Recebi alguns emails solicitando a publicação de algum conto.

Enviar Quem acompanha meus relatos, sabe, que procuro escrever apenas histórias que realmente aconteceram, logicamente, quando não acontece nada, não há nada a ser publicado.

Bem estou aqui com mais um de meus contos.

Há mais de um ano e meio, logo após as minhas primeiras publicações, recebi um convite no meu msn, de um cara aqui mesmo da Paraíba.

Batemos altos papos, o cara me pareceu muito legal, era também divorciado, pai de um menino e novamente noivo.

Ele falou que bateu altas punhetas lendo minhas histórias, porém, sabia que infelizmente não poderia rolar nada pois ambos éramos ativos.Decidimos ficar amigos, ele me passou o endereço do seu orkut, e eu após conhecer e confirmar que o cara era mesmo muito discreto (apesar da voz nasalizada), decidi também repassar o meu orkut (na época eu tinha), e apesar de não ser bonito (nem feio), e não ser fisicamente nenhum deus grego, despertei grande interesse no meu mais novo amigo.

Nossa amizade ganhou forças, passamos a nos falar com frequência e sempre com muito respeito, trocávamos experiências da vida, dificuldades do casamento, desejos e aventuras extra-conjugais. E havia uma cumplicidade grande no que vivíamos e sentíamos.

Um dia nessas conversas ele soltou que entrava no galaxia apenas para encontrar meus contos, e quando os encontrava batia muita punheta. Queria muito tomar umas cervejas comigo (vale a pena ressaltar que ele não é da capital e eu sim), mas, só em imaginar que eu poderia querer fuder o cu dele desanimava.

Lembro que eu respondi que o respeitava e que sua amizade era muito boa, porém,vacilando/permitindo eu fodo sim. No entanto, ele não seria o primeiro e nem o ultimo amigo que eu quis fuder e nunca nem falei para não perder a amizade.

O tempo passou, minha filha nasceu, liguei para os amigos avisando, inclusive a ele. Semanas depois ele me manda um recado (numa terça-feira) perguntando como estava minha filha? Liguei de volta, ele me falou que estava em João Pessoa.

Eu falei que assim que houvesse uma oportunidade ligaria marcando um encontro para enfim nos conhecermos.

Numa quinta-feira santa, liguei para ele perguntando como faríamos para nos encontrar, ele me fala que estava em um apartamento de veraneio na praia de Cabo Branco com seus familiares e que poderíamos tomar umas na piscina do prédio.

Marcamos dele me pegar no shopping. Cheguei em sua casa, conheci sua família (gente muito boa), pegamos uma garrafa de rum,refrigerante e alguns petiscos e fomos a piscina. Sentamos numa mesa, colocamos um som legal e falamos de tantas coisas, com uma leve impressão de que não estávamos falando sobre nada, pois o que realmente queríamos falar, não falávamos.

Como dizer a um outro cara também ativo que estava com tzão? Quem iria ceder? E se nenhum estivesse disposto a ceder, para quê falar?

Finalmente depois de tomas umas, criei coragem e soltei que estava há muito tempo sem fuder um cu, e que quando vi sua postura de macho discreto me bateu o maior tzão de fuder o cu dele, disse também que sabia que a possibilidade era remota, mas não poderia deixar de falar.

Ele falou que também estava com um tzão muito grande, antes de me pegar no shopping precisou bater umazinha para manter o controle.

Ainda expressou sua insatisfação com o fato de saber que eu não sou passivo e que também não tinha como ele o ser,não curtia mesmo.

Falei a ele que nem por dinheiro algum eu seria passivo, primeiro por não curtir, segundo por ter hemorróidas, e quem tem esse tipo de problema sabe que é difícil até fazer as necessidades fisiológicas, imagina ser invadido por um caralho.

Enfim, falei para ele que havia marcado com outros amigos de toma umas na praia e que não poderia deixar de ir, porém, se ele estivesse afim de continua o papo, poderíamos marcar de tomamos uma em algum lugar a noite toda. Ele mostrou grande interesse.

Já a noite, ele me pega ainda na praia e fomos terminar de bb em minha casa, eu estava mais bêbado que ele, não havia parado.

Chegando em minha casa, coloquei um DVD musical e tome rum. Não me pergunte quem iniciou a sacanagem, eu não lembro, recordo apenas de já estamos falando sobre nossos paus duros.

Ele me pergunta: tu num curte nem sarro, pois dar o cu eu não dou mesmo, mas to com maior tzão em tu?

Na secura que eu estava falei: curto sim, menos beijo.

Nisso ele pega no meu pau, e diz:Faz tempo que tu quer que eu faça isso né?

Respondo: claro, sim.

Uma coisa era verdade, eu estava mais bêbado que ele,falei que não estava com condições de agir, preferia que ele conduzisse os amassos.

Nisso, ele tira sua bermuda, tira a minha, e de cuecas mesmo ele começa a sarra o cu no meu pau dizendo palavrões e que iria me deixar maluco, só não iria deixar fuder seu cu.

Seguro a bunda dele, tiro sua cueca, ele tira a minha e continua sarrando no meu pau, procuro a entradinha do seu cu com o dedo, ele sempre repetindo que não iria deixar fuder.

Me chamava de puto, gostoso e outros palavrões que nem lembro, talvez querendo me excitar mais e mais.

Repetindo insistentemente que eu não iria fuder e eu não dizia nada, o cara já havia me dito que não dava, sarra meu pau no seu cuzinho já era ouro para um primeiro encontro.

Ele segura meu pau, junta com o dele e diz: bate uma para nós dois, sem frescura, coisa de macho, só entre a gente.

Achei justo, e mesmo não gostando de assim fazer, não seria a primeira vez que pego no pau de outro cara num amasso, nunca chupei, nem fui passivo, mas pegar, peguei sim.

Do nada, ele me pedi uma camisinha. Pensei comigo mesmo: para quê, eu não vou ser passivo, ele diz que também não.

Meu pensamento foi logo interrompido com a frase: Estou com muito tzão, hoje eu vou dar pra você.

Caralho! Como sou sortudo! Estava por satisfeito e ele completou a noite. Fui buscar a camisinha e na sala mesmo comecei a penetrar aquele tão desejado cuzinho.

Ele me pediu calma, em seguida pergunta se não há nada para lubrificar.

Levanto e vou pegar hidratante corporal, passo no meu pau e na entrada do seu orifício, posiciono e mando para dentro, ele segura minha cintura com força, controlando meus movimentos, depois começa a relaxar, e inicia uma punheta.

Não demoro a gozar,e sou seguido por ele. Foi muito bom! Ele me diz que naquele momento estava querendo aquilo e não se arrepende, porém dar o cu não é gostoso, o contexto sim foi gostoso, a penetração em si não.

Falou também que sabia que eu estava me sentindo poderoso, tipo: te fudi macho! Falei a ele que não me sentia poderoso, me sentia especial, por ele ter resistido tanto e ter liberado pra mim.

Nunca fui passivo, sei que não é fácil ser, nunca me sentiria poderoso por fuder um amigo que me diz não ser passivo e que confiou em mim.

Decidiu ser passivo para me agradar, por sentir tanto tzão por eu a ponto de ceder para ter um contato mais intimo comigo.

Isso não é poder, isso é carinho.

Autor: Josepy Silva
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