RIO DE JANEIRO, 6 DE NOVEMBRO DE 2011.


Eles me deixaram na posição de frango assado até a meia noite do dia 6.Nessa hora, um quinto Médico entrava sorrateiramente na cela.

Ele vinha trazendo um cavalo, puxando-o por uma rédea. O pênis do cavalo estava duro. Era muito maior, no comprimento, do que o dos ET`S. Na largura, era bastante grosso.

Tentei gritar, pois não queria um cavalo me penetrando, mas os Médicos colocaram uma mordaça na minha boca. Meu medo era grande.

Eles colocaram o cavalo em cima de mim. Seu abdômen batia no meu rosto e sua jeba descomunal encostava no meu cu arrombado.

O Médico que trouxe o animal soltou a rédea e foi como um sinal para ele começar. Como se soubesse o que estava fazendo, o animal meteu de uma vez só.

Dessa vez não senti nenhum formigamento, apenar muita dor. Senti a grossura dele, muito maior do que a mão do Médico.

O cavalo metia enfurecido, com muita rapidez. Não se podia acompanhar os seus movimentos. Ele subia e descia as patas traseiras, facilitando a penetração.

Queria chorar, pois aquilo era demais, mas vi os cinco Médicos completamente nus, à minha volta, masturbando os dois paus e sorrindo de prazer.

O cavalo relinchava, como se tivesse adorando meter naquele orifício quente. Depois de 30 minutos de penetração, meu cu já era um túnel. Não sentia mais tanto a dor e vi o mau pau subir. Comecei a suar e a sentir um tesão inexplicável. Supus que eles colocaram algo em mim para sentir aquele prazer.

Era muito grande. Comecei a revirar os olhos, queria tocar no meu pau. Enquanto isso o cavalo metia enfurecidamente. Meu suor era crescente e comecei a gemer. Gemi baixinho, depois de forma média e comecei a querer gemer alto demais, porém a mordaça impedia de o som sair.

Com 50 minutos de penetração, os Médicos retiraram o cavalo dali, ainda enfurecido e um deles segurou a jeba descomunal do animal e começou a masturbá-lo.

O líquido esbranquiçado não demorou a sair. Um outro Médico veio com um copo de 300 ml e depositou todo o sêmen dentro.

Um terceiro Médico o segurou, enquanto os outros dois Médicos restantes tiravam a mordaça da minha boca e metiam um funil transparente nela.

O Médico que ficou com o sêmen do cavalo veio até mim e fez menção de derramá-lo no funil. Arregalei os meus olhos e tentei me debater, em vão. Não queria beber aquilo. Sem opção, tive que beber, pois o Médico despejava pacientemente todo ele no funil, ao qual despejava na minha boca.

Era um doce salgado e doce ao mesmo tempo, difícil de definir. Depois que despejaram tudo, tiraram o funil e senti o restante do gozo ainda na minha boca.

Tentei cuspir, mas um dos Médicos fez um sinal negativo com o dedo, foi até mim, fechou a minha boca e me fez engolir tudo. Me desamaram. Saíram todos com o cavalo e me deixaram ali, sozinho e acabado.


RIO DE JANEIRO, 7 DE NOVEMBRO DE 2011.


No outro dia, fui retirado da cela e dois Médicos me levaram para um salão maior. As paredes continham azulejos brancos, lembrava um hospital.

Me colocaram no chão mesmo e apontaram para um telão enorme, em cima da parede. Nele estava escrito, em letras garrafais: “VAMOS TESTAR AS COISAS MAIS SIMPLES”.

Não entendi muito bem o significado daquelas palavras. Depois, o telão ficou escuro e um dos Médico sorriu para mim. Foi até uma gaveta e tirou duas colheres de sopa.

Aquelas de cozinha. Fiz menção de me levantar e correr, mas o outro Médico olhou para mim e fez um sinal de reprovação.

Como sabia que não tinha jeito de fugir, fiquei calmo e esperei. Ele veio com as duas colheres e se agachou perto de mim. Ficou esperando, talvez para que eu abrisse as pernas, concluí. Fazendo cara feia, levantei e deixei meu cu à mostra.

Ele sorriu e piscou para o outro Médico. Passou gel no meu cu meteu as duas colheres. Dessa vez, senti uma dor mínima e vi meu pau crescer de novo.

O Médico sorriu e mandou que eu pegasse no pau. Temeroso, peguei e comecei a punhetá-lo. Era estranho estar sentindo tesão com coisas no meu cu, mas continuei.

Fechei os olhos e fui me deixando levar. Senti o cabo frio daquelas colheres indo e vindo no meu cuzinho.

Fui descendo e subindo a pele do meu pau. Estava sentindo prazer. Dez minutos depois, ele tirou as colheres. Estava tão absorto nos meus pensamentos de prazer, que demorei a perceber que meu buraquinho estava vazio. Abri os olhos e olhei para cima.

O Médico foi até a bolsa e pegou um martelo. Veio até mim, passou mais gel e meteu. Ele estava fazendo tudo bem devagar. Pensei, ou é por que já tinha estragado meu rabo no dia anterior ou é por que como eu estava cooperando, ele decidiu ser generoso.

Meteu e fez um gesto com o olhar para que eu pegasse meu pau. Peguei e mais uma vez iniciei a punheta. Estava gostoso aquele cano grosso do martelo no meu cu.

Cinco minutos depois, ele retirou, foi até a bolsa novamente e retirou d lá um tubo grosso de desodorante. Fez o mesmo procedimento no meu cu, metendo-o por quase 20 minutos. Fiquei me masturbando.

Quando acabou, eles tiraram a roupa e punhetaram o par de picas perto de mim.

Segundo depois, jatos simultâneos de leite saíam das picas, me molhando inteiro. Tive que fechar os olhos e a boca para não entrar.

Era como uma chuva de porra. Foi tanto esperma, que meus cabelos ficaram inteiramente molhados. O líquido branco estava por todo o meu corpo.

Em seguida, eles começaram a urinar. Era amarelo, como a nossa, e também me deu um banho completo.

Incrivelmente, não sentia nojo, apenas prazer.

Bati uma punheta e segundos depois estava gozando, mas em uma quantidade bastante inferior a dos ET`S.

Autor: Julio
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta