Depois do acontecido no sitio quando perdemos o cabaço comento o primo dele, na volta eu comecei a evita-lo sabia que não íamos parar por ali, comecei a evitar ficar sozinho com ele e a tocar no assunto sexo, logo minha família mudou de perto dele ai nosso encontros ficou ainda mais rara.

Passaram uns dois anos sem nos ver se víamos era apenas um oi de passagem, foi no casamento de meu irmão quando nos vimos novamente, estava homem um pouco mais velho mais macho, de primeira a amiga de minha namorada se engraçou com ele e fui chama-lo para minha mesa logo nossa mesa era uma das mais animada da festa, quando nosso amigo que veio com ele disse tinha que ir embora ele disseque também iria, pois estava de carona.

- Pode ficar te deixo em casa, minha amiga sorriu, e a noite continua boa.

Ao sairmos da festa deixei primeiro minha namorada em casa depois a amiga que meu amigo tacou um belo de um beijo na minha frete que até fiquei excitado. Quando cheguei na casa dele conversamos por volte uns quarenta minutos dentro do carro; falamos basicamente sobre relacionamentos e trabalho; a namorada dele tinha desistido do namoro ele tentando voltar eu estava de emprego novo e pensava em casar.

- Putz ta tarde vou embora, disse eu.

- Fica mais estava mesmo precisando conversar, vamos entrar e continuar a conversa.

- Tenho que ir dormir, hoje foi corrido tenho que descansar.

- Descansar sua casa deve estar cheia de parentes.

- Esta mesmo.

- Faz assim, dorme aqui em casa, hoje estou sozinho, amanhã acordamos a hora que quisermos.

- Assim de ultima hora sem planos.

- Vamos você toma um banho e te dou um calção para dormir. Disse ele saindo do carro. Logo eu estava atrás em casa não iria dormir mesmo estava cheia.

Entramos na sala; perguntei:

- Onde estão seu pais?

- No sitio, lembra do sitio?

- Lembro.

- Pensei que tinha esquecido e me puxou pelo pescoço e me beijo tão gostoso quanto o beijo que tinha dado em minha amiga.

- Para que é isso to indo embora.

- A noite inteira de entradas e você nada, to de pau duro deste a festa, pegou minha mão e puxou para o meio de sua pernas senti o volume e ele me beijou novamente ai eu me entreguei; Lembrei daquele cacete e fui caindo de boca, abri o zíper e puxei para fora, esta duro feito um osso tinha mudado um pouco mas continuava fino e tortinho. Ele todo vestido; social de gravata com a rola para fora pose de macho e eu na chupeta.

Subi e nos beijamos longamente enquanto nos beijamos ele foi abrido meu cinto e descendo minha calça lentamente, eu abri sua camisa chupei os mamilos que estavam duro de tesão. Tirei a roupa fique nu e ele abaixou as calça até o joelho pediu para eu sentar no braço do sofá como um cavalinho sentei de costa.

- Era assim que eu comia a safada da minha namorada aqui.

Ele puxou meu pau para traz e começo a lamber meu pau e subia um e lambia meu cuzinho eu delirava logo senti ele me cunhetando com os dedos, de repente era algo mais grosso olhei para traz ele estava me penetrando, sussurrou no meu ouvido:

- Relaxa...

Sentiu um ardor mas o tesão era mais forte ele começou a bombar lentamente e foi aumentando o ritmo, os dois gemiam de prazer. Depois de um tempo assim ele pediu sentar no sofá ai e tirou as calça mas continua só de camisa aberta agora esta colada no suor do corpo ele me fez de f ranguinho assado e agora eu via a rola entrar e sair e ele me punhetava o suor pingava, meu tesão era enorme comecei a piscar o cu na rola dele ele gemia de prazer, percebi que esta segurando o gozo ai ele tirou para fora e gozou os jatos lavaram meu peito ele caiu de cansado meu rabo ardia e ele e tremia de tesão, peguei a cueca dele e limpei meu peito o cheiro de gozo enchia a sala.

- Vamos tomar um banho.

- Eu não gozei.

- Vamos tomar uma banho, agora não tenho condições de continuar.

- Vamos depois é minha vez , ele entendeu o que eu disse.

Tomamos um banho junto nos esfregamos de pau mole a aquela piroca mole nem parecia a que tinha me descabaçado saímos do banho e continuamos nu pela casa descasamos comemos na cozinha quando terminamos eu disse - Vamos para o quarto?

- Dormir ? Sugeriu ele.

Eu sorri:

- Agora é minha vez.

Caminhamos pelo corredor ele parou na porta de seu quarto eu continuei a andar abri uma porta e disse:

- Quero aqui.

- No quarto dos meu pais.

É eles sempre desconfiaram de mim e nunca deixou eu você dormir sozinho comigo agora quero te fuder na casa deles.

Continua...

Autor: Rubens Leite
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.