Olá, chamo-me Guilherme, tenho 21 anos, 1,80 de altura, 78 kg de peso, corpo malhado, olhos e cabelos castanhos, além de uma pica de 20 cm, branquinha e lisa. Sou do Rio de Janeiro e a história que contarei se passou aqui.

Esta história aconteceu com cincos amigos meus, na época em que ainda estudávamos (eu tinha 18 anos). Até hoje, eles não conseguiram esquecer o ocorrido. Bom, vamos às características e aos nomes deles.

Márcio tinha 18 anos, cabelos e olhos pretos, 1,70 de altura, 70kg, corpo natural, pica de 17 cm e uma bundinha branca e rosada perfeita.

Paulo tinha 17 anos, cabelos pretos, olhos verdes, 1,75 de altura, 80 kg, corpo natural (um pouco bombado), pica de 17,5 cm e uma bunda bem arredondada.

Arthur tinha 19 anos, cabelos e olhos castanhos, 1,82 de altura (o mais alto da turma), 85 kg, corpo malhado, pica de 20,5 cm e uma bunda grande, arredondada e branquinha.

Galileu era um moreno alto, 1,80 de altura, cabelos pretos caídos até os ombros e olhos da mesma cor. Possuía 18 anos, uma pica de 19 cm e uma bundinha morena e macia.

Rafael, 20 anos, o mais velho da turma. Com 1,78 de altura, olhos verdes e cabelos loiros, ele era a sensação da escola. Possuía uma pica de 18,5 cm e uma bunda carnuda e firme.

Pois bem, nós seis andávamos sempre juntos, amigos fieis e que estavam ali para o quer der e vier. Tanto, que se um estivesse passando por um momento difícil, todos os outros prontamente faziam de tudo para ajudar. E foi mais ou menos isso o ocorrido.

Arthur, por ser o mais teimoso e aventureiro, acabou se envolvendo em uma grande encrenca. Após usar drogas durante um ano, e não pagar nada a quem ele comprava, viu-se desesperado sem o devido dinheiro.

Em uma tarde de segunda-feira, nós seis, como de costume, saímos do colégio para lanchar em um local perto. Antes de chegarmos, Júlio, meu irmão, avisou que não poderia me pegar mais tarde no colégio, e acabei tendo que ir embora, perdendo a oportunidade de ficar com a galera.

A partir daí, soube de toda a história por meio dos meus amigos.

Pois bem, depois que me despedi deles, os cinco ficaram na lanchonete comendo. Após trinta minutos, mais ou menos, dois caras misteriosos chegaram em uma moto, desceram e apontaram uma arma na cabeça de Arthur.

_ Tu tem 2 dias pra conseguir a grana da droga, meu chapa! Tá entendendo?! – perguntou o cara fortão.

Assustado, Arthur balançou a cabeça.

Dado o recado, de forma rápida para ninguém no local perceber, os dois mal-encarados viraram-se para ir embora.

Os outros quatro fizeram menção de ir ao encontro deles, mas Arthur os deteve.

_ Só não sei como vou conseguir isso, caras!

_ Como tu foi se meter em uma dessas, Arthur, cara?! – perguntou Márcio, balançando negativamente a cabeça.

_ Acho que só tem um jeito de sair dessa! – disse Arthur.

Os cinco chegaram mais perto e Arthur pôde contar o seu plano: queria a ajuda dos amigos para matar os dois mal-encarados.

_ Não sei não... – disse Paulo, o mais pacífico, desconfiado.

_ E se tiver mais gente com eles? Vão nos procurar depois querendo vingança... – ponderou Rafael.

_ Nós somos amigos de verdade, fazemos tudo um pelo outro, mas essa história, não sei... – finalizou Galileu.

_ Não tem erro, caras! E não tem ninguém com eles, eu sei disso... A droga é vendida pelo cara mais fortão, o outro é só o braço direito dele... Vamos lá! Vocês precisam me ajudar... É o único jeito de me livra, sem ter que roubar ou pedir uma quantia tão grande para os meus pais!

Depois de muita conversa, todos aceitaram.

_ Temos que avisar o Guilherme! – disse Márcio.

_ Não dá tempo! Vamos fazer o serviço ainda hoje! – disse Arthur.

Por fim, decidiram não me falar nada.

Pois bem, no final da tarde, todos se encontraram na casa de Arthur. Ele tinha dito aos pais que iriam jogar futebol. Arthur tinha pego a arma que o pai guardava secretamente.

Chegando ao local da venda de drogas, que Arthur já conhecia bem, os cinco desceram do carro, guiado por Rafael e foram andando até um beco escuro.

_ Tem certeza que não vai dar merda, cara? – indagou Galileu.

Os cinco foram andando até chegar no final do beco, onde estava os dois caras misteriosos sentados.

_ E então, irmão? Trouxe a grana? – perguntou o fortão, levantando-se encarando Arthur.

Tremendo, Arthur respondeu:

_ S-Sim.

Puxando sua mão debaixo da camisa, Arthur mostrou a arma e apontou para o fortão.

_ QUE É ISSO, CHAPA? VAI ME MATAR? TROUXE ESSA CAMBADA DE BICHAS DOS SEUS AMIGOS PRA DAR CABO DE NÓS DOIS AQUI?!

Arthur não falava e antes que pudesse atirar, quatro caras fortões apareceram por trás de Márcio, Galileu, Rafael e Paulo e o seguraram pelo pescoço.

_ PENSOU QUE EU ESTAVA SÓ, BIXA?! SE ATIRAR EM MIM, TEUS AMIGUINHOS AÍ VÃO MORRER!

Arthur tremia mais ainda, até que abaixou a arma. Nessa hora, o fortão agarrou a arma da mão dele e também o segurou pelo pescoço.

_ O que a gente pode fazer com eles, turma? – falou o fortão.

_ Vai matar todos, Carlão? – perguntou o outro cara misterioso que apareceu na lanchonete.

_ Claro que não, Luís! Seria muito fácil e pouco divertido fazer isso. – disse Carlão, sorrindo.

– Vamos fazer melhor. Tragam todos para cá.

Os outros caras acompanharam Carlão e Luís para dentro do galpão, cada um segurando sua vítima.

Depois que entraram, Carlão fechou as portas e as trancou.

Repentinamente, ele tirou a blusa, mostrando o físico sarado e peitos peludos. Depois, tirou a calça e todos viram a jeba descomunal que dali pulou: 23 cm de pura pica!

_ Quem vai chupar primeiro?

Luís e os outros fortões começaram a rir.

_ Acho que esse quer ele deveria fazer as honras, Carlão. – disse Luís, apontando para Arthur.

Arthur esbugalhou os olhos.

_ Pegue cordas e amarre as mãos e os pés dele.

Luís, que segurava Arthur, tentou obedecer. Arthur se debatia violentamente.

_ Não vou fazer isso, porra! Não vou, não vou...!

Finalmente, Luís conseguiu o amarrar.

_ Muito bem, minha putinha. – disse Carlão, aproximando-se de Arthur e colocando a jeba em cima de um dos olhos dele.

Arthur virava violentamente a cabeça.

_ Não quer sentir o gosto dela? Me dá a tesoura! – disse Carlão para Luís.

Após pegar a tesoura, Carlão começou a rasgar a blusa de Arthur depois as calças, deixando ele totalmente pelado, de joelhos, com as mãos e os pés amarrados para trás.

A bunda branquinha de Arthur estava bem dura. Seu pai de 20, 5 cm adormecia calmamente entre suas pernas.

_ Agora chupa!

Carlão segurou fortemente o queixo de Arthur e forçou a entrada da pica na boca dele. A jeba entrou até a metade e Carlão foi fazendo um vai e vem gostosa na boca macia da vítima.

Arthur babava e tentava abrir a boca ao máximo para que ela não encostasse na pica de Carlão.

Trabalho em vão, pois a jeba deslizava pela sua boca, saindo um pré gozo que o fazia sentir o gostos salgado daquilo.

_ Estamos só começando! – falou Carlão, enfiando ainda mais a piroca na boca de Arthur e sorrindo para as outras quatro vítimas, que olhavam aterrorizadas.

CONTINUA....

Autor: Guilherme
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.