Me chamo Jorge (obviamente um nome fictício) e moro sozinho em Brasília a pelo menos 5 anos.

Tenho 28 anos, 1,76cm, 64kg. Não sou do tipo "saúde", sou bem magro, detesto fazer exercícios, mas não me alimento mal. Nunca fui de sair muito, apenas costumo ir trabalhar e participar de alguns Happy Hours, por isso não ligo pra aparência. Tenho o corpo bastante peludo, uso barba e minhas roupa s não variam daquelas que estão sempre em promoção nas lojas de departamento.

Já tive algumas namoradas, mas não sirvo pra relacionamentos, por isso não tenho vergonha de dizer que quando quero sexo pago por umas putas, ou então me masturbo. O interesse por homens, nunca passou pela minha mente, até que um dia, ocorreu um episódio bastante fora do comum.

Quando cheguei do trabalho, notei que havia um bilhetinho debaixo da minha porta que dizia assim:

"Olá, aqui é seu vizinho do 302, sempre que te vejo lá embaixo, passeando com seu cachorro, não consigo tirar os olhos de você".

O bilhete dizia apenas aquilo, e, enquanto li, me senti extremamente nervoso, a palavra "vizinho" me deixou bastante sem jeito. Fiquei quase uma semana pensando nesse bilhete. Até que um dia, ouvi a porta daqui de casa bater. O que é muito estranho, já que isso nunca aconteceu sem o interfone tocar antes.

Quem mora em Brasília sabe que ou a cidade está insuportavelmente fria, ou insupo rtavelmente quente. E como era Abril, estava um calor infernal e eu usava apenas uma cueca samba-canção. Olhei pelo olho mágico, e vi um moleque usando apenas uniforme da escola.

- Só um minuto. Eu disse.

Vesti a primeira blusa e bermuda que encontrei, e abri a porta.

- Olá! Desculpa te incomodar... Eu sou seu vizinho do 302, acabei de chegar do colégio só que estou sem a chave de casa, será que eu posso esperar alguém chegar em casa aqui?

No momento em que ele disse "sou seu vizinho", senti meu corpo ficar todo dormente e meu coração acelerar bem mais que o normal.

O silêncio já começava a ficar constrangedor, quando minha primeira reação foi:

- Pow cara, não vai rolar. Eu estou de saída. - O que obviamente era mentira, já que eu estava com uma roupa toda amarrotada.

Nesse momento vi que ele também ficou bem nervoso, como se tivesse se arrependido de ter feito aquilo. Então eu logo emendei:

- Mas vamos fazer assim, eu vou ali trocar de roupa, e você pode ficar a vontade aqui, tudo bem? Quando sair só lembre de trancar a porta ok? Pode deixar a chave debaixo do tapete.

Fui para o meu quarto, coloquei qualquer roupa limpa e sai. "Tchau, tchau" eu disse. Apenas.

Fiquei quase duas horas fora de casa, até almocei em um restaurante self-service, pensando no quão estranho aquilo tudo era, mas que eu, ao mesmo tempo, parecia estar gostando.

Voltei pra casa, nem sequer apareci no trabalho...Mas ele não estava mais lá. Havia apenas mais um bilhetinho dizendo: "Desculpe pelo incômodo".

Passou quase um mês, e eu nem vi mais nenhum sinal do menino, mas ele não saia da minha cabeça. Ele era uma gracinha, parecia aqueles capetinhas do ensino médio, cabelinho enrolado, algumas marcas de espinha (normal pra idade), era quase do meu tamanho, aparentava ser bem mais saudável que eu, claro, ele devia jogar futebol todos os dias e ainda era queimadinho de sol.

O moleque de bermuda tactel e regata da escola invadia quase tod os meus pensamentos, confesso que até em uma das minhas punhetas ele surgiu com aquela carinha de safado.

Um dia, finalmente, eu cruzei com ele nas escadas... Ele com aquele mesmo uniforme, e eu, quase que como instinto, disse:

- Ei moleque! Qual seu nome?

Ele num susto, respondeu:

- Lucas (nome fictício, também).

- Você quer tomar um café? Uma cerveja lá em casa?

- Cara, café não é muito a minha... Mas uma cervejinha eu aceito. - Ele respondeu com um sorriso quase de criança.

Enquanto tomávamos algumas cervejas, íamos aos poucos nos conhecendo. Depois que descobri que ele faria 18 no fim do ano, fiquei um pouco mais tranquilo. Entretanto, já ficando sem saber o que fazer ou falar, fui buscar a terceira latinha e ele me seguiu até a cozinha.

Quando virei, ele me deu um beijo daqueles que te deixa sem ar. E sem recuar começou a pegar no meu pau, que estava tão duro como não ficava há muito tempo. Abaixou minhas calças e disse "nossa que pau grande, s erá que meu cuzinho vai aguentar?".

Realmente meu pau é grande, mas não é muito grosso, ele, porém, abocanhava com gosto, lambia inteiro, minha cabeça babava e ele tomava tudo, cheirava meus pelos, chupava minhas bolas. Olhava pra mim e dizia que sonhava com isso há muito tempo, desde antes de me mandar o primeiro bilhete. E eu gemendo de prazer comecei a foder a garganta dele até ele engasgar.

Quando isso aconteceu, pedi desculpas, mas ele levantou, e me beijou com aquele cheiro de pica na boca. Colocou meus dedos no cuzinho dele e pediu pra eu chupar. Quando eu senti aquele cuzinho depilado suando, fodi com a minha língua até ouvir ele gemer que nem uma putinha no cio.

De repente, ele me puxou e começou a andar em direção ao meu quarto, tirando toda a roupa e deixando ela pelo caminho. Até que, peladinho, ele deitou de quatro na minha cama e começou a lamber os dedinhos e enfiar no cuzinho, deixando ele pronto pra ser fodido. "Vem me foder vem Jorge, por favor".

Fiquei louco, fui pra cima dele que nem um animal, enfiei todo meu pau no cuzinho dele que já estava babado. Ele urrou de dor, pediu pra eu ir com calma, mas eu não conseguia me controlar, comecei a foder ele que nem eu nunca tinha fodido ninguém, meu corpo suava inteiro, eu puxava o cabelo dele, batia na bundinha dele e fodia fodia fodia. Ele gemia que nem uma putinha.

Virei ele de frango assado e toquei uma punheta pra ele até ele gozar. Quando chegou a minha vez de gozar, eu avisei, e ele não deixou, tirou o cuzinho do meu pau, e coloco todo na boca, como quem dizia "goza aqui". Segurei a cabeça dele e urrei enquanto sentia meu pau jorrar leite na garganta dele. E ele tomou tudo.

Nós dois caímos na cama em seguida. Eu ainda estava em ecstasy, tinha sido a melhor foda da minha vida. Perguntei se eu podia fumar e ele respondeu: "claro".

Ao acender meu cigarro, ele o roubou da minha mão, tragou e soltou a fumaça em cima de mim. Beijou-me como se tivesse realizad o um grande desejo...

Ficamos então nós dois... Aproveitando o cigarro e um ao outro. Me apaixonei perdidamente por esse garoto, e mal sabia as loucuras que ele ainda me faria cometer.

Autor: Jorge
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.