Quem leu meu último conto sabe como tem sido minha vida nas mãos do casal gostoso. O fato de um deles, o escravo, ser meu amigo e me conhecer há bastante tempo, tem sido perfeito pro dominador, namorado dele.

Ele entrega tudo sobre mim e o dominador cria as mais diversas situações, sabendo bem como me humilhar, que é o maior prazer dele.

A última aconteceu alguns dias atrás. O dominador ficou sabendo de um amigo em comum que eu não suportava. O cara é gato, gostoso, mas a gente nunca se deu bem, talvez por ser meio arrogante. Já tinha até dado um fora nele. E uma vez, quando ele tava namorando, fiquei com o namorado dele, numa semana que eles brigaram. Eu sabia que ele tinha até um pouco de raiva de mim. Ele tem um relacionamento aberto com outro cara e não mora em SP, mas veio passear em um feriadão.

O dominador então teve a ideia de me oferecer pro cara, pra ele usar e abusar. Ligou pra mim e me mandou vir. Quando cheguei, passei pelo ritual de sempre: fiquei pelado, fui xingado, humilhado, levei tapas e fui levado pro quarto de dominação. Até aquele momento, não sabia do outro cara.

Ele então me amarrou numa cadeira e antes de sair deu o recado: era melhor eu obedecer o convidado dele, senão... "Aliás, tô indo mostrar umas coisinhas no computador pra ele...", arrematou. Um tapa na cara encerrou o papo. Ele saiu e fiquei lá, de costas pra porta.

Meia hora depois, escutei a porta abrir. Era meu amigo, o sub, namorado do dominador, dizendo que estavam saindo, e eu só poderia ir embora quando o convidado estivesse satisfeito. Deu uma leve risada e falou: acho que você tá ferrado... Saiu e disse pro cara, que eu ainda não tinha visto quem era: "é todo seu". Deram risada.

A porta fechou e eu fiquei na expectativa. Quando vi quem era, atingi o auge do meu sentimento de humilhação - e, confesso, de excitação; meu pau ficou muito duro, esmagado pelo chasity belt. Eu, que pra ele sempre passei a impressão de ser um cara ativo e discreto, estava ali amarrado, pelado, descrito como um escravo, pronto pra ser humilhado. "Sabia que um dia ia te pegar, mas não imaginei que seria tão perfeito assim...".

O cara judiou muito de mim. Ali descobri o quanto ele não gostava de mim. Pena, então, passou longe. Foram horas de surra, tortura, humilhação e, claro, algo que está ficando comum: fotos minhas sendo usado. Ele tirou nas situações mais humilhantes. Falou que eu ficaria nas mãos dele pra sempre. Que eu teria que ir pra cidade dele, pra uma festinha. Não tive como discordar. Não tinha escolha.

No final, ele armou mais uma. Ligou o notebook, colocou um capuz em mim e entrou no Cam4. A cara dele, claro, não aparecia. Mas ele transmitia minha humilhação. O que os espectadores pediam, ele fazia comigo. Apanhei, os mamilos foram muito torturados, minhas bolas detonadas, meu rabo arregaçado com vários consolos - inclusive socou dois ao mesmo tempo.

Pra terminar, quando tinham mais de mil pessoas assistindo, ele me expos ainda mais. Levantou um pouco o capuz, pra minha boca ficar de fora. Me colocou de lado pra câmera e preso num canto do quarto, onde eu não podia fugir, minha cabeça não podia virar. Me fez chupar.

Fiquei uns 10 minutos mamando, levando tapas, sendo xingando. A audiência só aumentando. Ele anunciou que ia gozar. Mandou abrir a boca e começou a punhetar. Quando estava pra gozar, arrancou o capuz da minha cabeça, deixando quase duas mil pessoas verem ao vivo quem era o viado humilhado na webcam.

Esporrou muito na minha cara e boca. O leite escorria e mamei mais um pouco, pra limpar a rola. Me puxou pelo cabelo, mostando minha cara cheia de porra na cam, antes de desligar. Me arrastou pra sala, ainda com a cara toda suja e falou que era pra eu vazar de lá, que ele tava satisfeito. Deu tempo de colocar a cueca e a calça. O resto ele jogou no corredor e fechou a porta. Me vesti rápido, com medo de alguém aparecer, e tentei enxugar um pouco do leite dele na minha cara.

Depois ele mandou mensagens me provocando, perguntando quantas pessoas devem ter gravado eu levando porra na cara. Isso me deixa de pau duro, mas morrendo de medo. Será que vou esbarrar em algum vídeo disso na net?

E será que alguém que está lendo esse conto assistiu minha humilhação? Se assistiu ou achou o vídeo por aí, me escreva!

Autor: Escravo Sarado
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta