Tenho recebido muitos e-mails e mensagens no Skype de gente que curtiu minhas histórias narradas aqui (aliás, mandem mais! tá divertido esse contato, hehe. vocês têm me excitado muito). Como vejo que vocês gostam de ver o viado loiro sarado sofrendo nas mãos do casal gostoso, vou contar mais essa.

Uma nova sessão de dominação aconteceu em um domingo, na casa de um mestre alemão, que já mora há alguns anos no Brasil. Não sei se o casal gostoso está tendo sorte ou se está procurando nos locais certos, mas eles tem encontrado gente que tem muita experiência em BDSM e com lugares equipados pra triturar um escravo. Dessa vez não foi diferente. E tudo trazido da Alemanha, que é um dos lugares onde mais se pratica essas técnicas no mundo.

Dessa vez, meus donos não participaram. O dominador mandou meu amigo, sub dele, me levar até lá. Depois eu voltaria de táxi, quando o alemão estivesse satisfeito. Era por volta de 10h da manhã quando cheguei na casa dele.

Toquei o interfone, entrei e conversamos um pouco. Mas as gentilezas já foram acabando, afinal eu era um escravo que estava ali pra sofrer na mão de um cara muito musculoso, de uns 45 anos e quase dois metros de altura. O espaço de dominação está montado no porão da casa. É quase impossível ouvir qualquer coisa que aconteça ali, o que permite ao mestre submeter o escravo à todo o tipo de dor que resulte em gritos fortes. Uma vez preso lá dentro, só se sai quando é a hora.

Fiquei pelado e ele tirou o chasity belt que eu estava usando. Senti um alívio, após três semanas usando aquilo. Mas não durou muito. Depois que fui amarrado numa cruz em forma de X, presa na parede, ele prendeu meu pau em um outro cinto de castidade de metal, ainda mais apertado, e as bolas em um aparelho que ele podia ir apertando, conforme quisesse.

Pra que a coisa ficasse ainda mais crítica pra mim, ele me fez tomar um comprimido de Viagra antes de me amordaçar. Fiquei desesperado com a possibilidade do efeito dele fazer meu pau ficar duro dentro daquele cinto. Já vinha sofrendo muito com o colocado pelo casal gostoso, durante as ereções eventuais que tinha e precisava controlar.

Aquele, ainda mais potente, ia me causar mais sofrimento ainda. Ele apertou minhas bolas naquela espécie de prensa, até eu começar a gemer desesperadamente. Aí ele saiu por alguns minutos.

Quando voltou, trouxe junto um garoto, bem novinho, mas bem saradinho, que ele tinha encontrado no grindr, a fim de sexo. Ele não curtia dominação, mas era passivo e queria levar vara. E a ideia do dominador era come-lo na minha frente. A mistura foi explosiva. A excitação física causada pelo viagra, o tesão psicológico de ver aquele cara gigante e pauzudo moendo o rabo do passivo saradinho e o cinto de metal no meu pau.

Era impossível não ficar de pau duro, ainda mais depois de três semanas sem gozar. E tinha sido uma única gozada, após três meses de jejum, que seguia outra única gozada depois de dois meses. Ou seja, em quase seis meses, eu tinha podido gozar apenas duas vezes. Como era acostumado a gozar todos os dias, minhas bolas doiam cheias de leite. E o "esmagador de bolas" que ele colocou ajudou a criar o cenário de tormento pra mim.

A primeira enrabada no garoto levou uns 40 minutos. O cara sabia fuder bem e o passivo, levar. Parecia cena de filme pornô, ali, na minha frente. Meu pau babava enquanto eu me contorcia e sentia ele sendo esmagado dentro do metal.

Eles gozaram e deram um tempo. Iriam continuar, mas antes ele iria inserir uma "novidade" na minha sessão de tortura. Um estimulante electro em forma de consolo no meu rabo. Os choques estimulavam minha próstata, além de causar mais um tormento, agora anal. E aí começou o segundo round da foda com o garoto.

Fuderam ainda mais intensamente. Meu pau, claro, mantinha firme o propósito de me fazer sofrer. E às vezes o alemão vinha pra apertar mais o aparelho nas minhas bolas e aumentar a intensidade dos choques. Mais uma meia hora de foda com o garoto e eles sairam de la. Depois voltaram.

Achei que o garoto tinha ido embora, mas ele pediu pra ficar, porque tinha achado tesão um cara que nem eu ser detonado daquele jeito. E ficou lá, até o fim, assistindo. Por um momento até achei ele meio parecido com alguém que eu já tinha visto antes, mas parei porque aí já era paranoia minha.

O macho tirou a mordaça e o consolo de choques. Fui submetido a uma sessão de spank, que deixou minhas costas, pernas, peito e bunda vermelhas e ardendo. Aí ele me prendeu de quatro, em um cavalete, e trouxe uma fuck machine. Posicionou atrás de mim e começou a se divertir trocando o tamanho dos consolos e a velocidade da penetração.

Meu rabo nunca tinha sofrido tanto. Aquilo entrava rasgando e ele podia colocar em uma velocidade que nenhum cara conseguiria fuder. Fui ficando esfolado e os consolos eram cada vez maiores. O último era bem mais grosso que uma garrafa de plástico de Coca de um litro, pra vocês terem ideia de como fiquei arrombado.

Tudo, claro, desde o início, acompanhado de muita tortura psicológica e verbal. Meu casal de donos tinha contado várias histórias pra ele, por isso ele sabia usar as palavras certas pra me humilhar. Eram quase oito da noite quando ele gozou na minha boca pela quinta vez, recolocou o chasity belt do casal dominador em mim (sem me deixar gozar), me mandou vestir a roupa e deu um banho de mijo. Teria que voltar pra casa daquele jeito. Me mandou sair logo e nunca mais nos vimos.

Caminhei uns dois quilômetros, pra me secar um pouco, depois peguei um táxi e fui pra casa tomar banho. Liguei pros meus donos e implorei que me deixassem gozar. Eles permitiriam, com uma condição, que eu descobriria chegando na casa deles. Meu tesão era grande demais. Decidi aceitar.

No próximo conto eu digo qual era essa condição. E também falo de outra surpresa do dia seguinte: eu não estava louco. O garoto que o dominador fudeu e que quis ficar me vendo ser humilhado não era um estranho. E me deixou sem saída.

Me escrevam!

Autor: Escravo Sarado
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta