Sou o Pedro, tenho 48 anos, casado e com uma vida estável. Tenho uma mulher maravilhosa, amiga e medica de profissão. Desde os tempos de namoro que temos um relacionamento aberto, sem tabus. Ela tinha os seus devaneios, eu também, mas sem problemas. Falavamos disso abertamente o que facilitava as coisas. Sempre separamos o amor do sexo. Ela tinha os seus amantes e eu sabia. A principio foi estranho, mas depois acostumei-me e ate me dava tesão saber que ela vinha de um encontro com outro homem. Eu tambem tinha as minhas amigas e amigos. Ela sabia dos meus devaneios bi.

Mas houve um dia em que tudo se alterou. O chefe da minha mulher no hospital é um homem de 53 anos, alto, forte qb, e muito alegre. Sempre nos demos bem. Ele frequentava a nossa casa de campo, tínhamos jantares em família e ate viagens fizemos. Por causa de um hipotetico problema de próstata tive que ir a uma consulta e optei pelo Zeca como medico. Nessa consulta por mais que uma vez tive a noção de que ele estava erecto. Não liguei. Quando chegou a altura do toque rectal, estava um pouco constrangido como seria normal, mas Zeca logo me pos á vontade dizendo que era normal o nervosismo mas que correria tudo bem. Tirei as calças e boxers e o Zeca com um carinho enorme pincelou o meu cusinho com gel anestesiante e começou a meter o dedo indicador devidamente enluvado.

Tacteou-me a próstata lentamente, o que me fez um friozinho na espinha. Há 1 ano que não estava com nenhum homem e aquele dedo fez-me lembrar o quanto gosto de ser bissexual. Eu ajeitei-me um pouco e ele como que percebendo, rodava o dedo com grande empenho. O meu pau despertou e o Zeca sorriu. Acabou o exame e inadvertidamente quando passou por mim roçou o pau duro no meu ombro, sorrindo de novo.

Vesti-me e sentei-me em frente a ele que me disse estar tudo bem. Eu ouvia-o mas os meus olhos estavam prisioneiros do volume nas calças do meu medico e que ele não evitava mostrar. As calças de fazenda, apesar de largas deixavam antever uma arma de bom calibre. Nas despedidas apertou-me a mao mais calorosamente e ao dar-me uma palmada amigável nas costas voltou a roçar o pau desta vez pela minha cintura, visto que era mais alto que eu. Pensei naquilo mais de uma semana, mas como não teve desenvolvimento fui esquecendo.

A situação era estranha embora me excitasse. Ate que, passado 1 mês, a minha mulher teve que ir a um congresso de medicina em Buenos Aires e estaria fora 6 dias. No dia seguinte ao embarque telefonou-me o Zeca a dizer que a mulher dele ia a casa dos pais por 1 semana. Sugeriu então que andava cansado, precisava relaxar e se eu me importava de lhe emprestar a minha casa de campo por 2 ou 3 dias. Claro que lhe emprestava a casa. Combinamos encontrar-nos em casa dele para lhe levar chave. Fui recebido por ele em robe.

Cumprimentamo-nos e sentamos na sala. Sem querer o roupão abriu-se um pouco e mostrou que não havia nada por baixo. Um pau nao muito grande mas bastante grosso pendurado foi uma visão maravilhosa. Zeca tratou de compor o robe semisorrindo. Ele sabia o efeito que estava a ter em mim e estava dono da situação. Falamos de trivialidades desde politica a desporto, ate chegarmos as mulheres. Coisas banais mas ele sempre a repisar que gostava muito de lingerie e de gajas bem produzidas , que lhe dava um grande tesao umas meias com ligas, corpetes, saltos.

Eu ria-me, dizendo que também gostava. Na despedida ele aperta-me a mao e diz: bem que podias também passar o fim de semana la na casa. Também estas só, sempre falavamos um pouco e podíamos beber uns copos. O meu coração saltou. Acho que fiquei enrubescico. Não, tu vais descansar e eu incomodo, dizia eu sem convicção. Sim mas companhia também é bom e depois nem sou bom cozinheiro e tu és um optimo. E sorria. Ta bem irei, disse eu. Ele abraça-me e senti pela 1ª vez aquele cheiro forte a inebriar-me. O cheiro e o volume do pau que estava já em meia haste. So poderei ir sábado depois do almoço disse ele. Eu vou 6ª feira a noite e vou arranjando as coisas.

Passei os 2 dias ate 6ª feira a preparar-me. Estava decidido a arriscar. Depilei-me completamente, arranjei unhas e sobrancelhas. Fiz uma dieta liquida 2 dias e em ambos fiz clisteres de limpeza. Comprei uns sapatos salto alto, cinto ligas, babydoll cor de rosa, meias pretas e um fio dental minúsculo de cabedal e outro preto. Estava receoso, mas convicto que ia ter um fim de semana pra recordar.

Chegado sábado, já eu estava na casa de campo desde a véspera, preparei a pérgula que temos na sala com uma cama de 3x3 mts que substitui os sofás. Coloquei montes de almofadas, acendi incensos e abri o bar. Fui ao quarto e revi-me. Nem um pelo, o cinto-ligas e o fio dental estavam perfeitos, os saltos altos e um baby-doll cor de rosa transparente davam-me um ar distinto. Tinha-me banhado com perfume e apliquei um creme pelo corpo todo. Estava sexy e provocante.

Assim o Zeca pensasse o mesmo. Estava nervoso. Deixei o portao aberto. Batem á porta. Fui abrir. Era ele. Assim que abro ele pára da um passo atras e diz: tas divinal, maravilhoso, espectacular. E como se fosse a mulher dele beija-me lenta e gulosamente os lábios. Tremi. Quase desfaleci. Senti as pernas ficarem bambas. Aquele beijo foi algo único. Senti um cheiro a perfume misturado com o cheiro dele.

Adorei. Senti o calor que emanava. Adorei. Virei-me e caminhei á frente dele. Conseguia perceber os olhos dele a deliciarem-se comigo. Sentia-os percorrerem-me as costas, as pernas, as ancas, o rabo. Do cimo dos meus saltos bamboleei um pouco para o provocar. Deixava as nádegas balançarem com o fio dental bem enterrado, provocante. Caminhava devagar pra prolongar o deleite dele. so ouvi um discreto hummmm de contentamento e luxuria. Conduzi-o á sala, meti uma musica suave e ajeitei as almofadas da pérgula. Preparei 2 bebidas.

Semi deitamo-nos encostados ás almofadas. Senti nos olhos do Zeca que estava deveras impressionado e fiquei contente. Eu sabia que gostavas de homens quando um dia sem querer a tua mulher me falou que tinham um casamento aberto. Nada que me surpreendesse. Ela fode com 3 ou 4 la do hospital. Gosta mais de caralho que eu de bife com batata frita e se aceitava abertura e eu não te conheci gajas logo pensei que gostavas da coisa – afirmou o Zeca. Mas eu também tenho as minhas gajas, só que também gosto de coisas diferentes, sorri eu. Pronto estava desfeito o mistério do porquê da aproximação dele. Mas tu também gostas da coisa, piquei-o.

Porque pensas que te acariciei o olhinho quando te fiz o toque rectal? Pensas que não vi o teu pau a despertar? e pensas que foi por acaso que me rocei em ti 2 vezes?? sorria abertamente. Sim gosto muito de um homem discreto e se for feminino melhor. A minha mulher é muito conservadora e eu gosto de ser bem beijado, chupado, lambido, provocado, e só um homem pra fazer isso bem feito. Fiquei boquiaberto com aquela confissão.

Estiquei o copo e brindamos olhos nos olhos. Hoje vais sentir o que nunca sentiste disse-lhe. Ele estava expectante. poisei o copo e tirei-lhe o dele. Virei-me de costas pra mesa de apoio para largar os copos. Senti uma mao na minha cintura vincada com o cinto-ligas, passou na anca, percorreu-me a perna, arranhava suave a meia de nylon, o calor do corpo era agora sentido, estava mais proximo, um beijo no ombro, outro no pescoço. Estremeci. entreguei-me, deixei a cabeça rodar e acolhi a boca que me procurava.

As linguas encontram-se luxuriosas, molhadas. Senti o corpo a encostar no meu, a mão a apalpar-me o mamilo por baixo do baby-doll e a língua a deixar-me cada vez mais zonzo. Era a minha vez! Virei-me completamente e suavemente empurrei-o pra cama. Com carinho percorri-lhe os cabelos com os dedos, o rosto, o queixo. Sempre a olhar pra ele desabotoei e tirei-lhe a camisa. Um peito largo com pelinhos sedosos. Beijei-o, passei a língua no mamilo escuro, duro. Sorri. Passei ao outro mamilo. Mordisquei, lambi, beijei.

Deslizei e beijei-lhe a barriga musculada. A língua passou no umbigo percorrendo-o, molhando-o. Os olhos já vislumbravam o volume da calça. Desejo, pura tesao. Virei-me de gatas para ele ver bem as minhas nádegas e o fio dental todo enterradinho no cu e desapertei-lhe os sapatos sem meia. Cheguei-me e beijei-os, chupei o dedo grande. Ele suspirou. Lambi bem o dedo e meti-o na boca fazendo um movimento lento de sucção. Novo suspiro. Meti outro dedo na boca. E outro. Zeca suspirava mais. Subi um pouco. Sentei-me sobre os calcanhares de costas para ele, desapertei e removi as calças.

Uns boxers imaculadamente brancos eram trespassados por um rolo de carne lindo e cuja cabeça saía por cima do elástico. Maravilha da natureza. Caralho grosso e grande qb. Medida certa. Caralho e colhoes depilados, soube-o depois e com um pequeno tufo na parte superior do pau. Pau: equilíbrio perfeito entre tamanho e grossura.

Baixei-me e lambi a glande. Lenta. Despudoradamente. Entregue. Inebriado. Lambi toda a cabeça e deixei-a escorregar para dentro da boca. Delicioso. Com os dentes apanhei o elástico dos boxers e fui puxando para baixo, sentindo o caralho a roçar-me o queixo. Auxiliei com as mãos para remover por completo. O meu homem estava nu. Completamente nu e para mim. Senti que também o havia conquistado.

Sinto a mao do meu macho a afagar-me a nádega. Rebolo. Baixo a cabeça e beijo aquele mastro agora completamente erecto. Garboso. Beijo o tronco e lambo os colhoes. Que belo par de colhoes. Lambo e beijo com carinho deixando saliva. Sinto o testículo na boca. Deixo-o rolar entre os meus lábios fazendo uma sucção suave. Passo ao outro e faço o mesmo tratamento. A minha boca pinga de tesão. Sinto o caralho entre o queixo e o pescoço. Começo a subir a língua por ele acima. Lenta. Molhada. Quente. Luxuriante.

Cada milímetro daquele caralho vai-me deixando alucinado. Adoro a suavidade daquela pele. O cheiro. O sabor. A rigidez. O meu pauzinho apertado pelo fio dental esta-me a doer. Mas gosto. Gosto daquela dor que me obriga a ficar metido naquela minúscula tira de cabedal. Sinto o meu homem a soerguer-se e a percorrer-me as costas por baixo do baby doll. Aperta-me os quadris. Sobe pros seios.

Aperta-os. Adoro aquela dorzinha sensual. Sinto as suas mãos a tirarem o baby-doll. Ergo os braços e deixo as alças e o baby-doll saírem. De seguida as mãos de Zeca acariciam-me as costas. Estou sentado sobre os joelhos. Entregue. Zeca percebe que o fio dental é desapertavel e desfaz o nó deixando-me nu como ele. Estamos como viemos ao mundo. Com uma cumplicidade: a tesão que sentimos.

O meu macho beija-me as costas e com um suave movimento empurra-me e deita-me de barriga para baixo. Caio lentamente. Sinto o corpo dele junto do meu. Sobre o meu. O caralho cravado entre as minhas nádegas semi abertas. A cabeça do caralho beija os meus colhoes. Que sensação. A boca dele morde-me a orelha.Vais ser meu sussurra. A língua invade-me o ouvido. Vou-te comer todo. Com as mãos para tras agarro-o pelas costas e puxo-o ainda mais para mim. Viro a cabeça. Deito-a para tras. A boca do meu homem toma-me.

A língua enrola na minha. Um beijo cheio de saliva e desejo. Pressiono o cu para tras. Ele empurra o quadril para a frente. As bocas continuam fundidas, as línguas loucas tacteiam-se, chocam-se, percorrem-se uma á outra. Desvairadas. Loucas de desejo. Ele soergue-se e no movimento roça o caralho no meu reguinho. Um friozinho percorre-me. Quero-o. Quero senti-lo dentro de mim. Ele sabe. Também quer. Mas faz-me sofrer mais um pouco. E eu gosto. A boca dele percorre-me a espinha. Mordisca-me as nádegas e sopra-me entre elas. Um vento apelativo. Sorrio para mim e levanto um pouco as pernas ao mesmo tempo que as abro. Deixo-lhe uma vista ampla da minha flor do cu. Sinto um suspiro. Lindo. Lindo e rosadinho, murmura ele. Adoro. E uma língua percorre de cima abaixo o meu cu aberto. E de baixo para cima deixando-o molhado de saliva. Delicia. Extase. Tesao. Suspiro. Abro mais. Com as mãos abro-o todo. Expondo-me. Oferecendo-me aquela língua malvadamente quente. E volto a senti-la. Desta vez a ponta da língua entala-se bem no meio do buraquinho e faz uma penetração doce. Roda no olhinho. Sai. Volta a entrar. Tou louco. Quero caralho. Quero ser comido. Fodido. Arrombado. Violado. Sei lá, quero que aquele caralho me encha as entranhas, me rasgue, me sacie, me devore. Mas Zeca tem outras ideias. Vira-me de frente. Deita-se sobre mim e beija-me de novo. Pega-me nas mãos e abre-me os braços ao máximo lateralmente. Sobe por mim. O caralho a percorrer-me a barriga, o peito. Roça a cabeça no meu mamilo. Vem mais acima. Roça-mo no pescoço. No queixo, no rosto. Abro a boca. Sinto-o nos olhos. Na testa. Volta ao rosto, ao nariz. Beijo os colhoes de novo. Ele para. Deixa-me lamber. Suspira. Sinto que gosta que lhe chupem os colhoes. Todo o homem gosta. Abro a boca e tento abarcar os 2. Vou molhando bem para conseguir. E consegui. Sinto a boca cheia com os colhoes do Zeca e vejo a imponência do caralho completamente teso. Zeca faz-me descer um pouco. Coloca 2 almofadas debaixo da minha cabeça e percorre os meus lábios com o caralho.

Dos colhoes ate á glande cheia daquele liquido pre esperma. Quando toca na minha boca o liquido ganha aquele fiozinho sensual entre o prepúcio e os lábios. Deito a lingua de fora e saboreio-o. Delicioso. Mete meu amor. Fode-me a boca. É toda tua querido. Olho sensualmente para ele quando falo. Zeca aponta a cabeça e vai enterrando. Devagar puta. Devagar depravada. Engole devagar. Saboreia. Sente bem.

Aquelas palavras ditas pelo meu amante deixaram-me extasiado. O meu caralho doía de tanta tesão. O meu cu piscava, mas a minha boca deliciava-se com aquela carne a entrar. E entrou mais um pouco. Estava a meio. Sentia dificuldade em respirar. Abri mais a boca, salivei mais e com a língua ia percorrendo o tronco do caralho enquanto o meu amante ia metendo mais. Concentrei-me em salivar e respirar pelas narinas. Não queria desiludir o meu homem, mas temia não aguentar tanto caralho na boca. Zeca ergue-se apoiado nos pes e carrega mais para dentro. Sinto-o chegar á garganta.

As lagrimas afloram aos meus olhos. Quase sufoco. Mas gostei daquela submissão. Continuo a salivar e a deixar a língua massajar o caralho. Zeca retira um pouco. Olha pra mim e diz: calma amor, vais engolir tudo, eu sei que consegues. Já vi que queres. Eu assenti com a cabeça, dado que tinha metade do caralho na boca. Mas aquele leve afrouxar deixou-me respirar. Voltei a concentrar-me. A salivar. A lamber. Zeca foi metendo. Eu abri a boca o mais que pude e deixei-o enterrar. Senti tocar a garganta outra vez. Abri mais a boca, a garganta a ser invadida e finalmente senti os colhoes do meu macho a tocarem-me o queixo. Já ta. Já ta todo metido.

Eu sabia minha puta. Nem a tua mulher foi capaz. E retira-mo da boca. Respiro rápido e ele volta a enterrar. E tira e volta a meter. O meu homem fodia-me a boca com carinho mas com força. A força da tesão que ambos partilhávamos e ainda mais depois de o ouvir dizer que nem a minha mulher o tinha conseguido engolir todo. Para mim era um orgulho e comecei a movimentar a cabeça ao encontro daquele caralho e com as maos nas nadegas dele ajudava nos movimentos de penetração. Ele acelerou os movimentos enquanto penetrava mais fundo na minha boca. Ah que maravilha de broche. Adoro-te minha brochista. Mama meu cabrao. Meu paneleiro. Mama. Ia-me agarrando a cabeça, afagando o cabelo e puxando para si. Aquilo excitava-me ainda mais. Eu controlava a respiração com a cadencia da foda e abandonava-me louco. Olho para ele submissa e apaixonadamente. Zeca acelera ainda mais e num urro brutal enche-me a boca com uma, duas, três, quatro, cinco, golfadas de esporra quente, espessa, salgada, deliciosa.

Abro mais e mais a boca e deixo-o vir-se totalmente nela. Engulo gulosamente. Deixo o leite escorrer-me pela garganta. Pelos cantos da boca. Ele urra mais, eu gemo fundo. O caralho não me sai da boca. Ele continua a foda agora mais lenta. A esporra sai agora mais devagar, sem jactos. Saboreio-a. Deleitado. O pau começa a amolecer. Aproveito e engulo-o todo ate voltar a sentir os colhoes no queixo. Adoro a sensação. É a plenitude. Ter todo o caralho do amante na boca. Com a língua tacteio os colhoes. Ele sorri, meio surpreendido por eu conseguir sem aparente dificuldade engolir o pau todo e ainda tirar a língua pra lamber os colhoes. Sorri para ele a pensar que bem empregue tinha sido o tempo em que treinei com um penis articial bem grosso.

Ele sai de cima do meu peito e deita-se de costas na cama. Cansado mas feliz. Sentia-o. Aninhei-me a ele. Pus a cabeça sobre o peito dele enquanto que com a mao afagava os colhoes. Passei a punheta-lo lentamente. Ele acariciava-me os cabelos e empurrou-me a cabeça levemente. Percebi. Beijei-lhe o caralho. Lambi a glande. Com a língua percorri-o todo. Ao mesmo tempo batia punheta a mim próprio. Meti-o na boca. Deixei-o ficar. Deixei-o encher-me a boca fazendo pressão com os lábios. Começou a despertar. Sentia-o a engrossar. Acelerei a punheta em mim. Parti para os movimentos puros de broche. A boca ia e vinha no caralho do meu homem que estava a recuperar rapidamente. Mamava com paixao.

Adorava aquele caralho na boca. Ia adorar mais ainda no cu. Ah como desejava ser comido. E sabia que não tardaria. Acelerei os movimentos com a boca. Os lábios cerrados. A língua na massagem de cima abaixo. Sinto que vou esporrar-me. Acelero a punheta e o broche. Quando me vou vir levanto-me e aponto o meu caralho ao dele. Os jactos saem do meu caralho e caem sobre o do Zeca. Lindo. Jorro uns 8 ou 9 jactos e os últimos deixo sobre a cabeça do caralho do meu homem. Tem o pau todo besuntado ate com pingos nos colhoes. Então salto para tras e volto a abocar quele caralho desta vez com o meu próprio leite. Lambo, engulo devagar.

Sinto-o estremecer de prazer. Lambo os colhoes. Subo pelo mastro e aboco a cabeça. Duma so vez enterro-o ate á garganta. Os colhoes voltam a tocar-me o queixo. Limpei-o de todo meu leite. Lambi toda a extensão do pau e os colhoes do meu amante. Deixei-o impecavelmente limpo mas molhado da saliva. Suspirei. Cansado, maravilhosamente cansado. Doiam-me os maxilares, mas adorava aquela dor, aquele cheiro, aquele sabor a esporra de macho na boca.

Levantei-me da pérgula e fui á cozinha. Trouxe numa bandeja um pratinho de morangos com chantilly, uns cubinhos de gelo e dois copos de champanhe bem gelados. Zeca estava sentado na pérgula com as costas nas almofadas altas e fofas. Pernas abertas, tinha uma levantada e dobrada pelo joelho e a outra estendida. Pousei a bandeja sobre a cama. Senta aqui disse-me enquanto apontava para o meio das pernas. Sentei. Encostei-me ao meu macho com as costas encostadas na perna que estava erguida. O braço dele envolve-me e acaricia-me o cabelo. Aninho-me mais. Olho para ele. Beijo-lhe o peito, o pescoço, o queixo. Ele da-me os lábios que beijo suavemente. Diz-me como conseguiste engolir todo o caralho e nem engasgaste quando me vim, dizia ele. Amor, antes de ti já mamei alguns, não to posso esconder e sei que sabes disso, mas tenho um caralho enorme la em casa e treinei muito antes de vir ter contigo. Queria enlouquecer-te. E pelos vistos gostaste. Adorei minha puta linda. Nunca me tinham engolido assim como tu. Aquelas palavras deixaram-me arrepiada.

O meu homem a dizer-me que eu tinha sido a melhor. Que delicia. A partir de agora gostava que me tratasses como mulher. Como a tua mulher. A tua puta. A tua devassa. Quero ser toda tua. Inteira! Ele olha pra mim com uma ternura enorme. Cerrei os olhos, abri a boca e deixei a língua dele invadir-me. Molhada. Quente. Dura como o seu caralho. Chupei-a como lhe chupei o pau. A mao do Zeca aperta-me o mamilo. Suspiro e entrego-me mais. Abandono a cabeça para tras. Afago-lhe o cabelo e a face. A língua dele invade-me o ceu da boca. A outra mao dele abre-me as pernas e faz-me dobrar os joelhos tacteando o meu cu. Nas minhas costas sinto o pau dele a ficar duro. Suspiro fundo. Procuro um morango e com ele percorro-lhe o peito, a face e os lábios. Ele abre a boca e deixo-lhe meio morango de fora da boca para eu comer.

Trincamos e as bocas voltam a fundir-se. Aquele estava a ser um momento magico e eu queria-o ainda mais magico. Inesquecível. Procurei um cubo de gelo e rodeei-lhe o mamilo com ele. Lentamente. Molhando. Logo o beijei com a língua quente. Aquele contraste frio e quente deixou-o ainda mais louco. Senti o caralho mais duro ainda. Afastei-me dele e com o gelo percorri a barriga com a língua atras do rasto de agua fria que o gelo deixava.

Ele contorcia-se, escorregando nas almofadas ficando semi deitado. Desci mais ate á pubis. Massagei a base do caralho com o gelo. Lentamente. Sempre com a língua a tactear a zona fria. subi com o gelo pelo pau ate chegar á cabeça. Já pingava de tesão. a língua subia seguindo o gelo. Quando chegou á cabeça meti o resto do cubo de gelo na boca e engoli a cabeça. Somente a cabeça. Fiquei a rodar o gelo na pele, no prepúcio, no buraquinho. Ele gemia. Agarrava-me a cabeça e afagava-me os cabelos. Delicia amor. Não pares. Oh que bom. Deixas-me louco. Respirei fundo, fui engolindo o mastro sem parar ate voltar a sentir os colhoes no queixo.

Ah como me sentia realizada com o caralho todo na boca. Acabei de derreter o gelo na massagem pelo mastro. Fui-o retirando da boca. Devagar. molhando. Babando. Massajando com a língua. Tirei fora, soltei a língua e lambi a cabeça. Olhava depravada para o meu homem. Sorria levemente. Ele retribuía. Retirou um morango. Aproximou-o do caralho. Deixou-o rolar na cabeça. Ficou com um pouco do liquido pre esperma preso. Roçou-mo nos lábios. Abri-os. Meteu-mo na boca. Mordi metade. Ele meteu a outra metade na boca. Mastiguei e voltei a engolir metade do caralho. Hummm com o morango sabia tao bem.

Fui massajando com os lábios ate engolir o pedaço de morango. O meu homem estava extasiado. O meu pausinho estava com tesao mas semi mole. Parecia que a tesao tinha passado pra minha boca. Zeca resolve que era a sua vez. Faz-me rodar e ficar de barriga para baixo. Coloca-se de joelhos perto da minha cabeça. Procura um cubo de gelo e começa a rola-lo no fundo das minhas costas subindo ate as omoplatas. Suspiro. Deito a cabeça de lado. Ele aponta-me o caralho. Sinto-o no rosto. Quente. Palpitante. O gelo chega-me a orelha. Ao pescoço. Percorre-me o rosto. Toca-me os lábios. Abro-os. O rolo de carne entra. Oh que delicia. Zeca vai metendo o caralho. O gelo desce agora e sinto-o a chegar-me ao cusinho. Gemo. Levanto um pouco as pernas. O gelo frio da-me um tesao enorme. Engulo todo o caralho.

Ele começa a foder-me a boca. Tira o gelo. Ohhhh. Retiro o caralho da boca. O meu macho roda e coloca-se ajoelhado no meio das minhas pernas. Rapidamente pôe 3 almofadas por baixo da minha barriga, elevando o meu rabo. Expondo o meu cusinho. Pincela-o com o gelo. Delicia. Agarra num morango e mete-o no meu cusinho. Quando esta quase todo dentro, tira e da-mo na boca. Lambo. Encho-o de saliva e digo: poe la outra vez. Ele assim faz. So que desta vez lambe-me o olhinho antes. O morango entra melhor. Com 2 dedos ele abre bem o meu cusinho e o morango escorrega maravilhosamente. Tira e mete-mo na boca. Como-o. Sinto de novo um frio no cusinho. O meu homem esta a por-lhe chantilly. Hummm. Levanto mais o cu. Sinto a língua do meu macho a lamber-me o cu besuntado de chantilly. Ele vai metendo a língua dentro e retirando. Alucino. Respiro ruidosamente. Fode-me amor. Faz de mim a tua mulher. Achincalha-me. Rasga-me. Viola-me. Estava doida. Zeca ergue o corpo e aponta o caralho no meu cu. Aberto. Desejoso. Passa a cabeça de alto a baixo. Vai fazendo movimentos circulares so com a ponta na entrada. Ai. Ai que me matas meu macho. Enterra. Mete por favor. Isso puta implora. Dizendo isto faz um pouco de pressão. Aproveito e empurro as ancas para tras. Flop. A cabeça entrou. Ai que bom. Respiro fundo. Fico quieta pra me acostumar. Ele começa a rodar a cintura so com a cabeça cravada. Estava a alargar. Sabido. O chantilly estava a ser um bom lubrificante.

Eu rebolava tentando acompanhar o movimento dele. Sinto as mãos dele nas minhas ancas. A sua respiração mais ofegante. Ele estava a adorar também. Ai que cona apertadinha. Melhor que a da tua mulher. Aquelas palavras ainda me excitavam mais. Rebenta comigo Zeca. Fode-me como a fodes a ela. Ele da-me uma palmada na nádega. Hummm adoro ser domesticado com um pouco de dor. Ai bate-me amor, da-me palmadas que eu gosto. Ele agarra-me com mais firmeza nas ancas e começa a empurrar o caralho. Sinto-o lentamente a entrar. A rasgar. Doi. Doi muito. Mas aguento. As lagrimas afloram aos olhos. mas aguento. Pelo meu homem aguento tudo. Ele vai conquistando cm a cm o meu interior. E eu aguento. Sinto-o duro dentro de mim. E aguento. E gosto. E suspiro. Ai que caralho delicioso. Mete na tua puta mete. Finalmente sinto os colhoes dele a baterem nos meus. Ai tava todo enterrado. Como doía. Como me deixava sem ar. O cu alargado, dorido, mas com uma tesão crescente. Ele rodava as ancas com o caralho enterrado. Que bom. Gostas de caralho não é querida? Adoro amor. Adoro ser tua. Sentir esse caralho encher-me o cu que é só teu. Deixa-me levantar e ficar de 4 pra ti. Quero que me fodas por completo. Como fodes a minha mulher. Lentamente sinto-o a sair. Flop. Saiu. Fiquei com um friozinho no cusinho.

Ele poe-se em pé na lateral da pérgula. Ajeitei o cinto ligas e as meias que estavam distorcidas. Peguei no gel lubrificante. Passo-o no caralho dele e passo tambem no cusinho. Meti um dedo bem besuntado para lubrificar bem o interior. Sempre virada pra ele. Ele cada vez mais excitado. Pus-me de joelhos na beira da pérgula. Roço pela ultima vez o dedo no cusinho. Viro a cabeça. Lambo os lábios. Vem. Come-me. Fode-me toda agora. Ele aponta e de uma só estocada mas lentamente escorrega para dentro de mim. Com mais facilidade. Muito mais facilidade.

O gel permitia que ele penetrasse mais e melhor. Com as mãos apoiadas na pérgula volto a olhar pra ele. Ai querido, que belo caralho. Adoro que me comas. Enterra amor. Faz-me tua. Bate-me na nádega e enterra bem fundo. Ele acelera com as minhas palavras. Enterra cada vez mais fundo. Eu gemo e incentivo. Come come o meu cu todo. Zeca da-me uma, duas palmadas. Ai. Ai que bom. Da-me mais. Da-me mais caralho. Enterra. Fode. Sinto-o mais tenso, mais duro, mais excitado. Os colhoes batem nos meus com força. Sinto o meu pausinho ainda meio mole mas com tesão. Volto-o para os colhoes dele e deixo a cabeça do meu pau beijar-lhe os colhoes. Ele pára. Surpreso. Mas deixa o caralho enterrado enquanto lhe lambuso os colhoes com o meu liquido transparente. Parece gostar. Enterra amor. Da-me esse caralho todo.

Quero sentir a tua esporra dentro de mim. Eu louca vou empurrando cada vez mais as ancas para tras. Para abarcar aquele rolo de carne que me incendeia. Que me devora. O meu macho agarra-me agora pelos ombros e volta a bombar pra dentro e pra fora. Forte. Cadenciado. Desliza dentro de mim com uma segurança e ternura que me enchem de tesão. Eu com as mãos abro o cu pra ele melhor foder. E como fode o meu homem. agarra-me as maos e fode mais forte ainda. Ai filha que coninha. Adoro a tua coninha. Grito alto: fode-me amor. Mete todo, todo. Rebolo no pau.

Ele acelera. Da um urro. Espeta-mo todo no cu e finalmente sinto um jacto quente, espesso, forte a bater bem la no fundo. E outro. E outro. Mais outro. Vou apertando o cu para o sentir mais. Suspiro. Ai. Ai que bom. Vem-te amor. Esporra-te em mim. Faz-me um filho. Rebenta-me toda. E as golfadas agora mais espaçadas continuavam a encher-me as entranhas. De leite. De tesão. Aperto ainda mais o cu. Não o queria fora. Queria perdurar aquele momento o mais que pudesse. Ele resfolegava. Suava. E continuava a mexer-se dentro de mim. As pernas dele coladas nas minhas. as ancas contra as minhas nadegas. eu empurrava mais o cu pra tras para o absorver todo. Deita-se sobre mim. Caio na pérgula com ele em cima. Sinto o cheiro. O aroma a sexo no ar. Morde-me a orelha. Deliciosa. Es deliciosa. Sussurrava. Eu gemia baixinho e apertava outra vez o cusinho. Meu garanhão. Meu macho. Que foda me deste. por ti farei tudo que quiseres querido. Tudo? Perguntou ele. Tudo amor. Ele então sai de cima de mim. Sinto o pau amolecido a sair de dentro.

Ele agarra num morango e passa-o no meu cusinho. Percebi a intenção dele. Virei-me de barriga pra cima. Puxei os joelhos ate aos ombros. Abri bem o cusinho. Ele ficou admirado com a minha capacidade de adivinhar o que ele pensara, mas logo se colocou com o morango nos dedos á porta do meu cu fodido. Fiz um pouco de pressão. Comecei a sentir o leite a aflorar-me os folhos do cu. Mais um pouco de pressão e começou a sair a esporra do meu macho. Ele logo colocou um morango aberto para apanhar o leitinho. deu-mo á boca. Saboreei. Passei a língua. Retirei o leite branquinho, morno. Ele voltou a aponta-lo no meu cu. Desta vez dentro. Abriu-me o cu com os dedos e meteu o morango dentro. hummmm Veio todo melado. Voltou a meter-mo na boca. Lambi. Mordi e mastiguei. Adorei o sabor. Humm morango com nata. Sorri. Ele ajoelhou e apontou-me o caralho á boca. Gostava tanto de ser mamado como eu de mamar. E a minha boca parecia ter sido feita para o engolir. Para o satisfazer. Meti-o na boca. Mesmo mole era quente. Estava pegajoso do leite. Lambi tudo. Deixei-o na boca enquanto batia punheta. de repente o meu pau ficou completamente duro. em 7 ou 8 batidas esporrei-me todo. com a boca cheia de caralho e leite no corpo. voltei a agarrar no meu leite e tirando o caralho da boca, espalhei o leite no caralho do meu homem.

Voltei a mama-lo molhadinho. repeti ate nao haver leite na minha barriga nem no caralho do meu macho.. Estava apaixonada. Pelo meu macho. Pelo seu cheiro. Pela sua ternura. Pela sua tesão. Pelo seu caralho. Pelo seu leite quente. E ainda faltam 2 dias disse eu. Espera pela surpresa disse ele. Surpresa? Admirei-me desta vez. Não me disseste que por mim fazias tudo? Disse e mantenho. Adorei ser a tua mulher e também gostaste de ser o meu macho. Qual a duvida? Espera por amanha. Vais viver um capitulo novo na tua vida.

Sinto o meu pau a crescer. O que seria? Valeu a pena esperar………….

Adormecemos exaustos. Na manha seguinte acordo suavemente com a claridade do sol. É tarde. Sinto uma dorzinha no cu e sorrio na lembrança da tarde/noite anterior. Viro a cabeça e o meu adonis dorme que nem um anjo. Excepto...... excepto o seu mastro que aponta o tecto. Sorrio de novo. Que estaria a sonhar? Coloco-me entre as pernas dele e com a lingua em riste lambo os colhões. Um estremecimento dele fez-me sorrir de novo. A lingua sobe pelo caralho com lentidão. E desce. E volta a subir. Hummmm. Oiço-o agradado. A ponta da lingua rodeia o prepucio. Ai.... diz ele. Sorrio de novo. Subo ate ao buraquinho e deixo a lingua explora-lo, envolvo a glande com a lingua e abrindo a boca tomo-o nos labios. Puta que pariu, gostas mais de caralho que a tua mulher! Nao querido gosto muito mais do teu caralho que ela. Disse eu e sorri mais uma vez. Ja nada me incomodava. Só queria o meu homem. Deixa-te de devaneios e guarda-te para a tarde que tenho uma surpresa para ti. Outra vez? Que tipo de surpresa? Tentei saber, mas o meu macho nada disse. Só sugeriu que me vestisse bem sexy e me produzisse da melhor maneira. Ah e que preparasse um bom almoço. Assim fiz. Tomei o meu banho perfumado. Passei um creme no corpo e em especial no cusinho. O desgraçado ainda estava dorido. Pintei-me o melhor que pude. Rimel, base suave, sombra azulada, baton cor de caramelo. Vesti um corpete branco, com rendinhas á frente, que dava ideia de ter maminhas e me apertava a cintura vincando-a, um fio dental vermelho, um cinto ligas preto e umas sandálias salto alto, tudo da minha mulher. Deixou-me excitado vestir as roupas dela. Por cima coloquei um avental pequeno mas que me dava um toque especial. Fui assim vestida para a cozinha preparar o almoço. No caminho ouvi o meu homem a falar ao telefone. Só percebi "esta bem, as 3 horas espero-te". Fingi nada ter ouvido. Uau tu cada dia estas mais sexy. E da-me uma palmada suave nas nadegas. Encosta-se a mim. Esta nu. Filho da mae. O caralho entala-se entre as minhas nadegas meio mole e a boca dele morde-me o pescoço. Vais ser a minha mulher. A minha puta. Faras o que eu mandar. O tom de voz autoritario deixava-me desejosa e excitada. Sim amor. farei o que quiseres. Serei tua. Toda tua. Farei o que ordenares. Adoro ser a tua mulherzinha. Um beijo na face foi a minha paga. Que cheirinho bom. Que pele aveludada, diz o meu amante. Ai que me arrepias Zeca. O pau esta meio mole mas procura o meu cusinho. Olho para ele e digo: queres almoçar? ele beija-me os labios e diz que sim e que boa seria a sobremesa. Estremeci. O que lhe iria na mente? Preocupei-me em fazer um bom repasto. Meto a mesa la fora ok querida? Ok respondi. Tinhamos uma piscina e um relvado enorme com uma vista deslumbrante para as colinas circundantes. No verao comiamos sempre na relva. Tinhamos uma mesa larga e cadeirões muito confortaveis.

Tinhamos ainda dois amplos sofas de jardim feitos de bambu. Duas arvores frondosas davam uma grande e fresca sombra. Quando levo o almoço para a mesa reparo que existem três talheres. Ele olha para mim e diz: temos mais um convidado. Deve estar a chegar. Quero que o trates muito bem. Dito isto ouvimos uma buzina de carro. Zeca vai abrir o portão e um carro preto entra. Dele sai um homem alto e magro, de uns 40 anos, cabelo curto, bigode bem aparado e vestido com esmerado bom gosto. Cumprimentam-se com um aperto de mao vigoroso. A alegria de se verem era notória. Havia neles uma cumplicidade latente. Chegam perto da mesa e Zeca apresenta-me o Luis.

O Luis é um colega de faculdade do Zeca e ambos sao mutuamente pacientes e medicos um do outro. Luis é ortopedista. Aperta-me a mao com calor. Demoradamente. Tentando agradar. Aqueles olhos esverdeados eram lindos. Sorri agradada. Desculpei-me do meu traje, mas Luis logo me galanteou elogiando a minha roupa, extremamente sensual e fresca e a distinção da minha aparencia geral. Fiquei lisonjeada. O gelo quebrou.

A conversa fluiu normalmente. Mais entre eles que contavam historias antigas e que me faziam rir. Por mais que uma vez vi os olhos do Luis navegarem cobiçosos pelo meu corpo. Quando fui buscar mais vinho vi de relance como me comia com aqueles belos olhos verdes. Provoquei bamboleando as ancas. Da janela da cozinha vi-os segredar algo. Sorri. Se aquela era a surpresa eu tinha gostado. Se era a sobremesa então era para ser saboreada. Voltei jovial. Ao sentar-me desequilibrei-me e quando vou a cair, sinto as mãos do Luis a agarrarem-me. Fortes. Quentes. Obrigada balbuciei.

Ele sorridente pergunta se nao me magoei. Nao graças a ti, retribui o sorriso. Continuamos a comer e cada vez mais os olhos dele recaem sobre mim. Zeca sorria agradado. Parece que tinha planeado tudo aquilo. E tinha. E eu estava prisioneira daqueles olhos verdes faiscantes. Fui preparar o cafe. Quando volto eles estao sentados nos sofás a tagarelar. Cada um em seu. Coloco os cafes na mesa. Os olhos verdes "comem-me". Desta vez sem pudor. Sirvo o cafe ao Luis. Olha-me fundo quando recebe a chavena. Viro-me e ofereço a outra chavena a Zeca. "Sem querer" deixo-o ver o fio dental metido entre os folhos do meu cu. Sorrio ao Zeca e ele para mim. Assente com a cabeça. Sento-me e cruzo as pernas provocante. Luis mexe-se no sofá. A mao de Zeca coloca-se sobre a minha perna. Afaga-me a perna. A minha mao pousa na perna dele. Percorro-a do joelho quase até á virilha arrastando os calções que trazia vestidos. Olho para o Luis. De lado. Meio envergonhada mas sensual. Respalda-se no sofá. Expectante. O meu homem passa a mao por cima dos meus ombros. Acaricia-me a orelha enquanto fala o quanto é aprazível aquele local. A minha mão poisa sobre o seu caralho. Esta semi mole. gosto dele assim e de o fazer crescer, de o ver desejar. Zeca acaricia despudoradamente a minha coxa e toma-me a boca. Solto a língua. Ah como aquela língua me deixa louca. Entreguei-me ao meu macho. Apertei-lhe o pau sobre os calções e ele aperta-me o seio sob o corpete. Ignorámos por completo o Luis. Estávamos enleados em tesão e desejo puro. O meu homem desaperta o avental e retira-o. As nossas bocas voltam a fundir-se. Sinto alguém a massajar-me os ombros. O Luis tinha-se sentado ao meu lado. Estava entalada entre dois homens. A situação ainda me excitou mais. Eu ali a ser desejada por dois machos. A massagem desceu dos ombros para as costas no que o corpete permitia. Logo o Luis o desapertou com carinho, deixando-me semi nua. Volto-me para ele e oh aqueles olhos eram tão fascinantes. Abro a boca e sinto o bigode dele a tocar-me o lábio superior. Cerro os olhos. Os lábios do Luis vao saboreando os meus. Abrem os meus. A língua penetra quente. Deixo-a invadir-me. O bigode faz umas cocegas excitantes, nunca beijara homem de bigode e estava a adorar. Sinto outra língua no meu mamilo. O Zeca beijava-me o mamilo com deleite. Mordiscava lentamente. Ai duas bocas em mim. Loucura. A mao do Luis procura o meu pau por cima do fio dental. Fiquei surpresa. Refreei-me um pouco para logo me abandonar. Sinto a mao apertar-me o pau enquanto a língua navega louca na minha boca. Zeca puxa-me a mao para o caralho dele. Duro. Palpitante. Punheto-o lentamente. Luis beija-me o pescoço, o mamilo, a barriga. Oh aquele bigode. Que tesão. Beija-me o pau por cima do tecido. Estou meia louca e surpreendida. Mas gosto. Zeca já retirou os calções. A minha mao vai-o punhetando lentamente. Nova surpresa. Sinto a boca do Luis sobre a minha mão. Lambe-me os dedos. Abro a mao e deixo-o lamber o caralho do Zeca. A língua dele sobe ate á cabeça e engole. Vejo o bigode a afundar de encontro á barriga do meu homem. Fico com ciúmes. O meu homem percebeu e logo me puxa o rosto para ele. Sorri. Beija-me suavemente os lábios. O ruido da sucção faz-me olhar para o Luis. A boca engole o caralho, enquanto olha para nós. Baixo-me e beijo-lhe a bochecha. Ele percebe. Solta o caralho. Tomo-o nos lábios. Esta tão molhado. Tão duro. Tão quente. Luis lambe agora os colhoes do nosso macho e eu vou engolindo aquele pau que ate ha pouco era só meu. Quando engulo todo sinto a língua do Luis a tocar-me os lábios. E lambe a zona entre os colhoes e o caralho. Estou derretida. Aquela experiencia esta a ser boa demais. Deixo-o sair da boca para o Luis logo o apanhar. Desta vez fica ele pela cabeça e eu vou lambendo o tronco. O nosso macho está quase em extase. Olhamos um pro outro e colocamos o caralho no meio dos nossos lábios fazendo o movimento de baixo acima e de cima a baixo.

Por vezes os nosso lábios tocavam-se quando chegávamos ao prepúcio e nos degladiavamos para lamber o buraquinho. Sorriamos e voltamos a escorregar os lábios pelo mastro. Aceleramos. Zeca delirava. Ai que bom. Ai esse bigode e essa boca minha puta. E num espasmo urra bem alto e solta um enorme jacto de esporra que logo o Luis tenta abocar. E outro já com a minha boca á espera. Aberta. Desejosa. Os seguintes deixamos escorrer pelo caralho e fomos lambendo com tesão e carinho. Depois da esporradela acabar, beijamo-nos longamente, trocando nas línguas o leite do nosso macho. Maravilhoso.

Zeca acaricia-nos a cabeça e vai pra dentro de casa, de onde sai momentos depois puxando o colchão da pérgula e com o tubo de gel na boca. Eu e Luis ficamos ali meio estasiados e rimos a bom rir com a situação. O colchão era grande e por isso pesado e o nosso homem mostrava toda sua musculatura quando o puxava com dificuldade. E aquela preciosidade do tubo de gel na boca dava um acréscimo de riso á cena. Fomos ajuda-lo na tarefa. Zeca sentou-se então num dos grandes cadeirões existentes. Eu e Luis compusemos o colchão. Só então reparei que Luis estava vestido. Só a camisa estava desabotoada deixando ver um peito não muito forte, sem um pelo. Cheguei-me a ele ajudando a retirar a camisa. Apalpei-lhe o peito com as mãos. Beijei-lhe o mamilo. Sinto a mão dele a puxar-me. Beijamo-nos de novo. Apertamos o corpo um contra o outro. O calor atrai-nos. A tesão é cúmplice. Desaperto-lhe o cinto. O botão das calças. As calças caem no chão.

Ele toma o meu pauzinho. Eu toco o dele por cima da cueca. Pau medio. Calibre equilibrado. Colhões maiores que os do Zeca. Pau um pouco maior mas menos grosso. Ficamos ali só no toque manual. Luis apalpa-me o rabo. Com os dedos retira-me o fio dental. Eu removo-lhe as cuecas. É então que olho para o caralho dele. É lindo. Escuro. Bem escuro e com uma cabecinha tão vermelha. Lindo. Volto a pegar-lhe com carinho. Cresce na minha mao. Oh como cresce. O meu também despertou definitivamente. Voltamos a beijar-nos com os nossos paus a tocarem-se mutuamente. Que sensação sentir um pau teso no nosso. Esfregamos o caralho um no outro lentamente. Ambos estamos entregues no prazer daquele momento. Luis puxa-me para cima do colchão. Deitamo-nos lado a lado. Ele vem sobre mim e coloca-se entre as minhas pernas esfregando o peito dele no meu pau. Contorna o mamilo com o meu pau ate descer e o abocar. Ohhh que boca. Lentamente e sem paragens engole-me todinho. Sinto por vezes os pelos do bigode a rasparem pelo pau. Que sensação. Lambe-me os colhões lentamente. Com um dedo vai cuscando a minha coninha. Levanto as pernas e lambe-me a flor. Ohhhh de novo o bigode a fazer-me sentir novas sensações. A língua entra em mim e o bigode cola nas bordas. Delicioso. Rebolo dando conta do meu prazer. Come-me a coninha Luis come. E ele abre mais o cusinho e enterra mais fundo a língua. Para. Roda-a no interior. Sabe o que faz. Deixa-me á beira do orgasmo. Sente isso e para. Filho da puta. Roda o corpo, passa uma perna sobre a minha cabeça oferecendo-me o caralho. Que pinga. Deliciosamente. Ahhh solto a língua e tomo aqueles pingos de tesão. Encaro o bicho de novo. Adoro aquela cor. Aquele contraste entre o castanho escuro do caralho e a cabeça vermelhinha. Passo a língua desde o buraquinho do pau até aos colhões. Sinto-o estremecer. Lambo os colhões com minucia. Passo as mãos sobre as ancas dele e puxo-o um pouco. Subo a língua e passo-a no cusinho. Luis aboca-me o pau. É o agradecimento dele. Tacteio aquele buraquinho com a língua. Também é escuro, mas com umas preguinhas sensuais. Passo a língua toda em volta. Demoro-me no meio. Salivo o cu do meu novo amante. Sinto umas mãos a abrir mais o cusinho. Penso que são do Luis, mas são do Zeca. Ate me tinha esquecido do meu macho lindo. Zeca poe um dedo na minha boca. Chupo-o lentamente. Retira-o e poe no cusinho do Luis. Sinto o bigode do Luis nos meus colhões. Delirou com o dedo no cu e engoliu-me inteiro. Pensava que era meu o dedo. Zeca coloca-se de joelhos atras do Luis e com o caralho duro encosta a cabeça aos colhoes dele. Eu ávido, lambo a cabecinha do Zeca e os colhoes do Luis ao mesmo tempo. Vejo o Zeca a abrir o tubo de gel. Passa no pau. Passa no cu do Luis. Ohhhh que linda flor ele tem. Eu abro mais o cu do meu amante. Zeca encosta o caralho no cu do Luis, que tira o meu pau da boca ansiando a penetração. O meu homem esfrega a cabeça já a pingar no cu do meu amante. Que abre mais as pernas. Que suspira. Mete. Quero senti-lo de novo. De novo? Claro que ja pecebera que nao era a primeira vez. Zeca faz um pouco de pressão. Vejo as preguinhas a cederem. Luis empurra o cu para tras. Aquela visão do tesão entre dois machos, ali a 5 centimetros do meu nariz deixa-me completamente rendido. O cheiro a macho enebria. O cheiro a sexo excita. Zeca força mais um pouco. A glande desaparece dentro. O cu do Luis parece que beija o pau. Lindo. Lentamente Zeca vai metendo. Luis suspira. Geme. Ai que bom. Ai que bom. Que saudades que eu tinha desse caralho. Enterra. Fode-me. Enraba-me. Come-me como sabes fazer tão tem. Conheciam-se bem. Sabiam bem como se excitar. Zeca grunhe e enterra todo o pau. Os colhoes colam. Que visão magnifica. Solto a língua e percorro o pau do Luis. Chego nos colhoes de ambos e vou lambendo. Volto a sentir a boca do Luis no meu pausinho. Zeca retira metade do pau que eu aproveito para lamber. Volta a enterrar. Começa a bombar dentro do cu do Luis. Eu vou lambendo a borda do cu do meu amante e os colhoes do meu macho. Delicia. Luis acelera na mamada e na foda. Zeca sua e fode mais fundo.

Vejo os movimentos cada vez mais amplos. Mais fortes. Agarra nas ancas do Luis e puxa-o com força de encontro ao seu caralho. Lambo-lhe os colhões. Quero ver o caralho a vir-se no cu. Um novo urro. Uma estocada profunda. Os colhoes a contraírem. E sinto na língua a passagem do leite dos colhoes de um para o cu do outro. Luis grita. Isso enche-me de leite. Vem-te. Esporra-te. Da-me o leite todo. Zeca enterra todo o pau dentro dele e fica quieto. Aboco agora o caralho do Luis. Molhado. Deixo-o invadir-me a boca e foder-ma na cadencia da foda que estava a levar. Enrijece mais na minha boca. O vai e vem era agora do cu a engolir o caralho. A boca dele acelera no meu pau. Sinto-o contrair as pernas, as ancas, o cu, para um jacto cair pela minha garganta abaixo. Ohhhhhh deixo-o esporrar-se dentro da minha boca engolindo o que posso. E posso quase tudo. Mas era muito leite. Menos espesso que o de Zeca, menos espesso mas mais doce. Adorei aquele sabor. Diferente mas bem saboroso. E de repente o meu pau começa a estremecer num orgasmo forte. A boca do Luis cai sobre mim e recebe o meu néctar com tesão. Zeca solta-se lentamente do Luis. Logo que tira o caralho este cai sobre o meu nariz. Chego atras e deixo-o entrar na minha boca. Engulo-o inteiro. Sabe bem. A gosto de leite e de cu. Passeio a língua por ele. Com a boca faço uns movimentos de sucção.

Ele retira-mo da boca. Olho pro cusinho do Luis e vejo uma gotinha de esporra que aflora. Com a língua procuro-a. Sinto-a. Saboreio-a. Luis soergue-se um pouco e abrindo o cu deixa escapar mais um pouco do leite do amor do Zeca.

Caem-me pingos sobre a língua. Luis vira e divido com ele o fruto do nosso desejo. Da nossa tesão.

Foi o melhor fim de semana da minha vida.

Autor: Pedro
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta