Este conto aconteceu no dia 13 de outubro de 2011, em uma tarde de quinta-feira, no refeitório da faculdade, no Rio de Janeiro.

Bom, meu nome é Guilherme, tenho 21 anos, branco, cabelos pretos e olhos verdes, corpo natural (malho 2 vezes na semana), pica de 20 cm e uma bunda redonda, lisa, de buraco rosado e apertado. Na época deste conto, tinha 19 anos e cursava o penúltimo ano de arquitetura.

Os amigos que andavam comigo, Luís, Pedro, Rodrigo e Diego, estavam sempre antenados nos acontecimentos da faculdade, e, nós cinco juntos, coordenávamos todo e qualquer evento, sempre se dispondo a organizar calouradas e conferências, por exemplo.

Luís era um rapaz de 22 anos, cabelos pretos e lisos, olhos verdes-escuros, altura de 1,78, magro, mas ?saradinho?, piroca de 20 cm e bunda pequena, mas redonda, coberta de poucos pelos lisos.

Pedro tinha 19 anos, assim como eu, negro, olhos e cabelos pretos ralos, sorriso contagiante e dentes perfeitamente brancos. A sua jeba era de 19 cm, possuía um corpo sarado e muito suculento, uma bunda redonda, carnuda e sem pelos.

Rodrigo tinha 21 anos, olhos castanhos e cabelos pretos, lisos. Ele fazia o tipo ?boyzinho?, usava um cordão prateado no pescoço e era sempre galanteado pelas meninas. Não era muito gordo, mas não muito magro. Contava com uma pica de 17 cm, bunda saliente e lisa.

Diego era o mais velho, 25 anos, cabelos pretos muito lisos, que escorriam pelo rosto. Olhos pretos e usava óculos, o que ressaltava seu rosto bonito e sedutor.

Corpo natural, jeba de 21 cm (a maior entre nós) e bunda grande, carnuda e lisa.

Depois da breve descrição dos meus amigos, seguimos aos fatos.

No dia 13, já dito antes como o dia do conto, aconteceu uma greve dos professores da nossa faculdade, o que nos obrigou a estudarmos sozinhos na biblioteca e depois, vagar nos corredores do local. Não contávamos com isso, pois estávamos organizando uma festa entre o pessoal da nossa sala e esperávamos que todos estivessem presentes para avisarmos. Acontece que a maioria deu no pé quando soube da greve.

Enquanto estudávamos, Diego avisou que iria descer e ver se tinha muita gente no refeitório ou se seria servido almoço naquele dia. Quando deu meio-dia, eu e os três amigos restantes, descemos e fomos ao encontro de Diego.

_ Ué?! Cadê o cara, mano?! ? perguntou Pedro, com seu jeito marrento.

Os corredores estavam quase desertos e a cantina, fechada. Procuramos por quase meia-hora, até que ouvimos Diego chamando do banheiro.

Fomos até lá. Esse banheiro era enorme. Todo branco, dividido em 10 cabines de banho de cada lado, ainda possuía um banco redondo no meio do local.

Assim que entramos, pudemos ver Diego com o chuveiro ligado, tomando um banho despreocupadamente, completamente nu. Sua pica enorme balançava ligeiramente enquanto ele passava as mãos sobre o cabelo liso para arrastar a água que caía.

_ Afins?! ? disse ele, soltando uma risada. No canto do seu abdômen, exibia-se um corte de quase um palmo. Fruto de uma apendicite.

Nós nos olhamos. Até onde eu sabia, nenhum dos meus amigos era gay, e eu também nunca tinha sido despertado por esse sentimento.

_ Que deu em tu, cara?! ? perguntou Rodrigo, rindo.

_ Nada. Desci, não vi ninguém, não tinha almoço, então decidi tomar um banho despreocupadamente. Por que vocês não vem?!

_ Tomar banho em meio de machos?! ? disse Luís, visivelmente irritado.

Diego nos olhou como se estivesse, literalmente, querendo nos comer.

Notei logo aquele olhar e alertei.

_ Que isso, Diego?! ? perguntei, desconfiado, mas achando que era brincadeira dele.

Então, ele segurou o pau, balançou, fechou o chuveiro, escorreu a água dos cabelos e saiu do quadrículo que ficava o chuveiro.

_ Sabem do que gosto? Vocês sabem o que realmente gosto?! DE UM CU DE MACHO! ? disse ele, arregalando os olhos. ? Atraí vocês até aqui por que desde a primeira vez que nos conhecemos estava esperando por isso. E eu vou ter o que quero!

Ele falava com severidade, mas também parecia o nosso velho amigo que fazia brincadeiras. Na verdade, ele gostava tanto da gente, que queria realizar as suas fantasias com o grupo de amigos.

_ Tá louco, mermão?! ? disse Pedro, se afastando, mas ainda desconfiando que era brincadeira.

Antes que eu pudesse piscar, Diego correu até a porta, empurrou Pedro, que se espatifou no chão e a trancou. Propositalmente, pegou a chave e a jogou pela janela. _ Ninguém sai. ? disse ele, sorrindo.

Como era o mais forte, Diego tinha conseguido derrubar Pedro, apesar deste ser também muito sarado.

_ Tô te reconhecendo não, Diego! ? disse eu, com muito medo.

_ Pois vai conhecer agora!

Com a mesma força que empurrou Pedro, ele me pegou pelo braço e me jogou dentro do box de banho. Meu rosto bateu na borracha que cobria o chão e por isso não machucou.

_ Querem ver?! ? disse Diego, segurando o pau de 21 cm mais uma vez, e indo na minha direção.

Rodrigo e Luís olhavam assustados, quase tremendo. Pedro estava ajoelhado no chão, ainda se recuperando da dor do empurrão.

As janelas do banheiro traziam muita luz ao ambiente, mas eram extremamente altas e muito pequenas, ou seja, sem chance de fuga. Além do mais, seria difícil arrombar a porta, tempo que Diego poderia fazer outra coisa com algum de nós. E gritar, não era uma boa opção, pois a faculdade estava escassa de pessoas naquele dia. Ou seja, estávamos ferrados.

_ Sabe o que é bom?! ? disse Diego, sorrindo para os três, indo na minha direção e me segurando pelos cabelos. Eu estava de 4 e os olhos arregalados. ? Minha puta. ? E bateu na minha bunda 2 vezes.

_ Para com isso, Diego! ? disse eu, tentando alcançar ele para socar sua barriga.

Dessa vez, ele aplacou um soco nas minhas costas que me fez arriar e gritar de dor. Sem puder revidar, Diego se aproveitou da minha fraqueza e arrancou minha blusa e minha calça. Puxou meu tênis com força, tirou minhas meias e me deixou apenas de cueca (era uma box branca).

_ Não costumo fazer isso com os caras delícias que pego, mas, como vocês estão resistindo, sou obrigado.

Sem mais falar, ele puxou minha cueca com força, arranhando perto da minha bunda com suas unhas, e abriu meu cu o máximo que pôde. Senti minha carne sendo repuxada e as pregas do meu rabo serem esticadas ao máximo.

_ Pa-pa-para... ? tentei dizer, mas ainda sentindo a dor do murro.

Ele chupou o meu buraco como sugava algo suculento. Lambia, cuspia, abria mais e mais, lambia que nem picolé e depois batia com a palma da mão bem no centro dele.

Depois de 20 minutos assim, ele virou-se, ficou de pé e falou:

_ O próximo? E está só começando...

Eu estava no chão, com medo e arrasado por ter sido tratado daquela forma. Parecia que eu era um puta ou um escravo. Os outros estavam apavorados.

CONTINUA...

Autor: Guilherme
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta