Na época, acho que já desconfiavam, mas ninguém tinha certeza se eu era viado. Não tinha namorada, não curtia futebol e não me enturmava com os rapazes. Como era muito sério e reservado, ninguém me questionava sobre minha situação.

Meu irmão ao contrário, tinha um grupo de amigos, que viviam em casa e sempre saiam para curtir aos fins de semana.

Certo dia, cheguei do trabalho e encontrei o meu irmão com uns cinco amigos e meu pai na sala assistindo um jogo de futebol e tomando cerveja.

Cumprimentei a todos, recusei a lata de cerveja que me ofereceram e fui para cozinha, onde encontrei minha mãe atarefada fazendo umas pizzas. Apenas informei que tinha chego e fui para o quarto.

Estava quente, então tirei a roupa e fui para o banheiro de meu quarto e tomei uma ducha. Não perdi a oportunidade de bater uma em homenagem ao André.

Ele era um dos amigos do meu irmão que estavam na sala. Ele destoava um pouco do resto da turma. Era mais velho uns 10 anos que os demais.

Ele era cunhado do Zé, um dos integrantes da turma. Como o André era de outra cidade, encontrou no cunhado uma forma de se enturmar e acabou se integrando muito bem na turma, mesmo que fosse um grupo de molecotes, se comparado a ele já com seus trinta e poucos anos.

Tinha um porte atlético, sem ser marombado, um rosto quadrado e corpo muito peludo. Seus cabelos ruivos e um bigode bem feito, o deixavam enigmático e extremamente sexy.

O que me chamava atenção era justamente seu jeito todo descontraído e juvenil, dentro de um corpo de homem formado, casado, pai e chefe de família.

Meu tesão aumentava mais ainda, por saber que ele era hetero e casado, ou seja um macho de verdade.

Imaginava como ele seria na cama, como era sua pegada e me acabava na punheta, debaixo do chuveiro. Depois de umas dedadas no cu e uns cinco belos jatos de porra em homenagem ao André, terminei minha ducha, pus apenas uma cueca e fiquei no quarto escutando música.

Sai apenas para pegar uns pedaços de pizza na cozinha e um pouco de suco. Percebi que a conversa dos rapazes estava animada na sala, demonstrando que já tinham exagerado na bebida.

Voltei para o quarto e continuei lá. Já era quase meia noite quando meu irmão foi ao meu quarto, perguntando-me se eu queria acompanhá-los numa pescaria que fariam no dia seguinte. Eu recusei de pronto. Meu irmão não estranhou, pois quase nunca acompanhava as pescarias que a turma fazia.

Ele pegou emprestados uns lençóis que estavam em meu quarto, explicando que eles dormiriam em casa, para poderem sair bem cedinho, no dia seguinte.

Assim que meu irmão saiu, minha mente já foi longe, fantasiando como seria, se eu sorrateiramente durante a madrugada fosse ao quarto do meu irmão e caísse de boca na mala do André, que tanto marcava suas bermudas. Imaginava ele se contorcendo e sufocando seus gemidos para não acordar os demais e ser pego no flagra enquanto delirava com meu boquete.

Meu pau já estava duraço novamente e meu cuzinho já me incomodava de tanto que piscava de tesão.

Porém eu estava conformado que aquilo nunca aconteceria, pois eu não arriscaria ser pego de boca numa pica.

Mas o destino queria me presentear. Estava perdido nos meus devaneios, e de início até achei que era fruto da minha imaginação, quando escutei uma batida à porta do meu quarto e escutei aquela voz rouca perguntando se poderia entrar.

Minha voz quase não saiu, mas pedi que entrasse.

André abriu a porta, estava com lençol e travesseiro debaixo do braço. Usava apenas uma bermuda larga, deixando a mostra suas pernas fortes e seu peito peludo, que se transformava num verdadeiro matagal de pentelhos conduzindo ao caminho da felicidade de sua mala que sua bermuda mal conseguia comportar.

Num sorrisinho amarelo, contou que ele que dirigiria no dia seguinte e que ele precisaria dormir bem e que no quarto do meu irmão, com a rapaziada fazendo bagunça, ele não conseguiria descansar o suficiente, pedindo-me para deixa-lo dormir no meu quarto.

Nervoso, respondi que sim, levantei-me e, solicitamente, tirei umas roupas que estavam jogadas sobre a cama sobressalente em meu quarto, permitindo que ele se ajeitasse.

Só depois, que voltei a me deitar na minha cama, percebi que meu pau ainda estava duraço. Não sei se ele não percebeu ou se apenas fingiu não perceber que eu armava uma baita barraca na cueca.

Fiquei totalmente vermelho. Ele muito educado, não comentou nada, apenas se ajeitou na cama, agradecendo o favor.

O silêncio se instalou, até que ele num sussurro perguntou se poderia apagar a luz. Não respondi, apenas levantei e eu mesmo apaguei a luz.

Voltei a minha cama, decidido a fazer alguma coisa. Então puxei conversa:

“Espero que você não estranhe a cama e não consiga dormir.”

“É foda dormir na cama dos outros. A gente estranha mesmo, mas a colchão é bem macio, vai dá pra descansar bem.”

“O colchão da minha cama é mais durinho, se você quiser trocar, a gente troca” Ofereci, querendo achar um jeito de esticar conversa.

“Num precisa, não. Eu gosto de colchão mais molinho, mesmo. O que vou estranhar é ser de solteiro. Já faz tempo que não durmo em cama pequena.”

“É deve ser bom dormir em cama de casal. Quero ver se eu compro uma para por aqui no meu quarto. Dá pra virar e mexer bastante”

“Quando a gente dorme sozinho, dá mesmo pra virar e mexer bastante, mas quando a gente divide, fica meio apertado.”

“É legal dormir assim, com outra pessoa na cama?” Perguntei, achando meio infantil, mas tentava manter a conversa para consegui puxar algum assunto que levasse o papo para o lado do sexo. Ele demorou um pouco para responder.

“Tem que tomar cuidado na hora de se virar. Às vezes a gente acaba batendo no outro sem querer. Mas é legal ter alguém dormindo junto.”

“Eu não sei se eu ia conseguir dormir. Acho que ia ficar o tempo todo de pau duro.” Falei na expectativa de engrenar no assunto que eu queria.

“Puxa, cê é muito tarado! Coitada da sua mulher, vai ficar toda esfolada” Disse e caiu na risada.

“Você num fica, de pau duro com a sua mulher na cama?”

“Cara num é assim, não. Quando a gente casa, num fica trepando o tempo todo. Tem dia que a gente só deita dorme mesmo.”

“Nossa, com seu jeitão, achei que você dava umas três todo dia” Provoquei e ele fisgou a isca.

“Como assim meu jeitão? Que jeitão é esse?”

“Sei lá, cara. Sabe, assim, forte, macho, todo gostosão”

“Gostosão?” Ele mais repetiu, meio tentando entender, do que me perguntando de fato.

“É cara, na boa. Acho você bem gostosão.” Fiquei esperando a reação, mas o que veio foi o silêncio.

Já tinha chegado até ali mesmo, não ia recuar, nem que todos descobrissem que eu era gay.

“André, posso perguntar uma coisa?”

Interpretei a falta de resposta como um consentimento e arrisquei:

“Você... sabe... já comeu... outro cara?”

O não veio seco, mas não me amedrontou.

“Sabe, se fosse escondido, sem ninguém ficar sabendo, você comeria um viado?”

Demorou um pouco, mas resposta na verdade veio com outra pergunta:

“Na boa, véio... Tú é viado?”

Respondi com um simples “sou” e fiquei esperando.

Ele logo quebrou o silêncio:

“Num leva a mal não, mas num curto essas coisas. Num tenho nada contra não, mas sou homem e gosto de buceta, ok?”

“Eu sei, mas todo homem gosta de cuzinho” Retruquei.

“É, mas homem acha gostoso é cu de mulher!”

“Bem já falaram pra mim que meu cu é mais gostoso que de mulher”

“Que isso, cara. Você dá o cu mesmo?”

“É verdade. Eu gosto de levar no cu. E os caras adoram, falam que é apertadinho e gostosinho.”

“Véio, é melhor parar com essa conversinha e me deixar dormir” “Você, sabe o que é bom para um cara relaxar e conseguir dormir feliz, num sabe?” Perguntei cheio de más intensões.

Ele não respondeu. A escuridão do quarto não me deixava ver seu rosto para analisar sua reação, mas preferi continuar:

“Uma boa gozada.”

“Véio, na boa, num tô afim.”

Pensei que não teria jeito mesmo. Mas arrisquei mais uma vez:

“Mas boquete, ninguém recusa.”

“Cara tu num desiste.”

“E aí, um boquete num é uma boa?”

“Num sei disso não”

“Pensa bem cara. Tu dorme tranquilo depois de uma boa gozada. Num tem risco de ninguém ficar sabendo. Você experimenta algo diferente. Tu faz um favor pra um amigo. Num é uma boa?”

“Véio, num tô nem com tesão.”

Decidi provocar, para ver se a situação engrenava:

“Ih, cara num sabia que você era de negar fogo.”

“Num nego fogo. Mas meu negócio é buceta”

“Mas nenhum macho recusa um boquete”

Ele não respondeu. Eu agi.

Levantei e fui até ele. Ajoelhei ao lado da cama. Aí notei, como meu quarto era escuro. Conseguia perceber sua silhueta na cama, mas não podia ver sua feição.

Não sabia o que seu rosto demonstrava. Mas não recuei.

Estiquei a mão, alcancei o lençol que o cobria e o puxei. Veio o primeiro sinal verde. Afinal ele não o segurou, deixando ser descoberto.

Avancei mais e alcancei sua barriga com meus lábios, que logo foram beijando e sugando aquele corpo. Ele estava estático, não conseguia perceber nem uma reação de seus músculos, parecia congelado. Não escutava nem o som de sua respiração.

Mas foi por pouco tempo, pois escutei um gemido sôfrego, quando alcancei sua mala e dei uma bela mordiscada em seu membro por sob sua bermuda.

Não perdi tempo, abri o velcro da bermuda abaixei a cueca e abocanhei o pau todinho. Foi questão de segundos, para o pau flácido e inerte pulsasse em minha boca e virasse um mastro duro, grosso e comprido, que sufocava minha garganta.

Não foi só a pica que ganhou vida, pois logo senti as mãos agarrarem meus cabelos forçando minha cabeça a subir e descer, mostrando que ele queria foder minha boquinha.

Fui ao êxtase e me dediquei totalmente ao boquete. Engolia aquela vara até ela cutucar minha goela e me tirar o ar, chupava e mordiscava a chapeleta e enfiava a ponta de minha língua no orifício da cabecinha, fazendo o meu macho gemer e até perder a respiração.

Minhas mãos também trabalharam rápido e logo arranquei de vez aquela bermuda e a cueca, deixando o campo todo livre para travar minha batalha com aquele pauzão.

Chupava afoito e percebi que aquele pauzão não recebia um tratamento daquele há muito tempo, pois o André quase tinha uma convulsão de prazer quando eu abocanhava a pica deixando ir até a garganta.

Percebi que o quadril começou a se movimentar também, querendo estocar minha boquinha. Não deixei, sabia que era sinal que o André queria gozar e eu queria mais. Então deixei o pau de lado e me dediquei às bolas, grandes, peludas e deliciosas. Chupava cada uma, mordiscava e engolia, fazendo os gemidos do André se intensificarem.

Ainda queria mais, então peguei sua mão direita, comecei a beijá-la e logo abocanhei um dos dedos, sugando e babando bastante como se fosse um pauzão.

Tirei aquele dedo de minha boca e rapidamente levei aquela mão até minha bunda. André entendeu o que eu queria, pois mal alcançou meu rabinho, fez questão de enfiar fundo seu dedo molhado em meu cuzinho.

Soltei um gemido, alto e tesudo. Foi o que bastava para acender de vez, o macho fodedor de viado dentro do André.

Ele rápido se levantou da cama, posicionou-se atrás de mim, fazendo-me, ainda ajoelhado ao lado da cama, encostar meu peito e barriga sobre a cama.

Logo senti ele montar sobre mim, suas mãos afastaram as bandas de minha bunda e a estocada veio certeira e profunda.

Tive que morder o lençol e o colchão para poder abafar o grito. Mas o tesão foi a mil. Estava com aquele macho todinho dentro de mim.

Meu tesão subiu mais ainda, pois o André deu uma estocada forte, mordeu minha nuca e declarou:

“Puta que pariu, que cu é esse. É o rabinho mais gostoso que eu já comi.”

Passei a rebolar como a puta no cio que eu era, enquanto ele bombava forte, tirando e colocando seu pau inteiro no meu rabinho.

Mal sentia a cabecinha passar, já sentia as bolas encostarem na portinha. Ele fodia alucinadamente, rápido, forte e com tesão.

Eu rebolava e gemia, mas pedia mais.

Achei que não conseguiria segurar muito tempo, mas o André mostrou o macho fodedor que era e me comeu daquele jeito forte, bombando rápido ainda por uns dez minutos, quando ele cravou ainda mais forte todo seu pau em mim.

Seu corpo tremia, seu pau pulsava, seus dentes cravaram em meu ombro, na tentativa de abafar seu urro de tesão da gozada que inundava meu cuzinho.

Ficamos assim um bom tempo. Ele montado em mim, gemendo e se recuperando. Seu corpo todo colado em mim, fazendo-me sentir todos seus pelos sobre minha pele macia e pelada.

O pau ainda muito duro insistia em pulsar dentro de mim. Suas mãos percorriam meu corpo entre afagos e leves arranhões.

Finalmente ele puxou seu pau ainda muito duro de dentro de mim. Levantou-se para logo se atirar sobre a cama, ainda ofegante.

Alcançou minha mão e puxou-me para cima da cama, junto a ele. Mal me deitei, ele se deitou sobre mim, forçando suas pernas entre as minhas. Eu entendi o recado. Abri as pernas, envolvendo seu quadril e cruzando-as a suas costas.

Meu quadril automaticamente se empinou e minha bunda se arreganhou para o membro que instantaneamente alcançou e invadiu meu cuzinho novamente.

Estávamos abraçados, nossos rostos quase colados um ao outro. Não resisti, colei nossas bocas, arriscando um beijo. A resposta foi um tapa de advertência, sem muita força, mas firme, que fez meu rosto arder levemente.

Ele me encarou firmemente. Seus rosto tão próximo ao meu, permitiu ver seus olhos duros, mas tesudos:

“Beijo é pra minha mulher. Puta só tem direito a pica, entendeu viado?!”

Ainda nesta posição, com nossos rostos a centímetros um do outro, ele observava meu rosto e minhas caretas de tesão, quando ele começou os movimentos do quadril que me fodiam e me faziam delirar. Desta vez ele foi rápido, logo enchendo-me novamente com sua porra.

Ele caiu sobre mim, gemendo e curtindo seu gozo. Seu pau pulsando dentro de mim novamente, foi demais para mim, que meu pau também começou a pulsar e esporrar, num frenético gozo pelo cu.

Após uns instantes, ele se levantou reclamando.

“Você me melou todo viado.”

Saiu da cama, acendeu a luz. Pude ver rapidamente os pelos ruivos de sua barriga e peito melados com minha porra que esguichara farta entre nossos corpos.

Ele entrou no banheiro, logo abrindo o chuveiro e tomando uma ducha rápida.

Quando retornou foi direto.

“Vai viado, sai da minha cama que quero dormir”

Não podia desobedecer. Levantei-me rapidamente, abrindo espaço para o André ir para sua cama, ao mesmo tempo que rebolando fui me encaminhando ao banheiro, pois também precisava de uma ducha.

Senti um tapa na bunda.

“Agora eu viciei, vou querer essa bunda de viado sempre, ouviu?!”

Tomei minha ducha e quando retornei, o André já dormia a sono solto em sua cama. Apaguei a luz e deitei-me dormindo feliz, como há bastante tempo não fazia.

Autor: Franios Santos
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta