Isso aconteceu comigo (meu nome é Luiz) e um amigo (Roberto) quando fomos em um final de semana para uma cidadezinha no sul de Minas Gerais participar de uma festa religiosa que sempre acontecem nessas cidades.

Chegamos na sexta-feira a noite e fomos direto para a casa da pessoa que nos convidou. No sábado passamos o dia ajudando nos preparativos da festa que iria começar a noite. A cidade era minúscula, mas a festa prometia ser grande.

Bem, a festa começou. Muita comida, muita gente e muita música. A certa altura, Roberto, me procurou meio esbaforido, meio assustado e comentou comigo que havia cantado um cara, um peão de fazenda, a ele tinha topado dar uma transada mas queria levar um amigo. Roberto veio me chamar porque o tal peão era muito bonito e ele queria transar com o sujeito. Fomos ao encontro do peão e do amigo.

Chegamos ao local marcado. Não era longe, mas para nossa surpresa além do tal peão e o amigo tinham mais cinco outros caras! E todos demonstrando tesão! O mais novo devia ter uns 18 anos e o mais velho uns 25 anos. Todos “sarados” do trabalho no campo, pele queimada de sol e corpos muito gostosos.

Engoli em seco. Fiquei assustado no inicio. Era muita gente, não conhecíamos ninguém e qualquer coisa poderia acontecer e dar errado. Mas a insistência do peão e seus amigos foi grande. Imediatamente fomos cercados e os caras começaram a tirar seus paus para fora oferecendo para o Roberto e eu chuparmos. Tinha pau de todas as medidas e tamanhos: pequenos, grandes, grossos, finos, etc...

Sussurrei para Roberto: - Estamos fudidos. Engoli em seco e escolhi um pau de um carinha que tinha uns 18 anos e meti a boca. Roberto fez o mesmo com o pau do peão que era um pau bem grande e grosso.

Comecei a chupar o pau do carinha e logo mais três paus estavam em volta da minha boca querendo ser chupados. Roberto de joelhos chupava o pau do peão e um outro cara estava abaixado atrás dele passando a mão em sua bunda por dentro da calça.

Eu ia revezando os paus na minha boca, ora um ora outro, até que o carinha de 18 anos puxou meu rosto e enfiou seu pau com tudo em minha boca e gozou. Gozou muito, tanto que sua porra escorreu pela minha boca a fora. Olhei para Roberto que a essa altura estava sendo comido por um cara, chupando o peão e um outro.

Nesse momento ouvi uma voz perguntar: -E você não dá o cú?

Pausa. Serei sincero; Já tive a oportunidade de transar com três pessoas ao mesmo tempo, mas foi uma transa suave, gostosa e consentida. Completamente ao contrário do que estava acontecendo. Mas para falar a verdade eu estava gostando. Ainda com um pouco de medo, mas estava gostando. Fim da pausa.

Não me fiz de rogado. Abaixei minha calça e pedi para que o cara fosse devagar. O cara de uns 20 anos tinha um pau fino e comprido. Me ajoelhou, molhou meu cú com cuspe e começou a penetrar. E mais dois paus já estavam disputando qual deles entraria na minha boca.

O cara que me comia fez devagar. No começo com cuidado e foi acelerando e bombando cada vez mais. Em pouco tempo tirou seu pau e gozou na minha bunda. Quase junto um outro cara gozou na minha boca e soltou um grito de prazer. O carinha de 18 anos que gozou primeiro aproveitou a porra do amigo como lubrificante e me penetrou com força. Reclamei de dor e ele pediu desculpas.

Roberto ao meu lado estava sendo penetrado por dois paus e chupando um terceiro. Um outro cara gozou na minha cara e o carinha de 18 anos também gozou na minha bunda. Foi quando apareceu na minha frente o mais velho deles, uns 25 anos, com um pau enorme... gigantesco. Mostrou o pau para mim e perguntou: -Você aguenta? Não conheço mulher que aguente meu pau.

Respondi: -Vamos tentar, mas se doer você para, ok?

Uma roda de formou em minha volta e o sujeito de ajoelhou atrás de mim, lubrificou o pau e começou o serviço. Quando senti a cabeça encostando em meu cú me arrepiei. Comecei a sentir meu cú se alargar e aquela cabeça entrar. Nunca havia sentido meu cú se alargar tanto. O cara foi metendo aquele pau enorme devagar, com jeito. Eu resmunguei e ele perguntou se eu estava aguentando. Disse que sim, mas que fosse devagar. A minha volta só via os outros caras, todos fascinados com a cena e se punhetando.

Os dois caras que comiam Roberto gozaram e o terceiro que ele estava chupando foi comer Roberto.

Meu cú latejava quando senti as bolas do cara baterem na minha bunda. Eu fiquei assustado. Não imaginava que aguentaria um pau daquele tamanho. O cara bombou algumas vezes e logo gozou. Avisou que ia gozar dentro de mim e não reclamei. Senti sua porra quente dentro de mim e seu pau latejando várias vezes.

Ele foi tirando o pau devagar. Parecia que não ia acabar de sair do meu cú. O carinha de 18 anos me pos de joelhos e mais uma vez gozou em minha cara. Outros três que assistiram toda a cena de eu ser enrrabado por um pau gigantesco e o carinha gozando pela terceira vez começaram a gozar um em seguida do outro. Fiquei encharcado de porra.

Roberto estava de joelhos também punhetando um outro cara que também logo gozou. Aos poucos os caras foram sumindo, saindo de fina como se nada tivesse acontecido. Olhei para Roberto e falei: -Cara, outra como essa nunca mais! Roberto concordou com a cabeça.

Estávamos sujos de poeira, terra e porra e resolvemos ir para a casa da pessoa que estava nos hospedando. Quando chegamos perto do meu carro, o carinha de 18 anos estava parado junto dele e disse com um sorriso maroto na boca: -Se vocês quiserem amanhã tem mais. Vou estar no bar do Zuca lá pelas duas horas. Sabem onde é?

Respondemos que não e o carinha falou que era só perguntar que todo mundo conhecia. Virou-se e foi embora assobiando.

Entramos no carro e quando sentei no banco me lembrei e senti o pau enorme que tinha me comido. Roberto olhou para mim e perguntou: -E ai? O que vai fazer amanhã de tarde?

Caímos na gargalhada.

Autor: Luiz Moura
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta