Como era de esperar, Clayton acabou se estranhando com o motorista e partiram para a briga.

O motorista não era Renato, logo, não apanhava calado. Pode-se dizer que a briga terminou em "empate técnico", quando a turma do "deixa disso" interferiu.

No dia seguinte, quando Renato se preparava para ir embora, como sempre o último a sair do escritório, foi surpreendido pelo boy e empurrado pelo peito de volta para a sala.

- E então, já demitiu o palhaço?

- Ele... Ele já está de aviso...

- Que porra de aviso o caralho, foi a resposta que o empresário ouviu, seguida de um sonoro tapa na cara que mais uma vez o derrubou assustado no chão. Sem perder tempo, Clayton o agarrou pelo colarinho levantando de uma vez, encarando-o com ar de raiva.

- Ele ainda tá na garagem. Você vai até lá agora e fala prá ele não aparecer mais aqui a partir de amanhã! Vou marcar no relógio, se você não estiver de volta em 10 minutos eu vou lá embaixo te buscar debaixo de porrada!

Mal terminou de falar, atirou o chefe pela porta afora, quase jogando-o de novo no chão do corredor. Vendo-o correr para cumprir suas ordens, o boy sorriu satisfeito, constatando até que ponto já domina aquele grandão.

Em menos de 10 minutos, Renato retorna meio ofegante a sala. Pelo seu aspecto, deve ter corrido bastante para cumprir o prazo determinado. Clayton encara-o c om firmeza e pergunta:

- O otário não volta mais aqui né?

O patrão, ainda tremulo, faz que não com a cabeça. Clayton abre um sorriso e segura o loirão pelos dois braços, fazendo-o se encolher um pouco amedrontado. Mais uma vez tomba seu corpo até a altura do beijo e começa a enfiar a língua grossa na boca do submisso, que vai sentindo seu corpo amolecer enquanto geme nos braços do macho.

Interrompendo o beijo, o negro encara seu passivo com um sorriso, pega firme em sua bunda e mais uma vez o conduz ao sofá, testemunha de tantas trepadas. O empresário segue dócil o comando do garoto, que vai deitando-o com carinho, sempre com beijos selvagens. O tesão torna o boy agressivo e um pouco violento, mas a esta violência o outro já se habituou, e na verdade o excita.

Mantendo Renato indefeso debaixo de si, Clayton começa a tirar suas roupas. Mais uma camisa que se rasga, com a violência que o boy a arranca do corpo grandão do empresário, que solta um gritinho assustado. O macho não resiste àqueles mamilos rosados, no peito macio e branquinho do parceiro. Cai de boca, sugando com força, fazendo com que ele se contorça no sofá, gemendo frágil, os braços presos pelos punhos, seguros por aquelas mãos negras e fortes. Descontrolado pelo tesão, Clayton mais uma vez utiliza apenas uma das mãos para imobilizar Renato e, liberando a outra, lhe dá um tapa na cara, deixando-o ainda mais mole.

Com firmeza, o boy lhe arranca os sapatos e as meias, puxando em seguidas as calças juntamente com a cueca. Interrompe tudo para olhar aquele corpão grande, branco e indefeso debaixo de si. Segura Renato com firmeza pelos cabelos e o puxa para o chão, deixando-o de quatro.

Já nu, com seu corpo magro e definido e o pau em riste, monta no loirão, criando aquele contraste que tanto o excita: O corpo pequeno e negro dominando aquele homem grande e branco. Seguem-se as pistoladas no loirão, que só geme, coberto feito uma cadela, ou uma égua.

Não satisfeito, Clayton segura -o firme pelos cabelos claros e cheios, forçando-o a se levantar.

Sem tirar o pau de dentro, faz o empresário andar até a parede, onde o prensa com agressividade, seguindo com o ritmo frenético da meteção. Renato sente as pernas bambas, mal podendo se manter de pé. O moleque dominador mais uma vez o faz caminhar engatado com o pau no seu cu, e o debruça sobre a mesa de trabalho. Continua a meter, dizendo em seu ouvido:

- Toma pirocada do seu macho viado. Não é disso que você gosta, um macho sacana te comendo? O loirão só geme, algumas vezes solta um grito com uma estocada mais profunda. Desde que começou essa história com o boy que não goza com o pau duro. Sente sempre seu cu umedecer, num gozo anal, e a porra escorre do seu pau mole. Ainda bem, porque Clayton jamais admitiria ver o pau duro daquele que considera sua fêmea.

Com urro de leão, o ativo mais uma vez goza abundantemente dentro de Renato. Ao soltá-lo, ele desaba no chão, totalmente amoleci do. Sem pensar nisso, o negro pega seus cabelos, coloca-o de joelhos para a limpeza do pau.

Satisfeito, o boy começa a catar suas roupas e vestir. Olha para o passivo, que ainda não conseguiu recuperar totalmente as forças e está ofegante no chão, a porra escorrendo pela sua bunda. Clayton pega seus cabelos novamente e levanta seu rosto. Dá uma encarada e diz: - Não esquece de fechar tudo viu chefinho.

Novamente encerra a cena com um beijo selvagem, seguido de um tapa na cara do frágil parceiro, que permanece ali, de joelhos, enquanto o boy sai batendo a porta.

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Autor: Augusto Treppi
E-mail - augustotreppi@gmail.com
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FONTE - Conto enviado pelo internauta.