Sempre li histórias de pessoas que transaram em ônibus durante uma viagem e já ouvi alguns relatos.

Sempre fantasiei um pouco sobre essa possibilidade até que um dia estava em Santos (SP) e meu carro quebrou.

O seguro foi buscar e eu tive que voltar para São Paulo de ônibus.

Ao meu lado sentou-se um moreno de +/- 20 anos, estatura mediana, magro e muito bonito. Pediu-me licença e colocou uma mochila no bagageiro.

Instintivamente olhei para seu pau. Ele estava de calça jeans justa e o volume na calça era muito grande.

Na hora fiquei excitado e pensei na possibilidade de uma transa no ônibus. Era noite e imaginei que pegando a estrada todos ficariam distraídos ou dormindo.

Levantei-me e ofereci para ele sentar na janela onde eu estava sentado. Disse que não me sentia bem em ônibus e o cara agradeceu.

Partimos e logo pegamos a estrada. Discretamente passei a mão na perna dele umas duas vezes “me ajeitando” na poltrona.

Numa terceira tentativa deixei minha mão repousar sobre a perna dele alguns segundos e, para minha surpresa, o cara levantou o apoio de braça que separava nossos bancos.

Fiquei mais excitado e entendi como um convite. Levemente estiquei a mão e encontrei o pau do cara duro para fora da calça! Me assustei e retirei minha mão.

O cara segurou minha mão e a levou para o seu pau que segurei com carinho. Ele, segurando minha mão, propôs uma punheta.

O pau do cara era grande e grosso, devia ter uns 20cm, mas bem grosso. O ônibus estava calmo. Todas as luzes apagadas e as pessoas em silêncio.

Uma pessoa roncava atrás da gente e eu punhetando aquele pau grosso e grande.

Aos poucos senti que o pau do cara estava aumentando de grossura e logo depois deu um “salto” em minha mão.

O cara bem rápido puxou meu braço, pos a mão atrás de minha cabeça e puxou minha boca para o seu pau.

Aquele pau era bem grosso mesmo. Quase que minha boca não cabe nele. Na hora o cara gozou, uma porra quente e gostosa. Não foi em grande quantidade.

O cara deu um pequeno e abafado gemido, seu pau pulsou algumas vezes e tirei a boca daquele pau grosso. Limpei em volta da boca.

Me levantei para ir ao banheiro do ônibus onde cuspi o resto da porra do cara e fiquei dando um tempo na esperança de ele viesse até ali.

Seria ótimo dar uma trepada gostosa naquele banheiro.

Como o cara não veio, voltei para o meu banco e o cara não estava mais lá. Tinha mudado de lugar.

Fiquei um pouco decepcionado, mas... Me acomodei no banco, puxei meu pau para fora e toquei uma punheta bem gostosa lembrando a aventura.

O ônibus chegou em São Paulo. Me levantei e fiz a tradicional fila para sair do ônibus. Foi quando senti ser enconchado e olhei para trás.

Era o cara com um sorriso safado na cara. A fila andou e eu com ela. Numa parada no corredor o cara colocou alguma coisa no meu bolso de trás da calça.

Desci do ônibus e me encaminhei para o mêtro tentando achar o cara, mas nada.

No meu bolso encontrei um bilhete: “Meu nome é Jorge, meu telefone é 11 99703-XXXX. Me ligue, quero te comer.”

Sorri, pensando na possibilidade de encontrar aquele pau grosso de novo...

Autor: Vinicius
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta