Ele era um homem que deveria ter os seus 45 anos barba e cabelos que começam a ficar grisalhos uma voz firme e autoritária seu corpo peludo e forte, tonificado pelos anos de trabalho na construção civil, era mestre de obras, cargo que demorou a conseguir.

Eu poderia sentir tesão nele se não fosse um demônio. Meu deus como ele era ciumento e possessivo, brigava muito com minha mãe, por isso eu odiava ele com todas as min has forças. Cada gesto, cada fala até o seu sorriso me irritava profundamente. Tal qual a madrasta malvada dos contos, ele era a versão masculina. De tudo o que mais me irritava era quando ele bebia, adorava cachaça, tinha nojo daquele cheiro que ficava no ar, o pior é que bebia e ficava mil vezes mais insuportável.

Ai ele começava a soltar piadinhas pra mim, falar do meu cabelo, da minha roupa, do meu jeito de falar e me chamava de viadinho pelas costas. Eu briguei muito com minha mãe por causa dele, chegava a chorar de ódio. Até que um dia ele fez uma coisa tão terrível que me fez sair de casa. Eu era um garoto tinha 15 anos, hoje tenho 24, nem sabia o que eu queria direito da vida, ele tinha bebido muito naquele dia e a minha mãe não estava em casa, havia arrumado um emprego em casa de família e tinha que dormir lá.

Estava na sala assistindo a novela quando ele chegou, nem se aguentava em pé, eu já fiquei logo irritado, mas não falei nada. Ai ele sentou no sofá do meu lado e mandou mud ar de canal, meu sangue ferveu, falei com raiva que não ia mudar de canal porque estava assistindo a novela, o chamei de bêbado nojento e mandei-o ir dormir.

Ele ficou com raiva e disse que era pra eu respeitar ele, estava com ódio daquele bêbado asqueroso e joguei o controle na cabeça dele. Acertei e cheio, ele ficou furioso disse "agora você vai ver seu moleque".

Eu me levantei do sofá e sai correndo para a porta dos fundos, ele me alcançou na cozinha, com um soco nas minhas costas, eu cai no chão sem ar, ele tirou o cinto da calça e começou a me bater muito e me xingava, chamava de bixa, até que ele parou de me bater e veio pra cima de mim disse "agora você vai ver, vou te ensinar uma coisa, pra você aprender a ser homem!".

Senti o peso dele em cima de mim eu era magrinho, um garoto franzino, por mais que eu lutasse não podia me defender, os vizinhos já estavam acostumados com a gritaria das brigas dele com minha mãe, acharam que foi só mais uma.

Ele puxou meu short e me deixou nu, abriu a calça e empurrou o pênis dele com toda a força em mim entrou rasgando, eu gritei tão alto que perdi a voz, gritei até ficar roco chorei muito, enquanto eu o sentia me rasgando por dentro, até que ele terminou. Ficou em cima de mim alguns segundos, se levantou e saiu porta afora.

Eu fiquei chorando no chão por mais ou menos uma hora até que me levantei, tinha o cheiro nojento dele em mim, fui tomar banho não conseguia me limpar direito porque a dor era muito grande meu anus tava em carne viva doía e sangrava.

Peguei minhas poucas coisas e fui embora, sem destino enquanto eu chorava pelas ruas, resolvi deixar a cidade de Ribeirão Preto e ir tentar a vida em São Paulo.

Autor: André
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.