mina, comeria a noite toda sem me cansar.

- Só que não... Duvido que ela vá cair na sua, ela tem namorado.

- Nunca vi deve ser um frango magrelo. E duvido que ele tenha 22cm de giromba.

- Vamos parar de viadagem e vamos malhar perna porra.

Tinha que evitar que o assunto acabasse em sexo e com certeza esta foi a melhor saída. Afinal se tem algo que malho bastante são minhas pernas, parecem dois troncos e faço inveja a muito bodybuilder por ai que tem perna de sabiá.

Começamos os agachamentos. Ele primeiro. Eu me encostava naquele corpo suado, com uma tattoo tribal que ia do ombro ao peito adornando aquela pele cor de cobre tão perfeita.

Conforme ele agachava eu acompanhava o movimento, segurando-o pela cintura. O cheiro forte de macho invadia meu nariz. Aquele corpo protegido apenas por uma sunga parecia tão vulnerável e ao mesmo tempo poderoso.

Lentamente ele terminou as 12 repetições. Subimos e ele fez outra pose na frente do espelho, desta vez mostrando os músculos das pernas. Como eram perfeitas. Lindas, só não mais grossas que as minhas.

Passou a ser a minha vez de agachar. Estava tão animado com o exercício que até esqueci a vontade de trepar. Assim que fiz os primeiros movimentos fiz questão de contrair o máximo para que Fernando visse que não estava de brincadeira.

Cada repetição e minhas pernas ficavam maiores, mais fortes e poderosas.

Então senti algo atrás de mim. Fernando tinha ficado de pinto duro e estava esfregando aquela coisa nos meus glúteos. Tentei ignorar, mas não deu. Eram realmente 22cm de carne venosa e dura no meio daquelas pernas.

Levantei com um movimento brusco já irritado com aquilo.

- Porra cara! Deixa de ser baitola.

Mas, assim que repousei o peso sinto um tabefe forte na minha nádega direita. Ele apertou meu com força e logo em seguida deu outro tapa do outro lado. Com as pernas doloridas nem conseguia reagir.

- Bora.

Então ele me Maciel! Aguenta se tu for macho. Sei que você quer dar o cú pra mim. puxou com junto com barra e me fez agachar de uma vez. Minhas pernas travaram não conseguia sair da posição e minhas pernas iam ficando cada segundo mais doloridas.

Aproveitando minha situação ele saiu de trás de mim se colocou na minha frente e abaixou a sunga ostentando o pau imenso e grosso, todo lizinho e com uma cabeça cor de vinho grande como um ovo.

O pau dele era levemente curvado para cima e balançava e pulsava na minha frente.

- Chupa! Se quiser levantar vai ter que me mamar.

Um pouco a contra gosto, comecei a passar a língua pela glande. Mas ele não teve paciência, logo agarrou minha nuca e forçou todo para o fundo da minha garganta.

Doeu muito, principalmente quando ele começou a socar, me tirando o ar e me deixando desesperado. Minha saliva saia grossa e descontroladamente tentando lubrificar aquele caralho pulsante.

Quando não tinha mais como agüentar ele me ajuda a jogar a barra no chão. Queria pegar as minhas coisas e ir embora. Queria surrar aquele cara. Mas só tive forças para me jogar de bunda no chão e deitar cansado.

Fernando, olhando minha posição humilhante foi logo esmagando meu saco com seu tênis. Bem de vagar e sádico enquanto eu arfava tentando juntar forças e suportar as dores.

Aos poucos meu pau foi ficando duro, não tinha como resistir, Fernando ainda era um cara muito gostoso.

- Agora você vai dar rabão malhado pra mim! Como a Rafaela não vai abrir as pernas para mim, vai ter que ser você mesmo. Mas quer saber de uma coisa, Maciel? Seu traseiro é muito mais gostoso que o dela.

O rosto sádico de Fernando, só me paralisava. Adoraria ter ouvido aquelas palavras, mas em outra ocasião. Os chutes que ele dava nos meus testículos só reafirmavam a nossa relação.

-Tira isso quero ver você peladão. Se não tirar sabe que posso chutar teus ovos com mais força.

Diante da ameaça, me despi diante daquele homem. Era humilhante, me sentia impotente e não via nada que pudesse fazer com ele para sair daquela situação.

Ele era mais forte e com certeza estava menos cansado. Fui tirando meu short até ficar pelado e ouvir uma gargalhada grossa e maldosa.

- Nossa é pequeno... Já está claro quem de nós é o macho alfa.

Disse ele enquanto balançava seu membro de 22 cm me melando todo com pré-gozo. Depois de balançar um pouco o pirocão com a mão ele podia largá-lo que o movimento continuava igualmente intenso. Isso começou a me hipnotizar.

Ele me virou bruscamente com seus braços fortes, abriu minhas pernas e começou a forçar a cabeçorra do seu membro contra meu cu.

Eu contraí o máximo que pude, mas não teve jeito, mesmo sem lubrificante acabou entrando até a metade de uma vez.

Depois disso ele ia conquistando território com pequenas estocadas até enfiar completamente o membro em mim. Senti seu saco.

Enquanto ele fazia os movimentos de vai-e-vem deixei-me entregar à dor. Mas não pude parar de notar que aquele abdômen rasgado se esfregava nas minhas costas.

Aquelas coxas potentes se prendiam às minhas enquanto aqueles braços gigantes e definidos me prendiam no chão, o peito imenso pingava sobre minhas costas enquanto os movimentos ficavam mais frenéticos.

Comecei a sentir prazer com aquilo. Não sei como, mas senti. As estocadas cutucavam minha próstata com virilidade me fazendo contorcer por dentro e gemer como macho no supino.

Meu pau, esmagado sob meu peso e do meu treinador já babava e estava pronto para gozar, quando ele começou a beliscar meus mamilos. Não agüentei, gozei fartamente naquele piso úmido.

Ejaculei até desmaiar e não via sinal de que Fernando fosse parar de socar. Desmaiei.

Quando acordei vi que meu abdômen estava melado com a minha porra e meu cu recheado com a de Fernando. Deveria ter esporrado mais uma ou duas vezes enquanto estive apagado pois meu sêmen era recente.

Notei que não havia mais ninguém, e o relógio já marcava 4h45 da manhã. Fernando realmente agüentava uma noite toda sem parar de socar.

Depois de me recuperar fugi daquela academia. Não me importei com nada até perceber que havia esquecido minha carteira por lá.

Teria que voltar, não queria, mas precisava. Meu corpo necessitava sentir aquilo novamente, só não tinha me dado conta ainda.

Oiê meus tarados, espero que tenham gostado do conto.

Se quiserem que eu escreva a continuação me peçam por e-mail, que farei com prazer caso haja uma resposta positiva.

Autor: Marduk
E-mail - hunk.otoko.san@gmail.com
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta