Sou casado e tenho 50 anos. Sempre pensei em transar com outro macho, porem nunca tive coragem.

Um belo fim de semana fiquei sozinho em casa e corri para o computador para acessar a web.

Adoro teclar vestindo fio dental da minha mulher, entro nos chats e me faço uma fêmea nas salas gay. Sempre uso uma máscara pra evitar problemas.

Mostro minha bunda para qualquer macho que me deixe ver sua rola dura. Naquele dia, coloquei um fio dental de bolinha preto e branco e cai na gandaia. Após alguns minutos, a campainha da porta toca e eu coloquei um calção por cima do fio, tirei a máscara e fui ver pelo olho mágico quem era.

O zelador estava porta para recolher o lixo. Abri a porta e fui pegar o saco de lixo. Quando voltei o zelador, que era um negro de quase dois metros estava com o sorriso cínico na cara. Perguntei:

- O que foi Cícero?

- O sr está usando calcinha!

Não sei como ele conseguiu ver, acho que o calção era muito fino.

Quase tenho um troço, puxei ele pra dentro do apartamento e disse:

- Olha aqui seu porra, se você contar pra alguém eu te mato.

- O sr. quer ver meu pau???

A pergunta me desarmou todo. Olhei para ele. Era um negro alto e forte, não era bonito mas o volume por baixo da bermuda de brim me fez tremer.

Peguei ele pelo braço para o escritório que tinha o computador e que estava com o ar ligado.

Me sentei na cadeira e pedi:

- Mostra te pau vai.

O cara abriu o ziper e botou pra fora uma cobra preta que parecia uma mangueira de tão grossa e grande.

- Pega nela pra sentir.

Segurei a bicha e senti um prazer terrível. Fiquei tocando e comecei a sentir a bicha pulsar. Segurei com mais força e fiz o movimento de punheta. A rola começou a crescer na minha mão, ficou mais preta e mais grossa. Senti uma incrível vontade de colocar aquela mangueira na boca.

Antes porém tive uma idéia que me deixou com mais tesão. Coloquei a máscara, tirei o calção e fiquei novamente de fio dental. Enquanto isso continuava a masturbar o pau de Cícero que já estava enorme e duro feito rocha.

Entrei numa sala de bate papo e convidei um macho pra assistir uma sessão de boquete. Apontei a câmera para a rola de Cícero e continuei a masturbar coma as duas mãos. Me ajoelhei na frente daquele monumento ao tesão e começei a lamber o saco cheio de pentelhos e todo enrugado. Aos poucos fui subindo pelo pau do macho e cheguei à cabeça. Já tinha um pouco de porra escorrendo, mas não liguei cai de boca e consegui chegar até a metade do membro.

O Cícero estava de pé, mas quase não se aguentava. Contiuei de joelhos e sendo filmado diretamete para o chat. Minha boca subia e descia naquele pau vigoroso, duro e grosso. De repente um oceano de um líquido azedo e quente inundou minha boca. Tirei um pouco a boca e vi porra sendo ejaculada com força de dentro daquele membro negro e reluzente.

Um jato terminou batendo no meu peito, continuei mamando e sentindo o gozo de Cícero invadir minha boca, minha garganta. Parei e me levantei. Fiquei de costas e coloquei o memr ainda duro de Cícero entre minhas nádegas e fiquei roçando. Peguei a mão de Cícero e fiz ele bater uma em mim.

Enquanto rebolava no cacete todo melado, melando minha bunda e o fio dental da minha mulher, Cícero fungava no meu pescoço e batia uma punheta em mim. Não demorei muito, um jato grosso e quente deve ter chegado na mão de Cícero, no que eu rebolei mais ainda com o pau dele no meio da minha bunda, só que agora tava quase mole. Gosei, gosei muito naquela mão dura e áspera e sentido a rola mole dele escorrendo porra pelas minhas coxas.

Quando terminamos, coloquei a rola dele pra dentro da bermuda, entreguei os sacos de lixo que ficaram na sala e mandei ele trabalhar.

Fui para o banheiro me sentindo uma fêmea saciada.

Autor: Mauricio
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