Na parte 1 deste conto, vimos que Marcos era um cara moreno, 20 anos, cabelo rapado preto, olhos castanhos, braços largos e fortes, assim como o peitoral e abdômen, e possuía uma pica de 20 cm.

Pois então, Marquinhos continuava sua missão. Tentava desesperadamente restirar a chave que iria salvar o seu amigo de dentro do cu.

_ Vai logo com essa porra... Que noj o disso tudo! AI!!! - mandava e gritava Diego, enquanto o seu pau já estava a ponto de sair do lugar.

Marquinhos enfiou mais um dedo no cu. Agora eram dois e ele tentava não pensar que estava fazendo aquilo.

_ QUE DOR!!!!! - o pau de Diego foi puxado mais uma vez.

Nervoso, Marquinhos meteu logo dois dedos de uma vez no cu. Seu buraco já estava bastante aberto e não foi tão difícil entar. Agora, levantando mais as pernas, como as suas namoradas faziam para ele, Marquinhos começou a mexer os dedos lá dentro, na esperança de topar com a chave.

No seu íntimo, sentiu um certo calafrio.

O relógio marcava 20 segundos e Diego não parava de gritar.

"Vou ter que enfiar o último! Que humilhação..." Pensou Marquinhos, com vergonha de estar fazendo aquilo, ainda mais na frente do amigo.

Rapidamente, enfiou o dedão e agora estava agora com os cinco dedos lá dentro. Sentiu a chave e a puxou para fora.

Quando seu dedos saíram, mais um a vez suas pregas se soltaram e ele peidou mais um pouco.

Pegando a chave, com certo nojo, Marquinhos foi lá e soltou o amigo.

As cordas afrouxaram o pau de Diego e imediatamente ele se levantou.

Assustado, falou:

_ O QUE É ISSO?! O QUE VOCÊ ACABOU DE FAZER?!

Marquinhos apenas balançou a cabeça e deu de ombros.

_ Ele falou que é por que somos homofóbicos... Temos que aprender, sei lá...

_ É o cara dos Jogos Mortais, Marquinhos! Nós vamos morrer...! - começou Diego, tremendo.

_ Eu quero logo sair daqui... Vamos...

Pelados, com as picas balançando, Marcos e Diego seguiram por mais uma porta que se abriu por trás da sala.

Chegaram agora a uma sala simples, pequena, do tamanho de um banheiro. No centro dela estava uma bandeja com dois tipos de lubrificantes. Ao redor, várias fotos em preto e branco de homens levando a mão inteira no cu, o famoso fisting.

Sem demora, a voz voltou novamente:

_ Marc os, você já passou por isso... Já teve que levar uma jeba de 30 cm no seu cu, teve que enfiar os cinco dedos da mão no seu buraquinho... e o seu amigo? Vai ficar somente na moleza também?... Para abrir a próxima porta, você terá que enfiar o punho no cu do seu amigo Diego ou então ficarão presos aqui para sempre! Olhem para as fotografias e façam rápido!

A voz sumiu e os dois se olharam com expressões assustadas.

_ NÃO... POR FAVOR...

Diego olhava assustado para Marcos, com os olhos totalmente abertos em sinal de espanto. Implorava como se o amigo pudesse fazer algo.

_ Ele não vai ter coragem de nos deixar aqui para sempre... Alguém vai nos achar... - mumrmurava Marcos, desorientado.

O cronômetro já tinha começado a contagem. Dessa vez, teriam 2 minutos.

_ Tudo bem, Diego, realmente tive que passar por essas humilhações que ele falou... Vamos fazer isso rápido...

_ SAI DAQUI! NÃO VAI FAZER NADA NO MEU CU NÃO, CARA...

Ne ssa hora, Diego começou a correr, tentando fugir de Marcos, apesar deste não forçar nada.

_ Não temos escolha, cara... - Marcos começou a dizer.

Quando Diego encostou-se perto do canto de uma das paredes, parando de correr, o chão começou a subir rapidamente e dois braços mecânicos saíram de de cima do teto agarrado os braços do rapaz.

_ ME SOLTA! MARCOS, CARA, ME AJUDA!!

Agora, Diego estava um pouco acima de Marcos, como se estivesse em cima de um palco. Suas mãos ficaram presas pelos braços mecânicos. Marquinhos esprou um pouco, temendo que aquilo fosse algo, mas concluiu que a voz deveria saber que Diego fugiria. Então já tinha criado essa armadilha para segurá-lo.

O cronômetro marcava 1 minuto e meio. Sem demora, Marquinhos pegou todo o tubo de lubrificante e espalhou na sua mão. O outro tubo, derramou inteiramente no cu de Diego.

_ PARA, MARCOS, PARA AGORAAAA!!!

_ Desculpa, Diego, cara, mas nós queremos sair daqui ... E eu já tive que passar por duas coisas terríveis como essa...

Metendo um dedo no cuzinho branco e lisinho de Diego, Marcos pode ver que ali estava bastante apertado. Estava sentindo total angústia de ter que meter o seu dedo em outro cara.

_ NÃO!! NÃO!! NÃO VOU AGUENTAR SUA MÃO, IMBECIL!!! - Diego gritava, berrava, chingava e balançava as pernas para tentar evitar.

Marquinhos pegou a mão desocupada e tentou segurar uma das pernas do amigo. Agora, meteu três dedos logo, pois o lubrificante estava ajudando, apesar do cu de Diego ser apertado.

"Realmente, não sei como ele vai aguentar minha mão toda..." admitiu Marquinhos para si, constatando que sua mão era grande demais.

Os cinco dedos já tinha entrando. O crônometro marcava 1 minuto.

Desesperado, Marquinhos olhava para as fotos, tentando buscar alguma referência de fazer aquilo doer menos no amigo. Nunca tinha feito fisting em ninguém.

Observando uma foto em especial, Mar cos pode ver que o cara tinha rodado os cinco dedos lá dentro, talvez isso ajudasse um pouco.

Fazendo o que viu, Marquinhos rodou os cinco dedos lá dentro e começou a forçar.

_ POR FAVOR!! - sem forças para se debruçar, apenas ficando quieto para que doesse menos, Diego chorava desesperadamente.

Marquinhos foi fazendo um vai e vem com as mãos, metendo os cinco dedos no cuzinho lambuzado de Diego e retirando.

O cronômetro marcava 30 segundos.

Marquinhos meteu novamente e foi forçando a mão inteira.

_ PARA, PA...

Antes que Diego pudesse falar o restante da palavra, Marquinhos meteu a mão de uma vez só. Diego ficou mudo, com uma expressão de total espanto.

O relógio marcava 15 segundos.

"Não vai dar tempoo..." Pensava Marcos.

Agora, foi enfiando o braço até sentir a chave na sua mão. Enquanto escorregava o enorme braço lá, Marquinhos sentia que o cuzinho de Diego era quente e notava que as pregas daquele cu palpitavam. Estava com certo dó do amigo.

Assim que sentiu o aspecto da chave, agarrou e restirou rapidamente o braço. Quando saiu, Marcos ficou horrorizado com o buraco que ficara no cu de Diego.

Foi até a porta e a abriu. O relógio marcava 1 segundo.

O chão desceu e os braços mecânicos soltaram Diego. O garoto caiu no chão, ainda com os olhos esbugalhados e fixos em algum lugar.

Marcos sentou-se perto dele, abraçando-o.

_ Desculpa, cara, desculpa... - disse Marquinhos, chorando e abraçando o amigo com força.

Diego também chorava.

_ Temos que continuar...

Diego levantou-se, sem dizer nada, tropeçando.

Fazendo o mesmo que Marquinhos, Diego colocou levemente a ponto do dedo no cu e viu que ele ficava folgado ali. Tinha arrombado mais do que o cu de Marcos.

Os dois atravessaram a porta e logo viram dois cabideiros. Cada um potava uma cueca preta, mas dentro dessa cueca tinha um pênis de borracha de 18 cm.

_ Depois do que vocês passaram, isso não é nada! Vistam-se.

Os dois obdeceram e pegaram a cueca, vestindo.

_ Que loucura! - disse Diego, quando enfiou completamente o pau de borracha no cu arrombado.

A cueca deixava a pica dele à mostra.

Atravessaram a próxima porta e seguiram para a fase seguinte.

CONTINUA...

Autor: Guilherme
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.