Olá pessoal, me chamo Guilherme, moro no Rio de Janeiro e já escrevi vários contos aqui no site.

O conto de hoje aconteceu com o Marcos, conhecido como Marquinhos na cidade onde mora, São Paulo. Marquinhos tem 20 anos, pele morena, 1,80 de altura, braços e corpo forte, barriga altamente sarada, cabelo rapado preto, olhos castanhos e uma pica de 20 cm. Marquinhos é um verdadeir o tesão.

Considerado heterossexual, Marcos chegava até a ser homofóbico:

_ Vai virar homem, sua bicha! - dizia Marquinhos quando Lúcio, um homossexual assumido da escola, passava na sua frente.

_ É isso aí, cara! - apoiava Diego, o fiel amigo de Marquinhos.

Certo dia, após sair da escola, Marcos chegou em casa, acompanhado do amigo Diego.

Diego era um rapaz, cabelos lisos e olhos castanhos, abdômen e peitoral sarado, mas não muito, branco e possuía um dote de 19 cm.

Assim que entraram, o pai de Marcos falou:

_ Não vão estudar não, rapazes? Estão no terceiro ano, época decisiva... Marcos, não esqueça que você já repetiu três vezes essa série!

E era verdade. O rapaz já tinha feito o terceiro ano do ensino médio três vezes consecutivas.

Sem dar ouvidos ao pai, Marcos subiu para seu quarto acompanhado de Diego.

_ Babaca, meu pai...

Assim que fechou a porta do quarto, já com Diego dentro, Marquinhos foi surpreendido por um homem nu, cheio de pelos no corpo, mascarado com um cara de porco, atrás da porta.

Sem dizer nada, o homem pelado aplicou uma injeção no braço de Marquinhos e Diego, o que os fez apagar instantaneamente.

Pouco a pouco, Marquinhos foi retomando a consciência. Enquanto abria os olhos, via que seu corpo escultural estava totalmente sem roupas, seu pau balançava suavemente, meio-bomba. Estava em pé, com as pernas abertas, amarradas no chão e as suas mãos ficavam também amarradas acima da sua cabeça.

Sem dar tempo para ele pensar, uma voz grave e chiada saiu de um megafone preso perto daquela quarto escuro.

_ As luzes estão se acendendo, Marcos... Ou melhor, Marquinhos...

A voz lembrava-lhe aquele boneco do filme "jogos mortais", o que o fez concluir imediatamente que estava em um tipo de armadilha.

Na medida em que as luzes se acendiam, Marcos pôde ver que estava dentro de uma sala completamente branca.

_ Nesse jogo, vamos testar o seu preconceito. Durantes anos, você e a sua turma zombaram dos homossexuais e o que promovo aqui é uma espécie de arrependimento... Não se preocupe, por que todos os homofóbicos que aqui passaram mudaram completamente a sua opinião a respeito dos gays... Você está preso e terá que se soltar antes que...

Sem terminar de falar, a voz grave esvaiu-se e imeditamente dois blocos de madeira começaram a surgir sobre os pés de Marcos, elevando o seu corpo, como duas pernas de pau.

_ Me tira daqui! - debruçava-se Marquinhos, fazendo a sua jeba balançar agressivamente para lá e para cá.

Em seguida, um relógio grande digital começou a marcar 60 segundos. Olhando para cima, Marquinhos avistou uma chave e viu que tinha de pegá-la para se solatr.

Quando começou a tentar alcançá-la, uma porta se abriu do chão e um consolo de mais ou menos 30 cm começou a emergir de lá.

_ Não! NÃOO!!

Marquinhos tinha entendido que se não pegasse a chave a tempo, o consolo ia entrar pouco a pouco no seu cuzinho moreno e com poucos cabelos.

Fazendo um esforço, Marcos tentava alçancar a chave. Tentava ficar de ponta de pé o máximo que podia.

Enquanto isso, o relógio já marcava 40 segundos e o consolo preto já estava encostando nas bolas de Marquinhos.

_ Vem logo, chave! - implorava Marcos, quase chorando, tentando subir ao máximo as mãos para pegar a chave.

O consolo subia mais e quando Marquinhos estava perto de pegar a chave, sentiu a pontinha molhada daquela jeba preta encostar no seu cu. Em seguida, pode sentir o consolo rasgando sua pregas, seu cuzinho moreno estava sendo arregaçado, completamente entregue aquele consolo.

_ NAAAAO!

Ele sentia o molhado, por que a jeba preta estava com lubrificante, mas gritava, além da dor, por que não queria perder a virgindade do cu. Não queria ser "gay".

Tentando ao mesmo tempo afastar a dor e o preconceito, ele subiu ainda mais as mãos e finalmente conseguiu pegar a chave.

O cronômetro marcava 25 segundos e o consolo já estava quase na metade do cu dele.

_ Ai, isso ta doendo!...

Marquinhos suava, sua testa estava molhada. Tremendo, pegou a chave e começou a abrir as amarras.

Se alguém estivesse vendo por trás, podeia observar que o consolo entrava rasgando o cu dele, fazendo um grande túnel naquele buraco moreno.

O relógio marcava 10 minutos, o consolo já tinha entrando 20 cm e finalmente Marquinhos conseguira se desamarrar. Quando soltou as mãos, o consolo começou a sair do cu dele, voltando para debaixo do chão, de onde veio. Simultaneamente, os blocos de madeira também desaparecia, fazendo Marcos voltar ao chão.

Enquanto a jeba preta saia, Marcos sentia um calafrio e quando finalmente o cu dele se viu livre do consolo, ele pode ficar mais calmo.

Ainda tremendo, muito nervoso, Marquinhos foi encostando o dedo pouco a pouco perto do cu, para ver o estrago. Notou que o buraco que ali ficara tinha sido enorme e, sem se controlar, começou a soltar gases sonoros.

Tentando ficar de cócora, Marquinhos soltou mais peidos ainda, aliviando as pregas, já que essa tinha sido a primeira vez que recebia algo no cu.

Algum tempo depois, uma porta se abriu ali.

Olhando para os lados, esperando, talvez, alguma roupa, Marquinhos seguiu pelo caminho estreito.

_ O que é isso...?

Indagava-se Marcos, seguindo pelo labirinto mal-iluminado. Ele acompanhava a trilha feita de tinta vermelha que existia no chão.

Enquanto caminhava, ainda passava a mão pelo cu, tentando também retirar o resto de lubrificante que ficara nele.

Chegando a uma porta grande e escura, encimada por uma placa de "ENTRE", Marquinhos a empurrou e entrou.

Estava, agora, em uma sala iluminada por uma lâmpada amarela, cheia de grades velhas. No fim do local, pôde ver Diego, o seu fiel amigo, amordaçado por alguns pedaços de panos velhos, também completamente nu.

O pau de 19 cm de Diego, branquinho, com a glade para fora, estava arregaçado para baixo. Por vez, Diego encontrava-se sentado, com as mãos amarradas para trás e os pés amarrados no chão. O pau estava puxado para baixo, com cordas que o esticavam para lá.

O rapaz apenas murmurava, se debruçando.

_ Calma, cara!... - dizia Marquinhos, nervoso, indo tirar a mordaça da boca do amigo.

_ QUE PORRA É ESSA, MARCOS?! - gritou Diego.

Antes que alguém pudesse falar mais alguma coisa, a voz grave e chiada falou novamente.

_ O seu amigo Diego está com o pênis amarrado para baixo. Para soltá-lo e evitar que esta corda estique demais o pau dele, pegue a chave e desamarre-o!

A voz sumiu e Marquinhos avistou imediatamente um raio-X. Nele viu sua coluna vertebral, mais precisamente o seu cóccix. Lá estava a chave.

_ Não... - murmurou Marcos, baixinho.

Sem saber como iria tir ar a chave de dentro do seu cu, Marcos viu um tubo de lubrificante ao lado do raio-X.

_ Desgraçado!

Marcos notou logo que queriam que ele enfiasse os dedos no cu e retirasse a chave.

_ AI!!! - gritou Diego.

Marcos virou-se. Viu que o cronômetro marcava 60 segundos novamente e o pau do seu amigo começava a ser puxado para baixo.

_ FAZ ALGUMA COISA LOGO! - gritou Diego.

Desesperado, Marcos deitou no chão, abriu as pernas, pegou um pouco de lubrificante e meteu um dedo.

_ Talvez o buraco que o consolo deixou no meu cu ajude a não sentir tanta dor.

Sob o olhar assuatado de Diego, Marcos continuou sua desesperada missão.

CONTINUA...

Autor: Guilherme
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.