Meu nome é João, tenho 50 anos, mas dizem que aparento bem menos. Sempre tive fantasias com homens rústicos, isso me deixa com o cu pegando fogo de tanto tesão.

Certo dia passando pela porta de uma construção, vi um vigilante que me deixou com água na boca.

Parei o carro e fingir que estava perdido. Entre olhares lascivos e boa educação, não me contive e disparei: "Cara você é um tesão tô afim de chupar o seu pau!".

Não deu outra, o cara era tão safado quanto eu e me mandou entrar na sua guarita. Fui ao seu encontro e comecei a me deliciar com aquela jeba maravilhosa que começou a crescer na minha boca me fazendo engasgar. Logo estava rija como aço, era uma rola grossa, veiuda com a cabeça grande e roxa e seus 22cm.

Chupei gostoso até ele pedir pra comer meu cu.Fiquei de quatro esperando o intruso invadir as minhas entranhas. Aquela vara entrou rasgando as minhas pregas, fazia força como se fosse cagar para facilitar a entrada daquele tronco no meu rabo. Quando a cabeça entrou o resto foi logo em seguida, estava empalado com uma tora no traseiro.

A dor era enorme, mesmo assim queria muito dar o rabo pra aquele vigilante safado que sabia comer um cu como ninguém.

Ele me colocou de frango assado em cima de uma pequena mesa e pude sentir o seu pau mais grosso e duro arrombando as minhas pregas. Num movimento de entra e sai duranta as suas bombadas comecei a peidar aquele cacetão estava arrebentando literalmente as minhas pregas. Mas o tesão era maior que mesmo com vontade de cagar queria aquele pauzão no meu cu até o fim.

Fiquei de quatro novamente e empinei bem a bunda pra ele me comer, seu pau já estava todo sujo de merda ainda assim ele continuou a me enrabar. Então ele começou a bombar anunciando que iria inundar o meu cu com a sua porra quente. Eu rebolava como um verdadeiro puto naquele pauzão sentido seu saco bater com força na minha bunda. Gozei deliciosamente com a sua vara no meu cu que a essa altura tava tão largo parecendo o túnel do Metrô. Depois tomei um banho e fui embora na promessa de repetir a dose.

Tentei encontrá-lo, mas foi em vão. O vigilante sumiu e a única coisa que restou foi a saudade e o meu cu carente de pica.

Autor: João
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta