Essa história ocorreu entre os dias 2 a 8 de novembro de 2011. Primeiro, me apresento: Chamo-me Júlio, 22 anos, pele branca, cabelos e olhos castanhos, poucos pelos no corpo, físico malhado e 20 cm de pica.

Vou transcrever agora o que escrevi no meu diário à época do acontecido.


RIO DE JANEIRO, 2 DE NOVEMBRO DE 2011.


Acordei muito cedo, pois precisei fazer um trabalho da faculdade. Estou muito feliz. Hoje é o meu terceiro ano em jornalismo e não vejo a hora de chegar o quarto (finalmente o último!).

Às 8 horas da manhã peguei meu carro e saí para a UFRJ. No caminho, algo aconteceu. Perdi a visão por alguns minutos e quando acordei tudo era um clarão branco.

Estava nu, o meu pau de 20 cm balançando entre as minhas pernas. Estava de pé, suspenso. Em cada orifício meu estava inserido uma longa sonda: no nariz, nos ouvidos, na minha boca, na minha jeba e no meu ânus. Fiquei com medo. Tentei olhar para os lados, mas não conseguia me movimentar.

Eu flutuava, como uma bolha de sabão. Logo em seguida, percebi algum movimento. Era uma porta de metal à minha frente se abrindo. Apurando a vista, vi dois seres estranhos.

Eles eram verdes, olhos e boca alongados, miúdos, estava vestidos com uma longa tanga branca, que sobrava nos seus pés.

Tentei gritar, mas não saía som nenhum da minha boca. Eles se apresentaram; eu podia entender a sua língua. Com toda certeza, eles eram ET`S. E haviam me abduzido.

Eles falavam que queriam fazer experiências comigo e de repente vi alguma coisa subindo sobre a tanga branca deles.

De repente, eles tiraram o que estavam vestido e vi as enormes picas verdes deles. Era descomunais mesmo, como um longo taco de baseball. Detalhe, cada um possuía não um, mas dois pênis.

Eles se aproximaram de mim e começaram a mexer as sondas, com as próprias. Meu nariz coçava, minha boca ardia.

A sonda entrava e saía da minha pica, eu sentia um leve ardor. Já no meu ânus, era uma sensação estranha. Não era prazer, mas uma formigação.

Depois, eles rapidamente puxaram todas as sondas com suas mãos e eu senti que podia me mexer. Sem pensar, corri para a porta, mas eles foram mais ágeis. Me agarram e um deles meteu sem dó 3 dedos no meu cu. Senti uma dor enorme.

Pedi para pararem, mas só ele só tirou 10 minutos depois. Senti um leve vento no meu cu, quando ele tirou.

Fui colocado em uma cela e eles falaram que as experiências começariam no outro dia. Era só aguardar.


RIO DE JANEIRO, 3 DE NOVEMBRO DE 2011.


Fui acordado cedo. Dormi apenas 4 horas e ainda estava nu. Vi que não me dariam nenhuma roupa para vestir. Dois seres me pegaram a força e me levaram para uma maca.

Amarraram minhas mãos acima da minha cabeça e pegaram minhas pernas, amarrando-as em cabos que pendiam do teto. Meu cuzinho rosado e cabeludo ficou totalmente exposto.

Para minha surpresa, um homem apareceu, todo vestido de branco. Ele era como nós, seres humanos, parecia um Médico.

Ele colocou uma maleta em cima da mesa e retirou duas giletes com um creme de barbear. Passou o creme nas minhas virilhas e na parte de cima do meu pau.

Senti um calafrio. Depois, ele começou a depilar todos os cabelos que ali tinham. Não tinha muito, pois sempre aparava, mas ele retirou todos.

Em seguida, colocou mais creme de barbear no meu cuzinho e foi retirando todos os cabelos. Sentia a gilete entrar às vezes no meu cuzinho. E ardia.

Depois que acabou, ele limpou tudo com uma toalha. Ele retirou a máscara. Vi que era um homem de barba rala, olhos verdes, cabelos castanho-claros e sorriso bonito.

Ele calçou as luvas e começou a mexer no meu pau, estimulando-o. Não hesitei, mesmo não sendo heterossexual, mas minha pica foi subindo, até mostrar os seus 20 cm.

Em seguida, ele tirou a blusa branca que vestia e mostrou um físico invejável. O corpo era muito branco. Indo até a maleta, o Médico retirou um gel e passou um pouco no meu cuzinho.

Ele iniciou a penetração. Meteu 1 dedo. Ele metia e levantava o dedo lá dentro. Eu gemia, tanto de dor como de prazer. Era uma sensação estranha.

Depois, ele meteu dois. Levantava e descia, levantava e descia. Meteu 3, 4 e 5. Sentia meu cuzinho cheio.

De repente, ele tirou os cinco dedos e meteu-os na minha boca. Arregalei os olhos e senti o gosto do meu cu. Tinha um sabor diferente, um pouco amargo.

O Médico mexeu-os lá dentro, subia no meu céu da boca. Cinco minutos depois, ele retirou. Puxou suas calças brancas para baixo e foi aí que tive a maior surpresa.

Duas picas enormes, da cor de pele, saltaram de dentro. Percebei que o Médico na verdade era um ET, mas se transformou em ser humano para me enganar.

Pressentindo algo de ruim, comecei a gritar. Ele pegou uma de suas picas e passou lubrificante até a metade. Indo até o meu cu, ele meteu até a metade.

Não podia acreditar que estava perdendo a virgindade do ânus. Ele meteu, tirou, meteu e tirou. Sentia aquela pica me invadindo, quebrando minhas pregas.

Meu cu fazia um barulho estranho, como se fizesse força para dar passagem aquela jeba descomunal. Ele meteu por quase 1 hora e depois retirou.

Vi que um líquido branco escorria do meu buraquinho. Era o gozo. Meu pau estava meio mole, não consegui sentir prazer com aquilo, apenas mais uma vez uma sensação estranha.

Ele bateu no meu cu, como se estivesse grato e sorriu para mim. Vi que aqueles ET`s iam me usar. E muito. Senti medo.

Fui mais uma vez transferido para a minha cela, esperar o que viria a seguir.

Autor: Julio
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FONTE - Conto Enviado pelo Internauta