Quem leu meus últimos contos sabe o que vem acontecendo comigo nas mãos do casal dominador. Prometi algumas coisas no último, mas falo delas no próximo. Antes vou falar do meu fim/começo de ano.

Em dezembro, o dominador, namorado do meu amigo, mandou uma mensagem pra mim: "viagem de reveillon confirmada". Gelei. Pensei que teria "folga" no final de ano, mas estava enganado. Iria passar 10 dias nas mãos deles em algum lugar.

Depois ele detalhou as coisas: ele, meu amigo, namorado dele, e mais oito amigos tinham reservado uma casa em Trancoso. Não tinham falado nada pros caras que eu era slave. Iam descobrir lá. Como não tinha escolha, arrumei as malas e fiquei na expectativa.

No começo, quando chegamos lá e todos se reuniram na casa, eu era apenas mais um amigo que tinha sido convidado. As coisas mudaram depois do jantar. Todo mundo ficou bebendo e conversando em volta da piscina, quando o dominador chamou todo mundo pra sala, pra ver "um vídeo". Fiquei em pânico, mas não tinha volta.

Todo mundo na sala, ele contou que eu era escravinho sexual deles e que eu tinha vindo pra servir não só à ele e meu amigo namorado dele, mas a todos que quisessem. Sentia uma misto de tesão com humilhação. Os caras me olhavam, riam, não acreditavam que eu, com aquele jeito de macho, daquele tamanho, me transformava numa puta das mais vadias, e sendo filmado.

"Vamos começar os trabalhos?", disse o dominador. "Levanta e fica pelado". Obedeci. Minha bunda ainda estava marcada das últimas surras e lógico que eles riram muito disso. O dominador colocou o cinto de castidade em mim. Fui bastante zoado. Comecei a apanhar e mamar na sequência. Aí o dominador pegou um consolo gigante e falou: você vai sentar nisso enquanto a gente assiste.

Era muito grande, falei que não ia conseguir, tentei implorar, mas ele falou que se não obedecesse ele iria me amarrar e enfiar à força, sem pena. Sabia que ele faria mesmo aquilo. Depois de alguns tapas na cara, obedeci.

Então fiquei ali, no meio da sala, com eles sentados nos sofás e poltronas, assistindo eu me rasgar com aquele consolo. Ele não entrava, meu rabo já estava com a portinha arregaçada das tentativas. "Vou te dar uma força", disse o dominador.

Pediu que três dos caras me segurassem. Implorei, mas não tinha escolha. Era o objeto deles. Então ele foi socando aquela coisa, do tamanho de uma garrafa, no rabo. Eu chorava, eles riam. Humilhado com aquilo, fui levado pra um quartinho, que deveria ser de empregada da casa, e amarrado num cavalete. Ficaria ali até a manhã do dia seguinte e, quem quisesse, poderia ir lá me fuder.

Não sei quantos foram, se todos, se algum mais de uma vez, mas até perdi a conta de quantas rolas levei. Era xingado, humilhado, apanhava.

No dia seguinte fui solto, tomei banho e tive que preparar o café da manhã. Essa era a segunda ordem: eu seria a empregada dos caras. Teria que fazer tudo que quisessem. E ficar pelado o tempo todo.

Os dias foram assim: sendo estuprado, apanhando, limpando a casa, cozinhando, lavando louça, tudo que queriam... Um deles, loirinho, gostoso, era o mais cruel comigo. Achei que ele iria me deixar sem bolas em um dos dias em que estávamos só nós dois na casa. Prendeu meus braços pra cima, em uma coluna de madeira que havia na varanda, me mandou abrir as pernas e dava um chutão nas minhas bolas. "Me amarro nisso e quero ver quanto um viado aguenta", ele dizia.

O pessoal tinha ido pra praia, ele tinha voltado e avisou: "só vou parar quando alguém chegar". Foram mais de duas horas sendo chutado, intercalado com mamadas no pau dele, em que ele socava na minha garganta e tapava meu nariz, pra eu engasgar e quase me sufocar com a rola, que era grossa. No final eu chorava implorando pra ele que não aguentava mais. Levei mais algumas, aí ele me soltou e gozou na minha cara.

Tomei litros de porra, levei vários banhos de mijo, minha bunda ficou quase em carne viva naqueles dias. Meu rabo eu achei que nunca mais iria fechar, de tanto que sofreu. Alguns foram indo embora antes dos 10 dias. No último dia ficamos só eu, meu casal dominador e o loirinho, pro meu desespero.

Aproveitaram a última noite pra dar a "detonada final". Voltei pra SP destruído, mas com um tesão imenso. Só em casa fui liberado a gozar, mas com uma condição (sempre as condições...): se quisesse, era pra gozar transmitindo pelo cam4.

Com todo aquele tesão acumulado, segui as ordens. Liguei a cam, comecei a transmitir, pelado, de frente pra cam, punhetando. Só depois de 20 minutos transmitindo eu estaria autorizado a gozar e poderia desligar. Gozei litros.

Será que alguém assistiu, fez print ou gravou o slave gozando a mando dos machos?

Se você viu, me escreva!

Autor: Escravo Sarado
E-mail - gatosigilobrasil@gmail.com
MSN - gatosigilobrasil@gmail.com
FONTE - Conto Enviado pelo Internauta