Já coloquei alguns contos (na verdade todos verídicos) aqui e hoje tive coragem (e paciência) de escrever este fato que aconteceu comigo no inicio do ano.

Tenho um amigo chamado Douglas, 22 anos, loiro, magro, olhos azuis, muito gostoso e um pau de uns 18 cm.

Ele é do Paraná e quando foi visitar a família no meio de 2012 foi preso acusado de transar com uma menina menor de idade.

Como o crime é considerado hediondo está preso aguardando julgamento. Preso com outros que também estão acusados de crime sexual.

Nos conhecemos há vários anos e quando soube ajudei a família a constituir um advogado.

Em fevereiro deste ano resolvi fazer uma visita para ele na cidade onde está preso. E lá fui levando chocolates, cigarro e outras coisas que são necessárias nessa situação.

Lá chegando entrei para a visita e o Douglas ficou emocionado em me ver. Conseguimos sentar num canto isolado para batermos um papo.

Conversa vai, conversa vem fui ficando excitado pensando na possibilidade de uma transa dentro da cadeia.

A certa altura, Douglas, me disse que desde que tinha sido preso não tinha uma transa e que estava muito afim.

Confesso que fiquei com medo, mas ele me disse que não tinha problema e que podíamos usar uma cela que era usada só para presos violentos e que estava vazia naquele momento. Discretamente fomos para a tal cela e começamos a nos beijar.

Comecei a chupar aquele pau gostoso e logo ele quis me comer. Concordei e ele providenciou uma camisinha que normalmente é distribuída para os presos.

Fiquei de quatro e ele começou a me penetrar com cuidado e logo depois estava bombando meu cu com sofreguidão e muito tesão.

Foi quando senti uma mão estranha me punhetando e percebi que outro preso, um colega de cela do Douglas, estava ao nosso lado massageando meu pau e as bolas do Douglas. Me assustei, mas o Douglas disse que tudo bem.

O cara que me estava punhetando era bonito e devia ter a mesma idade do Douglas. Abaixou-se e começou a chupar meu pau enquanto o Douglas continuava a me comer.

O Douglas parou, tirou seu pau e o outro preso logo ficou atrás de mim e começou a me penetrar com seu pau.

Era um pau grosso, curto e grosso e me doeu um pouco no inicio. Comecei a chupar o pau de Douglas que em pouco tempo gozou na minha boca e, logo em seguida, o outro peso também gozou do lado de fora do meu cu.

Douglas e seu colega começaram a me chupar e em pouco tempo também gozei.

Saímos da cela como se nada tivesse acontecido e continuamos a conversar normalmente, mas com aquela sensação de uma grande aventura vivida.

Os outros presos daquele setor (eram uns 8 ou 10) ficavam nos olhando parecendo pedindo também uma oportunidade de terem uma transa.

Sai da cadeia eufórico e ao mesmo tempo aliviado com medo de que algo pudesse acontecer.

Há dois meses meu amigo, Douglas, foi inocentado das acusações e já esta de volta a São Paulo e quando nos encontramos damos boas gargalhadas do acontecido, além de transarmos muito.

Autor: Luiz
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta