Assim que Marquinhos e Diego atravessaram mais uma porta, vestidos com cuecas pretas que possuíam um consolo na parte de trás, puderam perceber que se encontravam em uma sala imensa, iluminada por várias luzes brancas que ofuscavam a vista.

No fim da sala, Lúcio, o homossexual assumido da escola, estava preso na parede, com as duas mãos para cima bem afastadas e as pernas também. A sua cabeça estava erguida e ele ainda se encontrava inconsciente.

Lúcio era um garoto de 16 anos, pele branca, quase nenhum cabelo no corpo, pau de 17 cm e um cu de dar inveja: rosado e bem depilado.

À medida que Marquinhos e Diego foram se aproximando do rapaz a quem tanto desprezavam na escola, a voz começou a falar:

_ Vocês estão vendo na sua frente o Lúcio, aquele colega de escola que os dois e mais a turminha de amigos ofendiam. Para soltá-lo, sejam rápidos e não tremam tanto!

A voz sumiu e deixou aquela última frase no ar.

De repente, Lúcio começou a acordar e o relógio marcou 90 segundos. Paralelamente, os dois consolos que estavam dentro do cu de Diego e Marquinhos começaram a vibrar em alta intensidade, o que os fez perceber que a tremedeira que a voz se referia era isso.

Lúcio, espontaneamente, começara a gritar, pedindo para sair dali. Então, um grande funil transparente começou a descer em direção a sua boca, a té o cano se colocar dentro dela.

Agora, Lúcio parara de gritar e estava com os olhos esbugalhados, provavelmente de medo. Sem demora, um líquido branco começou a ser despejado dentro do funil, fazendo com que, vagarosamente, Lúcio bebesse cada gota do gozo ali contido.

_ Ele vai beber toda essa gala?? Ele vai mo-morre! - falava Diego, tentando se concentrar com o vibrador que se revirava dentro do cuzinho, já arrombado, dele.

_ Onde está a chave?! - perguntava Marquinhos, tentando olhar toda a sala para ver se encontrava algo. Suas pernas também tremiam com a vibração do consolo preto que estava no seu cuzinho.

O relógio marcava 60 segundos e Lúcio continuava a tomar, contra sua vontade, cada gota de esperma que caía.

_ Ali! - gritou Diego, vendo uma seta vermelha desenhada sobre as bolas de Lúcio. Ela apontava para o ânus.

Os dois correram e logo perceberam que a chave estava dentro do cuzinho de Lúcio.

Marcos observou em volta, mas desta vez não havia nenhuma mesa com lubrificante. Sem perder tempo, Marquinhos pediu para Diego cuspir no dedo dele, depois de ter feito o mesmo.

Então, pouco a pouco, Marquinhos foi enfiando o dedo no cuzinho rosado de Lúcio, para ver se achava a chave. Enfiou mais um, depois mais um e então finalmente conseguiu segurá-la. Por sorte, dessa vez não foi preciso enfiar a mao toda.

"Ele deve ter gostado." Pensou Marquinhos, deduzindo que Lúcio gostara de ter seus dedos ali.

Os olhos de Lúcio continuavam esbugalhados e podia-se ver sua garganta se contraindo toda vez que o líquido de esperma passava. O relógio marcava 30 segundos e, depressa, Marquinhos soltou os dois cadeados que prediam o rapaz. Então, o cano saiu da boca dele e as amarram foram soltas com a ajuda de Diego e Marcos.

Tossindo muito e tentando recuperar o fôlego, Lúcio cuspia sem parar, tentando tirar um pouco do muito gozo que ali entrou.

_ Não é por que sou gay que goste de tomar porra assim! - berrava Lúcio. - E o que isso significa?!

Os consolos que se mexiam freneticamente nos cuzinhos de Diego e Marquinhos também pararam de vibrar.

_ Vamos continuar. Nós temos que sair daqui logo! - pediu Marquinhos.

Os três caminharam rumo a outra sala. Antes de entrarem, um aviso os informava que Marquinhos e Diego poderiam tirar as cuecas.

Quando tirararm, viram que seus buraquinhos estavam mais abertos ainda, devido ao balanço do consolo.

_ Que loucura! - exclamou Lúcio, numa mistura de surpesa e espanto, quando viu os dois tirarem as cuecas.

Seguiram e entraram em uma sala maior do que a outra. Nessa, haviam várias televisões e uma grande cama no centro.

De repente, alguém apareceu nas várias tvs, mas o seu rosto estava coberto com uma capa preta. _ E agora chegamos ao final.

Um longo silêncio se instalou.

_ Quer dizer que podemos ir? - perguntou Marquinhos.

_ Sim. - respondeu o rapaz, cuja a voz era a mesma que comandava o jogo. - Mas antes, mais uma prova!

Os trêm se entreolharam e esperaram o resto.

_ Sob meu comando, esta fase será com certeza a melhor.

Seguiu-se mais um silêncio.

_ Atenção. Vou comandar esta fase do começo ao fim. Só falarei uma vez e se discordarem do que eu mandar, nunca sairão daqui!

Os três ficaram em silêncio.

_ Sente-se na cama, Marcos.

Marcos obedeceu.

_ Diego, ajoelhe-se na frente de Marcos.

Relutante, Diego ajuelhou-se, ficando cara a cara com a jeba de 20 cm do amigo.

_ Comece a chupar.

Diegou arregalou os olhos e tentou levantar-se.

_ Lembre-se, nunca sairão daqui se não fizerem isso! - esclareceu mais uma vez a voz.

Tenso, Diego agachou-se mais uma vez e, sob o olhar amedrontado de Marquinhos, ele colocou a cabeça do pau do amigo na boca.

Nesse instante, sem saber explicar, Marquinhos começou a se sentir estranho. Percebeu mais uma vez aquele pontada de prazer que o seu corpo concebeu.

Diego foi chupando devagar, foi escorregando pouco a pouco aquele jeba dentro da sua boca. Apesar de nunca ter chupado e não estar com tanto prazer assim de fazer aquilo, estava executando de forma exemplar.

Lúcio, sem poder evitar que o seu pau ficasse duro, observava tudo de longe.

Sem se controlar, Marquinhos pode perceber que o seu grande pau moreno começava a dar sinal de vida. Ia, pouco a pouco, ganhando forma.

_ Não posso mais... - disse Diego, tirando da boca.

_ Não tire! Continue! - oredenou a voz.

Diegou colocou outra vez o pau de Marcos na sua boca, mas desta vez estava bem mais duro. Chupou durante uns 20 minutos e no final ainda deu uma lambida na ponta.

"Fiz isso? Não pode ser..." Pensou Diego, se surpreendendo com o fato de ter lambido a cabeça do pau, como se tivesse realmente gostado.

_ Hora de treparem.

Marquinhos e Diego se olharam, tensos.

_ Pegue o lubrificante, por favor, Lúcio.

No canto da sala, uma mesa encimava um lubrificante. Lúcio foi até lá e o pegou.

_ O seu cu já está bastante preparado, Diego. Por isso, vamos ao nível máximo logo! Marquinhos, deite-se na cama.

Marquinho deitou-se.

_ Diego, sente-se no pau dele. Coloque até o fim!

Com mais medo ainda, Diego subiu na cama e olhou para o pau do amigo. Estava totalmente duro!

Diego foi se agachando e colocando a pontinha do pau no seu cu arrombado, mas ainda estava bem rosadinho. Sem perceber, Diego sentiu sua bunda tocar as bolas do amigo.

_ Ai! - gemeu Diego, talvez de dor ou de prazer.

_ Marcos, segure as pernas de Diego para cima.

Marquinhos as segurou e pode deixar o cuzao do amigo bem a mostra com o seu pauzao dentro.

_ Lúcio, suba na cama e meta lá dentro. Quero uma dupla penetração!

_ NAAAO...

Antes que pudesse terminar, Diego já avistou Lúcio subindo na cama, com o pau durasso.

_ Eu sei que você tem raiva da gente, cara. A gente te tratava mal sim... Mas não faz isso...

_ Não tenho raiva de vocês, Dieguinho, só quero comer gostoso esse seu rabao...

Lúcio foi enfiando devagar até que seu pau entrou todo.

Um vai e vem, então, começou de forma gostosa. Lúcio metia e Marquinhos também.

Lúcio tentava beijar Diego, mas este afastava a boca, apesar do outro forçar.

_ VAI! ADOREI ISSO! - dizia Lúcio, totalmente suado e metendo freneticamente.

Marquinhos estava de olhos fechados, totalmente entregue ao prazer. Nunca pensara em comer ou ter relações com outro homem, mas já estava adorando aquilo.

_ AAI... - Diego gemia baixinho, já gostando do que estava acontecendo.

_ Tirem... - Os três olharam para o lado e viram ali o homem de capa preta. Ele não estava mais na tela, mas se econtrava ali, de carne e osso.

Tirando a capa, todos puderam ver ninguém mais do que o pai de Maqruinhos.

_ PAI!!

_ Sim, Marquinhos. Eu que faço esse tipo de jogo. Sempre com pessoas como você, que são homofóbicas. Agora, aprendeu a lição.

_ O senhor é viado?!

_ Não use esse vocabulário, Marcos! Sou um respeitador das liberdades sexuais e vocês dois agora aprenderam a lição. Estão aí, completamente entregues ao prazer.

Os três ficaram calados.

_ Podem sair.

Lúcio desceu da cama e Marquinhos fez o mesmo.

_ Diego, você gostou de ser arrombado? Fale a verdade...

_ Na verdade, senti um tesao em cada fase aqui... Ate mesmo quando seu filho enfiou a mao em mim...

_ E quer mais mao no seu rabinho?

Tímido, Diego respondeu:

_ Quero...

Ficando na posição frango assado, Diego abriu bem as pernas e deixou o pai de Marquinhos enfiar aquela grossa mai ali dentro.

_ Como é gostoso! Que delicia...

Marquinhos e Lúcio obeservavam a cena e se punhetavam, não demorando muito para gozarem.

Diego, sem tocar no pau, gozou também.

_ Venham receber meu gozo. - pediu o pai de Marquinhos.

Os três se ajoelharam em frente a jeba de 22 cm do pai de Marcos e receberam felizes a grande quantidade de leite que saíra dali.

_ O senhor vai ter que me explicar melhor essa história de jogo depois, ok, pai?

_ Sim, filho. Mas não faço por mal. Quero combater a homofobia...

_ Mas obrigando os outros a receber coisas no cu e tudo o mais?

_ Não. Não são todos os que passam por aqui e reagem como vocês, gostando de fazer sexo entre homens. Percebe? Eu apenas mostro esse lado, mas é instito da pessoa se ela vai gostar ou não.

_ Tudo bem.

E finalizando, os três garotos se beijaram simultaneamente. Enquanto isso, o pai de Marquinhos ficou enfiando os dedos noz cuzinhos deles, se deliciando.

Depois desse dia, as aventuras entre entre eles ficaram constantes, mas isso será contado em breve!

Beijo de Marquinhos, Diego e Lúcio!

Autor: Guilherme
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.