RIO DE JANEIRO, 4 DE NOVEMBRO DE 2011.


Às 7 horas da manhã fui mais uma vez acordado. Dessa vez aos chutes. O Médico do dia anterior estava lá, me chutando. Ele me levantou, pois não conseguia me mexer.

Estava fraco. Ele me levou para uma sal mal-iluminada. Me colocou em pé. Pegou um cabo que pendia do teto e amarrou minhas mãos acima da minha cabeça.

Abriu minhas duas pernas e pegou duas cordas que saiam do chão, amarrando-as. Colocou uma mordaça na minha boca. Minha cabeça pendia. Me sentia esgotado.

Olhei para o lado e vi que o Médico começou a tirar sua blusa, sua máscara e suas calças. Ficou totalmente nu. Olhou para mim e sorriu. Viu que eu olhava, ainda horrorizado, para as duas picas do tamanho de tacos de baseball.

Ele pegou o lubrificante mais uma vez e esfregou bastante no meu cuzinho. Dessa vez, meteu sem hesitar. Até o fim! Tentei gritar, mas só saía gemidos da minha boca. A mordaça impedia do som sair. Ele tirava ate a metade e colocava tudo, nunca tirando a pica toda.

Sentia minhas pregas arrombadas mais uma vez. Senti uma vontade de vomitar e outra de defecar, mas vi que era só sensação, pois a pica que estava dentro de mim era muito grande. Foi 2 horas metendo em mim.

Quando pensei que ele ia tirar, viu que pegou a segunda pica, passou o gel e meteu sem só. Senti meu mundo rodar. Pensei que ia desmaiar, mas aguentei firme.

Meu cu estava cheio. Tanto por que tinha duas picas, como por que as picas eram bastante grandes. Tentava, em vão, fazer força para o cu abrir mais, a fim de soltar as picas de dentro dele, mas isso só ajudava a elas entrar mais.

Ele soltou a mordaça da minha boca e gritei como um louco. Gritava desesperadamente. Ele pegou quatro dedos e meteu na minha boca, mexendo lá dentro, enquanto beijava minha nuca e minhas costas. Sentia a barba rala dele no meu corpo senti um arrepio.

Enquanto ele metia os dedos na minha boca, senti a baba escorrendo, pois era muito coisa dentro da minha boquinha.

A baba escorria e sentia as jebas indo cada vez mais fundo. Me senti desesperado. Não era homoafetivo, mas respeitava a todos. Mesmo assim, queria minha virgindade do ânus de volta, o que era impossível.

Ele meteu em mim por 5 horas. Quando tirou, soltei diversos gases. Meu buraco estava totalmente aberto, sentia um vento batendo nele.

Estava totalmente esgotado. Arriei a cabeça e desmaiei.


RIO DE JANEIRO, 5 DE NOVEMBRO DE 2011.


Fui retirado da cela às 10 horas da manhã. Dessa vez, quatro médicos foram me tirar de lá. Eles eram idênticos ao Médico que me penetrava nos dois dias anteriores.

Levaram-me para outra cela. Fizeram menção de me amarrar, mas dessa vez não lutei. Estava muito fraco. Eles me deitaram de lado em uma maca, em posição fetal, e passaram mais uma vez gel. Só que dessa vez foi bastante.

Um dos Médicos meteu 3 dedos. Senti outro metendo 2 ao mesmo tempo que o outro Médico metia os 3. Senti um formigamento. Dessa vez, me surpreendi, meu pau estava endurecendo.

De certa forma, estava sentindo prazer com aquilo. Sem perceber, mais dois Médicos chegaram perto e meteram 1 dedo, respectivamente.

Estava 7 dedos no meu cu, todos os 4 Médicos metiam em mim, sorrindo. Minutos depois, tiraram os dedos simultaneamente e se despiram igualmente.

Surpreendentemente, olhei para aquelas corpos esculturais, cada um com um par de pênis, e vi meu pau ficar ainda mais duro.

Um deles continuou com as luvas cirúrgicas e aproximou-se. Pegou um tubo de lubrificante, ainda cheio, e colocou metade na própria mão e a outra metade no meu rabo.

Foi forçando a mão no meu cu e percebi imediatamente o que ia acontecer. Meu pau, que antes estava duro, amoleceu rapidamente.

Meu tesão, que estava aparecendo, foi se esvaindo. Comecei a gritar e me espernear, mas os outros três Médicos vieram e seguraram minhas mãos, minhas pernas e meu abdômen.

O Médico de luva continuou o seu trabalho. Foi forçando os dedos. Meteu 1, 2, 3, 4 e 5. Depois, tirou-os e fechou a mão, agora forçando o punho, como se tivesse dando um murro em alguma coisa. O meu cu foi cedendo aos poucos, vi que a mão do Médico ia entrando.

Eu gritava tanto que lágrimas escorriam dos meus olhos. Em segundos, a mão do Médico estava totalmente dentro.

Virei minha cabeça para trás a fim de ver melhor e avistei aquela mão lá dentro. Senti o meu cu tão arrombado quanto antes. Era uma sensação estranha.

Ele abriu os dedos lá dentro, depois fechou-os e girou o punho. Meu cu fazia um barulho, queria soltar gases. O Médico tirou a mão de uma vez só.

Os gases saíram involuntariamente do meu cu e, antes que pudesse me recuperar, ele meteu tudo de novo, dessa vez entrou mais fácil.

Gemi de novo, o meu cu estava aberto, muito aberto. O rosado dele agora ficara vermelho, pois estava alargado, arrombado.

O Médico mexeu a mão mais lá dentro e foi forçando. Entrou até perto do cotovelo. A sensação era como se fosse 4 picas daquelas dos ET`S dentro de mim.

Ele girava a mão e o braço lá dentro, explorando o meu ânus. Horas depois, ele tirou e peidei loucamente. Sai muitos gases, mesmo não querendo.

Meu cu estava arrombado demais. Eles limparam meu rabinho com uma toalha e sorriram para mim. Um deles aproximou-se e me deu um beijo na boca. Senti os seus lábios.

Eram macios e o beijo não era tão ruim. Eles me colocaram de frango assado.

Amarram minhas mãos e meus pés e me deixaram esperando. Algo ia acontecer.

Autor: Julio
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta