Meu nome é Rafael e já havia contado pra vocês a minha primeira experiência com meu amigo Bruno.

Pois bem, foi aos 13 anos e ate aos 16 trocávamos caricias e transávamos muito, hoje já tenho 26 anos. Acabamos perdendo o contato e desde então entrei na seca.

Após um ano, esqueci tudo o que havia acontecido, e comecei a fazer academia. Ja tinha terminado o colegial e só trabalhava no período da tarde e noite, e por isso passava a manha inteira na academia. Sempre fui um garoto esportista, então fazia musculação, natação, ginastica, jump, bike...

Meu favorito sempre foi natação. Sempre fui fascinado por água, mas depois dos 12 anos, havia uma outra coisa que me chamava mais atenção do que a agua da piscina... O vestiário.

Nadava com intensidade de treino mesmo, e com isso meu corpo foi se desenvolvendo mais. Costas largas, coxas grossas, peitoral duro e braços fortes.

No horário que eu fazia era tão cheio que tinha que dividir raia. Sempre dividia com uma mulher, mas um dia tudo mudou. Todos os homens que faziam natação no meu horário eram coroas casados, no qual eu não tinha interesse nenhum. Mas um dia entrou um cara pra fazer natação no mesmo horário. Era o cara que eu reparava na musculação. Ele era alto, forte, peludo, moreno, e coroa bem cuidado.

Comecei a dividir raia com ele e foi então que o conheci melhor.

- Opa! Beleza?! Rafael, prazer!

- Paulo. Ja te vi na musculação.

- Aaah, eu faço sim. So não sabia que era reparado lá. (risos tímido)

- Claro que é!

Entendi aquilo como uma cantada, então, decidi atacar pra colher algo.

Após a natação, ia pro chuveiro, e ele sempre pegava o chuveiro na frente do meu. Tomava banho sempre de costas pra ele, pois não conseguia controlar a ereção ao ver aquele corpo de macho peludo e forte todo ensaboado e molhado.

Um dia sem querer deixei o sabonete escorregar da minha mão, e ele foi parar perto do banco. Tive que sair do chuveiro com o pau duro. A sorte é que naquele dia só tinha ido eu e o Paulo de homens pra natação.

Peguei o sabonete e ouvi o comentário que eu não queria ouvir:

- Pauzão duro heim! Pena que curto outra coisa.

Entendi aquilo como um "sou hetero e não curto pau de macho"!

Fiquei sem esperança após o comentário, e meu pau broxou na hora. Com o rosto cheio de sabão, não enxerguei a saboneteira e acabei derrubando no chão. Sem perceber e já desesperançoso, virei de costas e abaixei pra pegar a saboneteira. E finalmente sem esperar, ouvi o comentário que mais queria ouvir:

- Ja esse rabão peludo é a minha praia!

Fiquei com o coração disparado e sem saber o que fazer apenas virei e dei um sorrisinho pra ele. Mas virei de costas novamente, porque meu pau começou a endurecer!

Percebi que o cara não era viado e nem bi, e sim apenas um fudedor e obcecado por cu!

Sempre fui o ativo nas relações e o máximo de estímulos que recebi no cu foi um cunete do meu brother Bruno.

Ele saiu do banho, então esperei meu pau amolecer pra me secar e me trocar. Ele disse tchau e foi embora. Sai e fui me trocar. Me sequei e ao tirar a cueca da minha mochila, havia um bilhetinho dentro dela. Abri ele e dizia:

"Se tiver afim de brincar que nem macho, me de um sinal!

Paulao"

Pensei: ai caralho!!! O macho mais delicia da academia quer me comer!

Nunca tinha dado e nem sabia se doía ou dava prazer. Ao ver pelo o que o Bruno sentia por mim com certeza havia tensão no ato anal. Queria descobrir e aquela era minha oportunidade de manter relações com machos discretamente e manter minha fama de hetero pegador pra sociedade!

Mas confesso que tinha muito medo, pois a vara do Paulao era um chumbo grosso e pesado. O cara tinha o corpo e a voz do Alexandre Frota. A diferença que o pau do Paulao consegui ser mais grosso ainda do que o do bad boy Frota que ja era grosso!

Sai da academia e o Paulo não havia ido embora. Estava dentro do corola dele, de óculos escuros e com meio vidro aberto. Fingi que não vi e quando passei meu impulso sexual deixou escapar a frase: "ai ai como eu queria aprender a brincadeira de macho!"

Não acreditava que havia dito aquilo, então ele abaixou todo o vidro do carro tirou os óculos e disse:

- Ae Rafa, cola aqui!

Cheguei perto da porta. Na época o corola era um status e sonho de consumo.

- Ja andou de corola?! Entra ai que te deixo em casa.

- Mas você sabe onde eu moro?

- Não, mas no caminho você me fala. Alias, no caminho você me fala muito mais!

- Beleza.

Me senti uma prostituta, mas o tesao era tanto que não conseguia raciocinar direito. Apenas seguia os meus impulsos!

- Você faz alguma coisa a tarde, Rafa? Posso te chamar de Rafa né?

- Pode sim cara! Então, eu trabalho, mas como trabalhei no sábado, hoje é minha folga.

Tudo conspirava pra dar certo.

- Legal. Tava pensando em sair pra um lugar legal, almoçar. O que acha?!

- Topo sim cara. So preciso ligar pra minha mãe e dar uma desculpa.

- Mae?! Quantos anos você tem Rafa?

- 17, por que?

- Caralho. É que com esse corpo todo desenvolvido e já peludo, imaginava que você tinha uns 22.

- Hahaha. Nada! Sou moleque ainda. Mas relaxa que eu não vou denunciar seu ato de pedofilia.

- Esta decidido mesmo heim!

- É por isso que aceitei a carona. (Tirei do bolso o bilhete que estava na minha cueca) e descobrir como é essa brincadeira de macho... PAULAO!

- Hahaha. To curtindo a iniciativa Rafa. Mas como você não tem 18 ainda vou ter que mudar nosso roteiro. Topa ir lá pra casa. Aproveitar que minha esposa esta viajando a trabalho e cair na piscina de novo!

- Esposa? Você é casado?!

- Casado e muito experiente. Se é que você me entende!

- E a piscina?!

- Minha casa tem piscina. Sou empresario e por isso trabalho a hora que quiser. E hoje a tarde eu to afim de fazer outro tipo de servico.

- Cara, liga essa porra e vamos logo que não estou mais aguentando!

Ele colocou a mão no meu pau e disse:

- Ta com a barraca armada. To vendo que a brincadeira vai ser divertida!

Ele ligou o carro e seguimos pra casa dele...

CONTINUA!

Autor: Rafael B.
E-mail - rafa_hotass@hotmail.com
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta