Quem acompanha meus contos aqui já sabe as aventuras que tenho encarado. Em várias delas fui usado por machos que eu não vi a cara, mas que viram a minha.

Alguns deles até tiraram fotos e filmaram. E eu no escuro total, sem ter ideia de quem são e onde estão. Sempre fico na expectativa quando um macho olha demais pra mim.

Vai que já me currou? Também encerrei alguns desses contos perguntando se o leitor já cruzou comigo. Provoquei, até que apareceu.

Dia desses abri meu e-mail e um cara dizia que tinha metido em mim. Descreveu a foda e, pra não restar dúvida, mandou uma foto minha mamando a rola dele. Senti tesão e medo.

Perguntei o que ele queria e ele foi claro: "judiar muito, você merece e gosta, senão tua foto vai parar em algum tumblr". Não tinha escolha.

Ele me mandou outro e-mail com explicações do que eu teria que fazer. Na quarta-feira seguinte, a noite, era pra eu ir até um endereço que ele tinha dado. Era um lugar com quadras de futebol society.

A ordem era ir até lá na hora combinada, entrar em um dos vestiários, tirar a roupa, colocar uma máscara que estaria em cima de um banco de madeira e deitar de bruços nele, com as mãos e pés embaixo do banco, como se tivesse abraçado a ele.

A máscara cobria meus olhos, não podia enxergar nada, mas a boca ficava liberada. Já tinha ideia do que iria acontecer...

Fiquei uns 10 minutos deitado lá, morrendo de medo. Até que ouvi umas vozes, misturadas com risos. Era o cara do email, com mais alguém. Ele disse: "não falei que o putinho vinha?". E deram risada.

Um deles sentou em cima de mim, "pra eu não escapar", enquanto o outro amarrava minhas mãos e meus pés.

Começou então a "festa". Mamei e levei vara deles e, quando tava rolando isso, foram chegando outros caras. "Velho, você trouxe mesmo o tal viadinho pra gente arrombar??", diziam. Pelo que entendi, eles eram amigos do trabalho e sempre jogavam futebol às quartas. Num desses encontros, o cara contou que tinha me comido, mostrou as fotos e propôs de me levarem pra lá e me usarem.

Então eu estava lá, amarrado, vendado e a disposição dos caras para ser estuprado sem pena.

Não sei quantos me fuderam. Alguns jogavam um pouco e vinham pro vestiário me bater, fuder e me fazer mamar.

Até que no final, quando acabou o jogo, ficaram lá detonando meu rabo já ardendo, enquanto uns tomavam banho e outros esperavam.

Engoli muita porra, tomei mijão de alguns. Meu rabo pegava fogo. Eu dizia que não aguentava mais, mas não adiantava. Me xingavam e humilhavam, escreveram nas minhas costas.

E, claro, riam quando viam que eu estava usando um cinto de castidade. Levei uns chutes nas bolas também, que me faziam contorcer naquele banco.

Quando estavam pra ir embora, o cara do email me desamarrou e me levou pra um dos boxes, sem tirar a máscara. Jogaram um balde de água com gelo, que eles tinham usado pras cervejas durante o jogo e que parece que tinham mijado ali também antes de jogar em mim.

Fechou a porta do box e ordenou que eu só saísse dali depois de uns 10 minutos. Obedeci, aproveitei pra tomar um banho e, quando sai, vi várias fotos minhas da primeira trepada que ele tinha participado penduradas no espelho do vestiário e um recado: "vamos querer mais, putinha".

Estava todo vermelho de tapas e cintadas que levei nas costas, coxas e bunda, e com várias humilhações escritas nas costas, que não consegui limpar no banho.

Mas de pau durasso, esmagado pelo cinto de castidade. O tesão era tanto que, mesmo com o pau preso, gozei massageando por cima do cinto enquanto olhava aquelas fotos, além do medo de mais alguém aparecer.

Era mistura de muito tesão com o medo de não saber até onde aquilo ia chegar.

Sei que posso pagar mais caro ainda, mas não resisto em fazer essa pergunta: Participou dessa curra?

Escreve aí! Meu email está logo abaixo.

Autor: Escravo Sarado
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta