De quatro na cama, Marcos gemia levando pistoladas frenéticas.

Pelo espelho da porta aberta do armário podia ver o olhar selvagem do macho montado sobre ele, castigando sem dó aquele cu rosado.

Não foram poucas as vezes que chegou a cair de bruços para ser novamente suspenso pelas mãos fortes que o erguiam pela cintura voltando à posição de cadela.

Com o mesmo vigor sentiu o corpo ser revirado com facilidade, como se não tivesse peso, para o ativo iniciar um enérgico frango assado, acompanhado de chupadas nos peitinhos macios e tapas na cara branca de olhar indefeso.

Quase sem forças e já exausto viu-se puxado com força da cama e atirado com certa violência contra a parede, onde foi prensado enquanto o pau duríssimo novamente abria caminho em seu cu já lubrificado pelos líquidos pré-gozo.

Novamente de quatro, agora no chão, ficou aliviado quando finalmente a tora que o comia começou a dar saltos, soltando jatos de porra que foram espalhados por dentro de sua bunda e também por fora, lavando-lhe as costas até a altura do pescoço com aquela abundante gosma branca.

Caindo sentado no chão, também exausto, Igor abriu o largo sorriso, plenamente satisfeito:

– Pôxa, Marcos, você sabe mesmo como fazer um cara se sentir macho!

O comentário foi feito com a voz rouca de desejo. Com um risinho sem graça, o empresário não sabia se considerava aquilo um elogio ou humilhação, por mais uma vez ver posta em cheque a sua masculinidade.

Persuasivo e agora também autoritário, Igor havia conseguido arrastar o passivo para mais uma foda antes de sair.

Com anos de vivência em transas com outros homens já sabia detectar o que funcionava com cada um.

Agora estava realizando uma espécie de fantasia meio adormecida. Embora fosse líder por natureza, nunca havia praticado isso no sexo.

Lia sobre dominação, BDSM, mas na prática mesmo nunca tivera experiência, provavelmente por ainda não ter encontrado o parceiro certo.

Agora começava a se sentir realizado com aquele homem tão grande quanto indefeso. Cada demonstração de fragilidade de Marcos, o ar inseguro, o olhar por vezes amedrontado e a maneira como se rebaixava para o tal namorado que telefonava mexiam com o macho dominante que havia em seu íntimo.

Espontaneamente começou a agir mais agressivamente, e percebeu que, também de forma natural, o outro se submetia, sem esboçar reação.

Assim não foi tão difícil levar sua presa mais uma vez para o quarto. Além disso, havia ainda o desaforo de ser rejeitado.

Se alguém ali tomava decisões esse alguém era ele e não haveria forma melhor de demonstrar isso do que uma boa surra de pica, culminando com o depósito da sua porra dentro do submisso. Agora sim, podia atender ao pedido da sua cadelinha e ir embora.

Deixando a água morna cair sobre o corpo, o empresário se lavava. Ainda sentia o cheiro do macho.

Como não tinha gozado nessa última trepada, acariciava o pau duro enquanto na sua mente as imagens dos diversos homens que de repente agora faziam parte da sua vida iam se fundindo.

Sempre reflexivo, pensava como tudo vinha se transformando em tão pouco tempo desde que o office boy o comera à força dentro do escritório.

Cenas aleatórias de trepadas iam se sucedendo em sua mente, até sentir o gozo se materializar em golfadas de porra que girando na água escorriam pelo ralo.

Este é um trecho de DOMINAÇÃO, meu primeiro livro, já esgotado no formato impresso.

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Autor: Augusto Treppi
E-mail - augustotreppi@gmail.com
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta